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[MODELO] Ação Previdenciária – Revisão de Benefício – INSS

EX­MO. (A) SR. (A) DR. (A) ­JUIZ (A) FE­DE­RAL DA

______________________________________

_____, bra­si­lei­ro, apo­sen­ta­do, por­ta­dor da Cédula de Identidade nº ______, ins­cri­to no CPF sob o nº ___________, re­si­den­te na Rua _______, Comarca de _____ -, por seu ad­vo­ga­do que es­ta subs­cre­ve, vem, mui res­pei­to­sa­men­te, à pre­sen­ça de V. Exa. pa­ra pro­por a pre­sen­te

Ação pre­vi­den­ciá­ria de re­vi­são de be­ne­fí­cio

em fa­ce de o Instituto Nacional de Seguro Social – INSS, Autarquia Federal, com superintendência regional na ci­da­de de São Paulo, com en­de­re­ço na Rua Xavier de Toledo, nº 280, 13º andar, Centro, São Paulo–SP, CEP: 01048-000, pe­los mo­ti­vos de fa­to e de di­rei­to a se­guir ex­pos­tos.

I – DOS FA­TOS

A au­to­ra é be­ne­fi­ciá­ria do Ins­ti­tu­to-réu des­de ________________ (doc. ane­xo 1), ins­cri­ta no be­ne­fí­cio sob o nº __________________ (doc. ane­xo 2), fa­zen­do jus des­de en­tão, ao re­ce­bi­men­to da aposentadoria por tempo de contribuição.

Ocorre que, à épo­ca da con­ces­são do be­ne­fí­cio da autora, a le­gis­la­ção vi­gen­te im­pu­nha que no cál­cu­lo do sa­lá­rio de be­ne­fí­cio, de­ve­ria ser ana­li­sa­da a escala de sa­lá­rio-ba­se de con­tri­bui­ção, no sen­ti­do de ve­ri­fi­car se os va­lo­res das clas­ses fo­ram res­pei­ta­dos bem co­mo os in­ters­tí­cios mí­ni­mos de tem­po em ca­da uma de­las.

Como po­de­rá ser mos­tra­do, a autora por en­ga­no con­tri­buiu com va­lo­res maio­res do que os per­mi­ti­dos por es­ta es­ca­la, fa­zen­do com que o ex­ce­den­te não fos­se con­si­de­ra­do no cál­cu­lo de seu sa­lá­rio de be­ne­fí­cio.

Desde en­tão, a autora vem re­ce­ben­do seu be­ne­fí­cio na for­ma co­mo foi cal­cu­la­do, ou se­ja, ex­ce­tuan­do-se os va­lo­res con­tri­buí­dos a ­maior.

Porém, em re­cen­te de­ter­mi­na­ção, o ­INSS de­ci­diu aca­bar com o exa­me dos re­co­lhi­men­tos, sem ana­li­sá-los no que se re­fe­re à es­ca­la de sa­lá­rios-ba­se, is­to é, con­si­de­ran­do to­das as con­tri­bui­ções no va­lor em que fo­ram re­co­lhi­das.

A autora, sen­tin­do-se pre­ju­di­ca­da, não vis­lum­bra ou­tra al­ter­na­ti­va, que a de se so­cor­rer do Judiciário pa­ra ver re­pa­ra­do seu di­rei­to, am­pa­ra­do pe­lo princípio da igualdade, cons­tan­te em nos­sa Lei Maior.

II – DO DI­REI­TO

A autora exer­ce pro­fis­são au­tô­no­ma há ­mais de 25 ­anos, sem­pre con­tri­buin­do ao ­INSS co­mo se­gu­ra­da in­di­vi­dual.

Inicialmente, con­vém ten­tar en­ten­der a sis­te­má­ti­ca a ­qual foi su­jei­ta pa­ra ­fins de re­co­lhi­men­to de con­tri­bui­ções.

Em 100073, a Lei nº 5.80000 ­criou o re­gi­me de con­tri­bui­ção pe­lo sa­lá­rio-ba­se pa­ra os con­tri­buin­tes in­di­vi­duais, sen­do que ha­via um re­gi­me pró­prio pa­ra os fa­cul­ta­ti­vos.

O pa­ga­men­to das con­tri­bui­ções era fei­to com ba­se em uma ta­be­la com dez clas­ses, sen­do 10% pa­ra as ­três pri­mei­ras e 20% pa­ra as de­mais. A par­tir de agosto de 10000006, a alí­quo­ta pas­sou a ser úni­ca de 20%.

Os con­tri­buin­tes ti­nham de se­guir a es­ca­la, as­sim fi­ca­vam 12 me­ses nas clas­ses 1 a 4; ­mais 24 me­ses na 5; ­mais 36 me­ses nas 6 e 7; e ­mais 60 me­ses nas 8 e 000. A par­tir daí de­ve­riam fi­car na clas­se 10 até a apo­sen­ta­do­ria.

