Inovação na advocacia: 7 dicas para estar na vanguarda do mercado

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A inovação na advocacia pode ser um grande diferencial. Negócios inovadores conseguem entregar melhores soluções aos seus clientes, bem como estar na vanguarda (liderança) do seu mercado. A questão é: como fazer com que a inovação seja realidade?

Há muitas táticas úteis. Por exemplo, investir em técnicas de legal design, promover uma ótima gestão da mudança, melhorar a comunicação interna e contar com a ajuda de boas tecnologias. Por outro lado, é necessário ter cuidado com culturas fechadas ao que é novo, afinal de contas, tornam o ambiente pouco receptivo às mudanças em curso.

Nos tópicos seguintes, ganhamos profundidade no tema. Apresentemos 7 dicas para estar na vanguarda do mercado e promover inovação na advocacia. Boa leitura!

1. Invista em legal design

O termo legal design é razoavelmente novo, mas conta com bastante destaque. Consiste no uso de princípios e práticas de design para promover soluções no segmento jurídica, tendo em vista o usuário do direito — o que resulta em inovações úteis, utilizáveis e humanas.

Na prática, o legal design conta com diferentes etapas. O mais natural é que comece pelo processo de imersão, objetivando conhecer profundamente o problema em “jogo”. Em sequência, estão etapas de idealização, prototipagem, testagem e desenvolvimento.

O legal design é aplicável às várias organizações jurídicas, como escritórios de advocacia, instituições públicas e legal techs. Além disso, garante que as inovações em curso ajudem a desenvolver melhores soluções, por exemplo, serviços e sistemas centrados no usuário.

2. Crie uma cultura aberta às novidades

Outro ponto importante é a cultura organizacional. Em suma, pense na cultura como o DNA do negócio, o que inclui seus valores, hábitos e crenças. Quando a cultura organizacional é fechada às mudanças, dificilmente coisas novas serão criadas e/ou adotadas.

A construção de uma cultura mais aberta às novidades é um movimento de longo prazo. É preciso, dia após dia, reforçar a importância do assunto, orientar os profissionais a pensar em coisas novas e desenvolver soluções fora do lugar-comum. Sem isso, nada feito.

Algo muito prejudicial à cultura aberta é a visão estritamente burocrática, focada em papéis, cargos, hierarquias e protocolos. Ela deixa pouco espaço para testar coisas novas ou desafiar o status quo, isto é, a maneira como as coisas são feitas na atualidade.

3. Melhore a comunicação interna

A comunicação é um dos principais elementos à inovação. Um bom diálogo permite a troca de ideias e disseminação de novidades, também aumenta o alinhamento das equipes e o compartilhamento de um objetivo-comum. Portanto, é algo digno de atenção.

Na prática, uma boa comunicação é tarefa de todos. É preciso deixar claro que o assunto é importante e que todos, a partir do líder, devem se comunicar de maneira frequente, clara e honesta. Sem um bom diálogo, erros, problemas e conflitos tendem a emergir.

Outro item importante à comunicação é a tecnologia. Bons softwares jurídicos atuam como o canal condutor do que está sendo dito, permitindo que a mensagem vá do emissor até o receptor. Além disso, elimina ruídos, facilita a geração de relatórios e informes.

4. Invista no intraempreendedorismo

É comum pensarmos em empreendedores e suas grandes criações. Por exemplo, como Steve Jobs ajudou a criar a Apple e revolucionar a forma como utilizamos o celular. Porém, um assunto menos frequente é o intraempreendedor (ou empreendedor interno).

Grosso modo, o intraempreendedor é aquele profissional que está atuando dentro de uma empresa já constituída, como um escritório de advocacia, mas que consegue olhar de forma diferente para os problemas e, com alguma frequência, resolvê-los. Assim, atua como um solucionador de problemas dentro da empresa, ajudando a lidar com as “dores” existentes.

Existem muitos treinamentos e livros dedicados ao desenvolvimento de profissionais com perfil intraempreendedor. Também é interessante melhorar o processo de recrutamento e seleção, filtrando talentos mais empreendedores para integrar a força de trabalho.

5. Promova gestão de mudanças

Inovar é algo atraente, mas bastante trabalhoso. Com frequência, demanda a mudança de rotinas, hábitos e modelos mentais, o que gera problemas, conflitos e resistência. Por esse motivo, é importante fazer uma ótima gestão de mudanças.

Pense na gestão de mudanças como todo o conjunto de políticas e iniciativas para que as mudanças necessárias sejam feitas de maneira precisa, segura e ágil, gerando resultados do tipo ganha-ganha — no qual as várias partes interessadas são beneficiadas.

Para promover gestão de mudanças, é importante estabelecer um objetivo-comum, depois fragmentá-lo em metas menores e mais fáceis de alcançar. Também é importante criar um plano de ação, que diga o que deve ser feito, como, quando e por quem.

6. Adote o ciclo construir-medir-aprender

A inovação depende da criação de coisas novas. Podem ser novos documentos ou serviços jurídicos, por exemplo. O ponto é que estas inovações não surgem de uma hora para outra, são reflexo de longas horas de trabalho e aperfeiçoamento.

Por esse motivo, é interessante pensar no ciclo construir-medir-aprender. Sua aplicação é bem simples: você deve construir algo novo e útil. Depois, aplicá-lo na prática e mensurar seus resultados. Por fim, aprender com os números obtidos, padronizar o que funciona bem e corrigir as falhas identificadas.

Trata-se, portanto, de um ciclo. Na medida em que você constrói, mensura e aprende com o que foi feito, consegue desenvolver novas versões da solução e chegar mais perto de algo realmente útil. Assim, passo a passo, promoverá melhorias úteis à inovação.

7. Invista em tecnologia de ponta

A tecnologia é uma das mais poderosas aliadas da inovação. Bons sistemas ajudam a aprimorar as rotinas de trabalho, bem como potencializar as soluções oferecidas e todo o contato com os clientes finais. Por isso, é importante investir no que há de ponta.

Para negócios da área do direito, uma das principais tecnologias é o software jurídico. Sua missão é simples: organizar e controlar todos os recursos pertencentes ao negócio ou área jurídica, de modo que sua aplicação seja mais precisa. Bons softwares contam com vários módulos, como financeiro, processual e de vendas, subsidiando grandes resultados.

Veja, agora você está por dentro do tema, entende o que é inovação na advocacia e como estar na vanguarda do mercado. Muitas coisas podem ser feitas, por exemplo, investir em legal design, melhorar a comunicação interna, desenvolver uma cultura aberta e estimular o intraempreendedorismo. Boas tecnologias também podem fazer grande diferença.

Gostou do nosso artigo, não é mesmo?! Aproveite, então, para conhecer o software EasyJur e descobrir como esta tecnologia jurídica pode potencializar suas inovações. Vamos lá!