Há uma frase que Vinicius Marques, CEO e cofundador da EasyJur, repete há três anos: “O que estamos construindo não é uma ferramenta de IA. É o sistema operacional do trabalho jurídico.” Hoje esse sistema tem nome, funcionalidade e está disponível, o EasyJur Work, e marca a chegada de uma nova categoria: o Direito Agentivo.
O que é o Direito Agentivo
Durante décadas, a relação entre advogados e tecnologia foi simples: o sistema guarda, o advogado decide. Quando a IA chegou, ampliou levemente essa lógica, agora o sistema sugere, o advogado ainda decide.
O Direito Agentivo rompe com isso. A mudança não é de grau, é de tipo. Os agentes não sugerem, eles executam. Não auxiliam em tarefas isoladas, conduzem fluxos de trabalho do início ao fim. O advogado deixa de operar a ferramenta e passa a supervisionar o resultado.

O exemplo é preciso: uma parte envia uma versão revisada de contrato à meia-noite. Quando o advogado chega no dia seguinte, o EasyJur Work já analisou todas as alterações, sinalizou os pontos que pedem atenção e elaborou uma resposta pronta para revisão. O advogado não executa, ele revisa e decide.
No núcleo, 10 anos de inteligência jurídica
No centro do EasyJur Work não está um modelo de linguagem genérico. Está mais de uma década de experiência acumulada em fluxos jurídicos brasileiros, petições, bibliotecas de precedentes, bancos de cláusulas, histórico de clientes, posições negociadas. Cada resultado reflete como o próprio escritório lidou com trabalhos similares no passado.
⎯ 01 Pesquisa com jurisdição
Busca em fontes confiáveis e casos concretos do tribunal competente, não em buscas genéricas.
⎯ 02 Revisão em escala
Análise de milhares de arquivos em due diligence, extraindo o que importa para a estratégia.
⎯ 03 Conhecimento do escritório
Cada banca alimenta o sistema com sua biblioteca. O Work aprende como o escritório trabalha.
⎯ 04 Integração nativa
Word, Google Docs, e-mail, WhatsApp e gestão processual, conecta onde o trabalho já acontece.
A ferramenta é 10% do projeto
Uma das observações mais importantes que emergiu da implantação do Work é o que Vinicius chama de “regra dos 10%”.


Por isso a implementação do Work não se baseia em demonstrações genéricas. Antes de reunir com uma equipe, os Engenheiros Jurídicos da EasyJur pedem que os advogados descrevam como é uma “manhã de terça-feira típica” no escritório. As sessões de treinamento replicam exatamente essas tarefas, quando os advogados veem seus próprios fluxos refletidos, a relevância deixa de ser argumento e vira evidência.
Agente executa. Advogado decide.
O maior equívoco sobre IA jurídica é o da substituição. A EasyJur opera a partir de uma premissa diferente: a IA não substitui o julgamento jurídico, ela eleva o piso de qualidade do trabalho. Oferece um ponto de partida sólido, mas a responsabilidade profissional permanece com o advogado. “Você continua sendo o advogado”, resume Vinicius.
💡 Usar IA hoje não é mais “diferencial” do que redigir no Word em vez da máquina de escrever. É uma ferramenta melhor para o trabalho, e, cada vez mais, não é opcional. A questão não é se o escritório vai adotar a IA, é como vai adotá-la.
O impacto é assimétrico conforme o trabalho. No contencioso de grande volume, revisão documental, análise de precedentes, mapeamento de timelines, o ganho é imediato e dramático. No trabalho estratégico sênior, o ganho é composto: adaptar uma cláusula que levava 15 minutos passa a levar 3. Não é drástico isoladamente, mas ao longo do dia o tempo se acumula.

O futuro não é software. É contexto e execução.
O mercado de software jurídico está em reconfiguração estrutural. Não é mais sobre qual sistema tem mais funcionalidades, é sobre qual tem o contexto mais rico e o agente mais capaz de agir dentro dele. Agentes de IA estão se tornando a interface principal de trabalho, mas continuam dependendo de um backend: o sistema de gestão jurídica.

A EasyJur está posicionada de forma única: mais de uma década de dados de fluxo jurídico brasileiro, uma plataforma onde gestão (OS) e prática (Work) compartilham o mesmo contexto, e um modelo de implementação liderado por advogados que torna a tecnologia infraestrutura, não experimento.
Hoje, adotar IA ainda sinaliza inovação. Em breve, será o padrão. Os escritórios que derem o primeiro passo definirão como o direito será praticado na próxima década.