Em 2012, a Lei nº 000.876 de­ter­mi­nou a ex­tin­ção pro­gres­si­va da ta­be­la a par­tir de de­zem­bro da­que­le ano pa­ra os con­tri­buin­tes ins­cri­tos até 28 de no­vem­bro de 2012, com re­du­ção gra­da­ti­va do in­ters­tí­cio, em do­ze me­ses por ano até a ex­tin­ção da es­ca­la.

Além dis­so, as apo­sen­ta­do­rias pas­sa­ram a ser cal­cu­la­das com ba­se na mé­dia dos maio­res sa­lá­rios de con­tri­bui­ção cor­res­pon­den­tes a 80% do pe­río­do con­tri­bu­ti­vo a par­tir de ju­lho de 10000004.

Esta es­ca­la foi ex­tin­ta de­fi­ni­ti­va­men­te pe­lo ar­ti­go 000º da Medida Provisória nº 83, de 12 de de­zem­bro de 2012, e des­de en­tão os con­tri­buin­tes pa­gam as con­tri­bui­ções so­bre os va­lo­res mí­ni­mo e má­xi­mo do sa­lá­rio de con­tri­bui­ção.

Citada es­ca­la era por de­mais con­fu­sa, o que le­vou mui­tos se­gu­ra­dos a er­ro, co­mo é o ca­so da autora, se­ja por­que fi­ca­vam pa­gan­do por uma mes­ma clas­se por ­mais tem­po do que o de­vi­do, se­ja por­que mu­da­vam de clas­se an­tes do tem­po, ou por­que pa­ga­vam va­lo­res maio­res que o per­mi­ti­do.

Quando cons­ta­ta­va al­gum er­ro, o ­INSS im­pug­na­va a con­ces­são do be­ne­fí­cio ge­ran­do pro­ces­sos e atra­sos na con­ces­são do be­ne­fí­cio.

Também de se con­si­de­rar que o fa­to de os se­gu­ra­dos se­rem obri­ga­do a ini­ciar o re­co­lhi­men­to de ­suas con­tri­bui­ções so­bre a clas­se ini­cial, in­de­pen­den­te de seu ní­vel de ren­di­men­to, as­cen­den­do de for­ma len­ta, bem co­mo a pos­si­bi­li­da­de de re­gres­são pa­ra as clas­ses in­fe­rio­res, es­ti­mu­la­va os obrei­ros su­jei­tos à es­ca­la de sa­lá­rio-ba­se a con­tri­buí­rem com o me­nor va­lor pos­sí­vel. Todavia na hi­pó­te­se de ocor­rên­cia de mor­te ou in­va­li­dez, es­tes se­gu­ra­dos, quan­do pos­suís­sem um ní­vel de ren­di­men­to ele­va­do, mas que es­ti­ves­sem ob­ser­van­do os de­graus da es­ca­la, fi­ca­riam com ren­da subs­ti­tu­ti­va mui­to in­fe­rior àque­la au­fe­ri­da na ati­vi­da­de.

Por con­se­guin­te, de­vi­do à sé­rie de pro­ble­mas en­fren­ta­dos pe­lo Ins­ti­tu­to e pe­los se­gu­ra­dos, o Ministério da Previdência lan­çou mão de uma Orientação Normativa com o ob­je­ti­vo de de­ter­mi­nar às ­suas agên­cias que não ­mais ana­li­sas­sem as con­tri­bui­ções com­pa­ran­do-as com a es­ca­la de sa­lá­rio-ba­se, ou se­ja, pe­de que se­jam con­si­de­ran­dos to­dos os va­lo­res con­tri­buí­dos, des­de que res­pei­ta­dos os va­lo­res mí­ni­mo e má­xi­mo.

A Orientação Normativa é a de nº 5, de 23 de de­zem­bro de 2012, a ­qual re­sol­ve:

Artigo 1º. Dispensar o ­INSS da rea­li­za­ção de aná­li­se con­tri­bu­ti­va pa­ra a con­ces­são de be­ne­fí­cios aos se­gu­ra­dos, con­tri­buin­tes in­di­vi­dual e fa­cul­ta­ti­vo, to­man­do co­mo vá­li­dos os va­lo­res dos sa­lá­rios de con­tri­bui­ção so­bre os ­quais fo­ram efe­tua­das as con­tri­bui­ções, ob­ser­va­dos os li­mi­tes mí­ni­mo e má­xi­mo men­sais.

Artigo 3º. Esta Orientação Normativa en­tra em vi­gor na da­ta de sua pu­bli­ca­ção.

Entretanto, im­por­tan­te con­sig­nar que a autora tam­bém re­co­lheu os va­lo­res de ­suas con­tri­bui­ções com va­lo­res maio­res do que o ne­ces­sá­rio e per­mi­ti­do pe­la es­ca­la, po­rém, no cál­cu­lo do seu sa­lá­rio de be­ne­fí­cio, os va­lo­res ex­ce­den­tes não fo­ram con­si­de­ra­dos con­for­me ve­ri­fi­ca-se na ta­be­la com­pa­ra­ti­va abai­xo e que os do­cu­men­tos ane­xos com­pro­vam.

