O critério que mais muda o resultado é um só: quanto do trabalho do escritório passa a acontecer dentro do sistema. Abaixo, as cinco perguntas que medem isso em qualquer fornecedor, inclusive na EasyJur.
Se você procura um software jurídico, provavelmente quer resolver três coisas: parar de perder prazo, saber onde cada caso está sem pedir atualização para ninguém e cobrar sem retrabalho. Toda ferramenta da categoria promete isso, e a lista de recursos de todas elas é parecida. O que separa uma da outra é quanto trabalho sai da mesa da sua equipe depois da implantação, e essa resposta não aparece em nenhuma tabela comparativa.
Registrar o trabalho e executar o trabalho são produtos diferentes
A categoria nasceu como arquivo. Cadastro de cliente, número de processo, prazo digitado, documento anexado, relatório no fim do mês. Tudo isso é necessário, e nenhum escritório sério opera sem. Mas repare no verbo: registrar. Na maioria dos escritórios, o trabalho jurídico continua acontecendo em outro lugar, no editor de texto, no e-mail, no WhatsApp, na planilha da controladoria, e depois alguém volta ao sistema para contar o que aconteceu.
É por isso que, em quase todo escritório, existe pelo menos uma pessoa cujo trabalho é alimentar o sistema. Quando o software só guarda informação, a operação precisa de gente para movimentá-la. Por isso a pergunta a fazer em toda demonstração é a mesma: depois de implantado, quais tarefas deixam de existir para a minha equipe?

Cinco perguntas para usar em qualquer demonstração
Leve estas cinco perguntas para cada fornecedor da sua lista curta, na mesma ordem, e anote as respostas. Elas medem execução, que é o que decide o resultado, e não quantidade de recursos, que hoje é parecida em todos.

Advogado comanda. IA executa. Pessoas cobrem o resto.
Dissemos no início que este texto não finge neutralidade, então aqui estão as nossas respostas às mesmas cinco perguntas. A EasyJur deixou de ser um software de arquivo porque os clientes pararam de usá-la como arquivo: hoje 80% das ações jurídicas deles acontecem dentro da plataforma. A plataforma se organiza em três camadas, sempre nesta ordem.


Essa arquitetura vem de uma posição explícita sobre inteligência artificial: não acreditamos em IA que substitui advogado. Acreditamos em advogado que comanda IA, com infraestrutura que entende a realidade jurídica brasileira e suporte humano quando a complexidade exige.

O que costumam nos perguntar antes