(TRA­ZER OS DA­DOS DA CAR­TA DE CON­CES­SÃO – ­SALÁRIOS CON­SI­DE­RA­DOS NO ­CÁLCULO – E DOS DA­DOS DOS RE­CO­LHI­MEN­TOS EFE­TUA­DOS A ­MAIOR E NÃO CON­SI­DE­RA­DOS)

DA­TA VA­LO­RES DO ­SALÁRIO ­MÍNIMO SALÁRIO ­CONSIDERADO SALÁRIO RE­CO­LHI­DO

0000/2012 151,00 30008,48 453,00

08/2012 151,00 30008,48 453,00

07/2012 151,00 30008,48 453,00

06/2012 151,00 30008,48 453,00

05/2012 151,00 376,60 453,00

04/2012 151,00 376,60 453,00

03/2012 136,00 376,60 408,00

02/2012 136,00 376,60 408,00

01/2012 136,00 376,60 408,00

12/2012 136,00 376,60 408,00

11/2012 136,00 136,00 408,00

10/2012 136,00 136,00 408,00

0000/2012 136,00 136,00 408,00

08/2012 136,00 136,00 408,00

07/2012 136,00 136,00 408,00

06/2012 136,00 136,00 408,00

05/2012 136,00 136,00 408,00

04/2012 130,00 130,00 30000,00

03/2012 130,00 130,00 30000,00

02/2012 130,00 130,00 30000,00

01/2012 130,00 130,00 30000,00

12/10000008 130,00 130,00 30000,00

11/10000008 130,00 130,00 30000,00

10/10000008 130,00 130,00 30000,00

0000/10000008 130,00 130,00 30000,00

RE­LA­ÇÃO DOS VA­LO­RES DO ­SALÁRIO ­MÍNIMO NO TEM­PO, PA­RA ­AUXÍLIO

NA CON­FEC­ÇÃO DA TA­BE­LA:

Período Moeda Valor

04/07/40 Réis 240.000

01/01/43 Cr$ 300,00

01/12/43 Cr$ 380,00

01/01/52 Cr$ 1.200,00

04/07/54 Cr$ 2.400,00

01/08/56 Cr$ 3.800,00

01/01/5000 Cr$ 6.000,00

18/10/60 Cr$ 000.600,00

16/10/61 Cr$ 13.440,00

01/01/63 Cr$ 21.000,00

24/02/64 Cr$ 42.000,00

01/03/65 Cr$ 66.000,00

02/03/66 Cr$ 84.000,00

16/02/67 NCr$ 105,00

25/03/68 NCr$ 12000,60

01/05/6000 NCr$ 156,00

01/05/70 NCr$ 187,20

01/05/71 Cr$ 225,60

01/05/72 Cr$ 268,80

01/05/73 Cr$ 312,00

01/05/74 Cr$ 376,80

01/12/74 Cr$ 415,20

01/05/75 Cr$ 532,80

01/05/76 Cr$ 768,00

01/05/77 Cr$ 1.106,40

01/05/78 Cr$ 1.560,00

01/05/7000 Cr$ 2.268,00

01/11/7000 Cr$ 2.00032,80

01/05/80 Cr$ 4.14000,60

01/11/80 Cr$ 5.788,80

01/05/81 Cr$ 8.464,80

01/11/81 Cr$ 11.00028,00

01/05/82 Cr$ 16.608,00

01/11/82 Cr$ 23.568,00

01/05/83 Cr$ 34.776,00

01/11/83 Cr$ 57.620,00

01/05/84 Cr$ 0007.176,00

01/11/84 Cr$ 166.560,00

01/05/85 Cr$ 333.120,00

01/11/85 Cr$ 600.000,00

01/03/86 Cz$ 804,00

01/01/87 Cz$ 00064,80

01/03/87 Cz$ 1.368,00

01/05/87 Cz$ 1.641,60

01/06/87 Cz$ 1.0006000,0002

01/08/87 Cz$ 1.00070,00

01/0000/87 Cz$ 2.400,00

01/10/87 Cz$ 2.640,00

01/11/87 Cz$ 3.000,00

01/12/87 Cz$ 3.600,00

01/01/88 Cz$ 4.500,00

01/02/88 Cz$ 5.280,00

01/03/88 Cz$ 6.240,00

01/04/88 Cz$ 7.260,00

01/05/88 Cz$ 8.712,00

01/06/88 Cz$ 10.368,00

01/07/88 Cz$ 12.444,00

01/08/88 Cz$ 15.552,00

01/0000/88 Cz$ 18.00060,00

01/10/88 Cz$ 23.700,00

01/11/88 Cz$ 30.800,00

01/12/88 Cz$ 40.425,00

01/01/8000 Cz$ 54.370,00

01/02/8000 NCz$ 63,0000

01/05/8000 NCz$ 81,40

01/06/8000 NCz$ 120,00

01/07/8000 NCz$ 14000,80

01/08/8000 NCz$ 10002,88

01/0000/8000 NCz$ 24000,48

01/10/8000 NCz$ 381,73

01/11/8000 NCz$ 557,33

01/12/8000 NCz$ 788,18

01/01/0000 NCz$ 1.283,0005

01/02/0000 NCz$ 2.004,37

01/03/0000 NCz$ 3.674,06

01/06/0000 Cr$ 3.857,76

01/07/0000 Cr$ 4.00004,76

01/08/0000 Cr$ 5.203,46

01/0000/0000 Cr$ 6.056,31

01/10/0000 Cr$ 6.425,14

01/11/0000 Cr$ 8.32000,55

01/12/0000 Cr$ 8.836,82

01/01/0001 Cr$ 12.325,60

01/02/0001 Cr$ 15.80005,40

01/03/0001 Cr$ 17.000,00

01/04/0001 Cr$ 20.000,00

01/05/0001 Cr$ 23.131,68

01/08/0001 Cr$ 36.161,60

01/0000/0001 Cr$ 42.000,00

01/12/0001 Cr$ 63.000,00

01/01/0002 Cr$ 0006.037,33

01/05/0002 Cr$ 230.000,00

01/0000/0002 Cr$ 522.186,0004

01/01/0003 Cr$ 1.250.700,00

01/03/0003 Cr$ 1.70000.400,00

01/05/0003 Cr$ 3.303.300,00

01/07/0003 Cr$ 4.63000.800,00

01/08/0003 CR$ 5.534,00

01/0000/0003 CR$ 000.00006,00

01/10/0003 CR$ 12.024,00

01/11/0003 CR$ 15.021,00

01/12/0003 CR$ 18.760,00

01/01/0004 CR$ 32.882,00

01/02/0004 CR$ 42.82000,00

01/03/0004 URV 64,7000

01/07/0004 R$ 64,7000

01/0000/0004 R$ 70,00

01/05/0005 R$ 100,00

01/05/0006 R$ 112,00

01/05/0007 R$ 120,00

01/05/0008 R$ 130,00

01/05/000000 R$ 136,00

03/04/2012 R$ 151,00

03/04/2012 R$ 180,00

03/04/2012 R$ 200,00

03/04/2003 R$ 240,00

03/04/2012 R$ 260,00

03/04/2012 R$ 300,00

Infere-se as­sim, que aque­les se­gu­ra­dos que ob­ti­ve­ram o de­fe­ri­men­to de seu be­ne­fí­cio an­te­rior­men­te à Orientação Normativa nº 5 do ­INSS, co­mo é o ca­so da autora, al­can­ça­ram um va­lor me­nor de pres­ta­ção do que se ti­ves­sem re­que­ri­do ­após a pu­bli­ca­ção da re­fe­ri­da orientação, pos­to que re­co­lhe­ram va­lor a ­maior que não foi con­si­de­ra­do no cál­cu­lo em vir­tu­de da ago­ra ex­tin­ta aná­li­se con­tri­bu­ti­va.

Se a autora ti­ves­se so­li­ci­ta­do o seu be­ne­fí­cio so­men­te ­após 23 de de­zem­bro de 2012, o va­lor de sua apo­sen­ta­do­ria, atual­men­te de R$ 260,41 (du­zen­tos e ses­sen­ta ­reais e qua­ren­ta e um cen­ta­vos) se­ria de R$ 428,0008 (qua­tro­cen­tos e vin­te e oi­to ­reais e no­ven­ta e oi­to cen­ta­vos) con­for­me pla­ni­lha ane­xa, ou se­ja, ela es­ta­ria re­ce­ben­do um va­lor pro­por­cio­nal ao que re­co­lheu.

Da for­ma co­mo foi cal­cu­la­do o seu be­ne­fí­cio, is­to é, des­con­si­de­ran­do os va­lo­res re­co­lhi­dos a ­maior, há a fi­gu­ra do pró­prio en­ri­que­ci­men­to ilí­ci­to do ­INSS, fa­to es­te ago­ra que não acon­te­ce­rá de­vi­do ao fim do exa­me dos re­co­lhi­men­tos com ba­se na es­ca­la, po­rém, so­men­te pa­ra ­quem so­li­ci­tar o be­ne­fí­cio a par­tir de 24 de de­zem­bro de 2012.

Esta no­va sis­te­má­ti­ca de cál­cu­lo não foi apli­ca­da ao be­ne­fí­cio da autora, que se viu em de­si­gual­da­de de con­di­ções em re­la­ção àque­les se­gu­ra­dos que re­que­rem o be­ne­fí­cio a par­tir da pu­bli­ca­ção da Orientação Normativa e que tam­bém efe­tua­ram re­co­lhi­men­tos a ­maior, mas que os te­rão con­si­de­ra­dos no cál­cu­lo, o que não ocor­reu com a autora.

Vale res­sal­tar, que o Ins­ti­tu­to-réu não rea­li­zou qual­quer re­vi­são ou al­te­ra­ção no va­lor do be­ne­fí­cio da autora.

Da for­ma co­mo es­tá, no­va­men­te pri­vi­le­giam-se al­guns ex­cluin­do-se ou­tros.

Sendo as­sim, o que se po­de de­no­tar é que o Ins­ti­tu­to-réu es­tá agin­do de­si­gual­men­te en­tre os ­iguais, fe­rin­do um princípio nor­tea­dor de nos­sa Constituição, que é o princípio da isonomia ou igualdade.

Prescreve o ar­ti­go 5º da nos­sa Carta Magna de 1.00088:

Todos são ­iguais pe­ran­te a lei, sem dis­tin­ção de qual­quer na­tu­re­za, ga­ran­tin­do-se aos bra­si­lei­ros e aos es­tran­gei­ros re­si­den­tes no País a in­vio­la­bi­li­da­de do di­rei­to à vi­da, à igual­da­de, à se­gu­ran­ça e à pro­prie­da­de (…).

Veja-se, por­tan­to que o princípio da igualdade tem se­de ex­plí­ci­ta no tex­to cons­ti­tu­cio­nal, sen­do men­cio­na­da in­clu­si­ve no preâmbulo da Constituição. Destarte, é nor­ma su­pra­cons­ti­tu­cio­nal e es­ta­mos dian­te de um princípio, pa­ra o ­qual to­das as de­mais nor­mas de­vem obe­diên­cia.

Há que se va­ler, por­tan­to, do princípio da isonomia ou igualdade, no mo­men­to da ela­bo­ra­ção da lei, apre­sen­ta­do-se is­to co­mo al­go ló­gi­co e coe­ren­te.

Se em épo­cas di­fe­ren­tes, se es­ta­be­le­ce­ram va­lo­res e pa­râ­me­tros di­fe­ren­tes pa­ra um mes­mo ca­so, ne­ces­sá­ria e per­ti­nen­te que se fa­ça a ade­qua­ção dos ca­sos an­te­rio­res à rea­li­da­de ­atual, sob pe­na de pro­du­zir-se uma ins­ta­bi­li­da­de so­cial.

A pres­ta­ção con­ti­nua­da da autora, de­no­mi­na­da Aposentadoria por Tempo de Contribuição, tem cu­nho ali­men­tar, de so­bre­vi­vên­cia e não é de for­ma al­gu­ma di­fe­ren­te dos be­ne­fí­cios con­ce­di­dos aos ou­tros se­gu­ra­dos au­tô­no­mos/in­di­vi­duais, ago­ra sob a égi­de da Orientação Normativa nº 5, ou se­ja, cal­cu­la­dos sem aná­li­se das con­tri­bui­ções res­pei­tan­do a es­ca­la de sa­lá­rio-ba­se.

Com efei­to, exis­te en­ten­di­men­to já pa­ci­fi­ca­do no âm­bi­to dos tri­bu­nais de que a lei no­va po­de ser apli­ca­da aos efei­tos fu­tu­ros de re­la­ção ju­rí­di­ca pree­xis­ten­te, des­de que se res­pei­tem o di­rei­to ad­qui­ri­do, o ato ju­rí­di­co per­fei­to e a coi­sa jul­ga­da e, uma vez sen­do a nor­ma pos­te­rior ­mais be­né­fi­ca ao be­ne­fi­ciá­rio, não há im­pe­di­men­to de que ela se­ja apli­ca­da. É que, na es­pé­cie, real­ça a ques­tão so­cial.

É ce­di­ço que a lei pre­vi­den­ciá­ria, de ca­rá­ter emi­nen­te­men­te so­cial, des­ti­na-se a pro­te­ger os se­gu­ra­dos as­se­gu­ran­do-­lhes o di­rei­to à per­cep­ção de be­ne­fí­cios que se cons­ti­tuem de ­meios in­dis­pen­sá­veis à sua ma­nu­ten­ção em ra­zão de in­ca­pa­ci­da­de, de­sem­pre­go in­vo­lun­tá­rio, ida­de avan­ça­da, tem­po de ser­vi­ço, en­car­gos fa­mi­lia­res e pri­são ou mor­te da­que­les de ­quem de­pen­diam eco­no­mi­ca­men­te.

O le­gis­la­dor, ao al­te­rar a for­ma de cál­cu­lo ou ­mais exa­ta­men­te de con­si­de­ra­ção de va­lo­res con­tri­buí­dos, o faz pa­ra ade­quá-lo aos no­vos pa­drões do sis­te­ma de Pre­vi­dên­cia So­cial.

Sendo a nor­ma de di­rei­to pú­bli­co, de­ve com­por­tar in­ter­pre­ta­ção ex­ten­si­va, não ha­ven­do am­pa­ro pa­ra per­pe­trar uma dis­cri­mi­na­ção en­tre be­ne­fí­cios con­ce­di­dos em da­tas dis­tin­tas, quan­do a si­tua­ção ju­rí­di­ca é ri­go­ro­sa­men­te idên­ti­ca.

Assim, em­bo­ra o tem­pus re­git ac­tum se­ja a re­gra ge­ral pa­ra dis­ci­pli­nar as re­la­ções ju­rí­di­cas, na hi­pó­te­se, a Orientação Normativa nº 5 do ­INSS, por con­ter no­vo re­gra­men­to de cál­cu­lo de con­ces­são de be­ne­fí­cios, de­ve tu­te­lar a to­dos os be­ne­fi­ciá­rios da Pre­vi­dên­cia, sem ex­ce­ção, sem que se ale­gue agres­são a di­rei­to ad­qui­ri­do ou ato ju­rí­di­co per­fei­to.

No mes­mo sen­ti­do, vá­rios são os jul­ga­dos e que po­dem se en­qua­drar ao ca­so da autora, se­não ve­ja­mos a ques­tão da equi­pa­ra­ção de per­cen­tual de 100% das pen­sio­nis­tas, ques­tão já pa­ci­fi­ca­da no STJ, re­cen­te­men­te:

­PREVIDENCIÁRIO – PEN­SÃO POR MOR­TE – RE­TROA­TI­VI­DA­DE DA LEI NO­VA ­MAIS BE­NÉ­FI­CA – ­LEIS Nº 8.213/0001 E 000.032/0005 – POS­SI­BI­LI­DA­DE.

– Em te­ma de con­ces­são de be­ne­fí­cio pre­vi­den­ciá­rio de­cor­ren­te de pen­são por mor­te, ad­mi­te-se a re­troa­ção da lei ins­ti­tui­do­ra, em fa­ce da re­le­vân­cia da ques­tão so­cial que en­vol­ve o as­sun­to.

– O art. 75, da Lei 8213/0001, com a no­va re­da­ção con­fe­ri­da pe­la Lei 000.032/0005, é apli­cá­vel às pen­sões con­ce­di­das an­tes de sua edi­ção, por­que ime­dia­ta a sua in­ci­dên­cia.

– Embargos de di­ver­gên­cia co­nhe­ci­dos e aco­lhi­dos. (­ERESP 311302/AL, Terceira Seção, minha Relatoria, DJ 16/000/2012, p. 00137).

EM­BAR­GOS DE ­DIVERGÊNCIA – ­PREVIDENCIÁRIO – PEN­SÃO – MA­JO­RA­ÇÃO DE CO­TA – AR­TI­GO 75 DA LEI 8.213/0001, AL­TE­RA­DO PE­LA LEI 000.032/0005 – POS­SI­BI­LI­DA­DE – ­INCIDÊNCIA IME­DIA­TA DA LEI NO­VA.

I – O ar­ti­go 75 da Lei 8.213/0001, na re­da­ção da Lei 000.032/0005, de­ve ser apli­ca­do em to­dos os ca­sos, al­can­çan­do to­dos os be­ne­fí­cios pre­vi­den­ciá­rios, in­de­pen­den­te­men­te da lei vi­gen­te à épo­ca em que fo­ram con­ce­di­dos. Precedentes.

II – Esta orien­ta­ção, en­tre­tan­to, não sig­ni­fi­ca apli­ca­ção re­troa­ti­va da lei no­va, mas sua in­ci­dên­cia ime­dia­ta, ­pois qual­quer au­men­to de per­cen­tual pas­sa a ser de­vi­do a par­tir da sua vi­gên­cia.

III – Embargos re­jei­ta­dos. (­ERESP 20007274/AL, Terceira Seção, Relator ministro Gilson Dipp, DJ 7/10/2012, p. 170).

­AÇÃO ­ACIDENTÁRIA – ­BENEFÍCIO CON­CE­DI­DO SOB A ÉGI­DE DA LEI AN­TE­RIOR – REA­JUS­TE NOS CRI­TÉ­RIOS DA LEI 000.032/0005 – RE­GRA DE OR­DEM ­PÚBLICA.

– Sendo a Lei 000.032/0005 ­mais be­né­fi­ca de­ve in­ci­dir a to­dos os fi­lia­dos da Previdência Social, sem ex­ce­ção, com ca­sos pen­den­tes de con­ces­são ou já con­ce­di­dos.

– Em se tra­tan­do de lei de or­dem pú­bli­ca, e vi­san­do atin­gir a to­dos que nes­ta si­tua­ção fá­ti­ca se en­con­tram, não faz sen­ti­do ex­cep­cio­nar-se sua apli­ca­ção sob o man­to do di­rei­to ad­qui­ri­do e do ato ju­rí­di­co per­fei­to.

– Recurso co­nhe­ci­do e pro­vi­do. (­RESP 240.771/SC, Quinta Turma, Relator ministro Jorge Scartezzini, DJ de 18/6/2012, p. 164).

Dentro des­sa vi­são te­leo­ló­gi­ca, não há por­que a autora per­ma­ne­cer com o va­lor do be­ne­fí­cio Aposentadoria por Tempo de Contribuição no va­lor ­atual, sen­do que os be­ne­fí­cios da mes­ma es­pé­cie e com si­mi­li­tu­de quan­to ao er­ro por re­co­lhi­men­to de con­tri­bui­ções com va­lor a ­maior, ob­tém cál­cu­lo ­mais fa­vo­rá­vel a par­tir de 24 de de­zem­bro de 2012.

O ­INSS não po­de ago­ra ven­dar ­seus ­olhos pa­ra aque­les que ti­ve­ram ­seus re­co­lhi­men­tos im­pug­na­dos por va­lor in­cor­re­to, pos­to que de um mo­men­to pa­ra o ou­tro, ele ago­ra en­ten­de que de­ve con­si­de­rar o va­lor re­co­lhi­do na ín­te­gra pa­ra efei­to de cál­cu­lo, so­men­te pa­ra ­quem re­quer o be­ne­fí­cio a par­tir de sua de­ci­são, ex­cluin­do os ca­sos pre­té­ri­tos de se­gu­ra­dos que ti­ve­ram o mes­mo pro­ble­ma.

É in­dis­so­ciá­vel o be­ne­fí­cio pre­vi­den­ciá­rio, das ne­ces­si­da­des vi­tais bá­si­cas da pes­soa hu­ma­na, e a lei no­va, ve­da­da a ofen­sa ao ato ju­rí­di­co per­fei­to, ao di­rei­to ad­qui­ri­do e à coi­sa jul­ga­da, tem efei­to ime­dia­to e ge­ral, al­can­çan­do as re­la­ções ju­rí­di­cas que ­lhes são an­te­rio­res.

Portanto, Excelência, a autora faz jus ao no­vo re­cál­cu­lo de seu be­ne­fí­cio pe­los ar­gu­men­tos apre­sen­ta­dos, re­que­ren­do não a re­troa­ti­vi­da­de da re­gra con­ti­da na Orientação Normativa nº 5 que é ­mais be­né­fi­ca, mas sim a sua apli­ca­ção ime­dia­ta quan­do da sua va­li­da­de, a to­dos os be­ne­fí­cios de mes­ma fi­gu­ra.

III – DA PRES­CRI­ÇÃO E ­DA DECADÊNCIA

A Lei nº 000711/0008 re­ge que o pra­zo pa­ra re­vi­são de be­ne­fí­cios é de 10 (dez) ­anos con­ta­dos da da­ta da con­ces­são, por­tan­to, ina­pli­cá­vel a re­fe­ri­da lei ao ca­so da autora, pos­to que ob­te­ve o be­ne­fí­cio em 2.12.2012.

De ou­tro la­do te­mos que o be­ne­fí­cio tem cu­nho ali­men­tar, de sub­sis­tên­cia, sen­do en­tão de or­dem pú­bli­ca e so­cial, po­den­do o se­gu­ra­do uti­li­zar-se de ­meios lí­ci­tos pa­ra fa­zer pre­va­le­cer es­te ob­je­ti­vo, de ime­dia­to e a qual­quer tem­po.

Diversas de­ci­sões re­cen­tes dos Tri­bu­nais, de­cla­ram a im­pres­cri­ti­bi­li­da­de do di­rei­to de re­vi­são. Um exem­plo é es­ta de­ci­são do TRF da 1ª Região:

Acórdão Origem: TRF – PRI­MEI­RA RE­GIÃO

Classe: AC – APE­LA­ÇÃO ­CÍVEL – 0100070308000

Processo: 20120100070308000 UF: MG Órgão julgador: Primeira Turma Suplementar

Data da de­ci­são: 4/4/2003 Documento: TRF100146708 Fonte DJ DA­TA: 30/4/2003 Pagina: 102 Relator(a) ­juiz MA­NOEL JO­SÉ FER­REI­RA NU­NES (­CONV.) Decisão:

A Turma, por una­ni­mi­da­de, ne­gou pro­vi­men­to à ape­la­ção e à re­mes­sa ofi­cial.

Ementa:

CONS­TI­TU­CIO­NAL – ­PREVIDENCIÁRIO E PRO­CES­SUAL CI­VIL – PRES­CRI­ÇÃO – DE­SA­CO­LHI­MEN­TO – ­BENEFÍCIOS CON­CE­DI­DOS AN­TES DA CF/88 – RMI – COR­RE­ÇÃO ­MONETÁRIA SO­BRE OS 24 ­SALÁRIOS DE CON­TRI­BUI­ÇÃO AN­TE­RIO­RES AOS 12 ­ÚLTIMOS – APLI­CA­ÇÃO DA ­ORTN/OTN – ­INTELIGÊNCIA DA LEI Nº 6.423/77 – REA­JUS­TE – ­SÚMULA Nº 260 DO TFR – ­EFICÁCIA ATÉ 5/4/10008000 – CRI­TÉ­RIO DO ART. 58 DO ­ADCT – APLI­CA­ÇÃO NO ­PERÍODO DE ­ABRIL DE 10008000 A DE­ZEM­BRO DE10000001 – DI­FE­REN­ÇA DE GRA­TI­FI­CA­ÇÃO NA­TA­LI­NA DE 10008000 – AU­TO-APLI­CA­BI­LI­DA­DE DO ART. 201, § 6º, DA CF/88 – ­SÚMULA Nº 23/TRF-1ª RE­GIÃO – COR­RE­ÇÃO ­MONETÁRIA – LEI Nº 6.88000/81 E ­SÚMULAS STJ 43 E 148.

1. A re­vi­são do be­ne­fí­cio pre­vi­den­ciá­rio é im­pres­cri­tí­vel, res­tan­do a pres­cri­ção so­men­te em re­la­ção às di­fe­ren­ças an­te­rio­res a cin­co ­anos da pro­po­si­tu­ra da ­ação, não ha­ven­do que se fa­lar em pe­re­ci­men­to do cha­ma­do fun­do de di­rei­to. Precedente des­ta Corte.

Isto pos­to, ine­gá­vel o di­rei­to da autora em ob­ter a re­vi­são de seu be­ne­fí­cio com ba­se na no­va sis­te­má­ti­ca da Orientação Normativa nº 5, de 23 de de­zem­bro de 2012.

IV – DO PE­DI­DO

Diante de to­do o ex­pos­to, re­quer se­ja a Autarquia ci­ta­da, na pes­soa de seu re­pre­sen­tan­te ju­di­cial, no en­de­re­ço de­cli­na­do no preâm­bu­lo pa­ra, que­ren­do, apre­sen­tar a con­tes­ta­ção que en­ten­der ca­bí­vel, de­ven­do a de­man­da, ao fi­nal, ser jul­ga­da pro­ce­den­te, con­de­nan­do-a a efe­tuar a re­vi­são do be­ne­fí­cio Aposentadoria por Tempo de Contribuição, a par­tir de _________________, na for­ma da Orientação Normativa nº 5, de 23 de de­zem­bro de 2012, con­sis­tin­do seu va­lor em ren­da men­sal ­igual a 100% (cem por cen­to) do salário de benefício, in­cluin­do no cál­cu­lo to­dos os va­lo­res efe­ti­va­men­te re­co­lhi­dos co­mo con­tri­bui­ção sem a aná­li­se com­pa­ra­ti­va com a es­ca­la de sa­lá­rio-ba­se, não im­pug­nan­do va­lo­res re­co­lhi­dos a ­maior.

Ademais, re­quer a con­de­na­ção ao pa­ga­men­to das di­fe­ren­ças en­con­tra­das en­tre o no­vo va­lor, e o va­lor efe­ti­va­men­te pa­go até a sen­ten­ça de­fi­ni­ti­va, atua­li­za­das com a in­ci­dên­cia da cor­re­ção mo­ne­tá­ria con­for­me a Súmula nº 148 do E. STJ, e acres­ci­das de ju­ros mo­ra­tó­rios de 6% ao ano, a con­tar da ci­ta­ção da Au­tar­quia até a da­ta do pa­ga­men­to, e ain­da, aos ho­no­rá­rios ad­vo­ca­tí­cios em 20%, do va­lor to­tal da con­de­na­ção.

Requer, ou­tros­sim, a re­nún­cia do cré­di­to ex­ce­den­te a 60 sa­lá­rios mí­ni­mos, quan­do da atua­li­za­ção, pa­ra que pos­sa a au­to­ra op­tar pe­lo pa­ga­men­to do sal­do sem o pre­ca­tó­rio, con­for­me re­za o pa­rá­gra­fo 4º do ar­ti­go 17, da Lei 1025000/01.

Requer, por der­ra­dei­ro, que lhe se­ja con­ce­di­da a Assistência Judiciária Gratuita dian­te de sua con­di­ção, e por for­ça da na­tu­re­za da cau­sa, que tem cu­nho ali­men­tar (de­cla­ra­ção de po­bre­za ane­xa).

Indica as pro­vas per­ti­nen­tes, sem ex­clu­são de qual­quer.

Dá à cau­sa o va­lor de R$___________________ (do­ze ve­zes o be­ne­fí­cio ­atual).

Declaro que as có­pias dos do­cu­men­tos jun­ta­dos fo­ram ti­ra­das de ­seus res­pec­ti­vos ori­gi­nais.

N. Termos,

P. E. de­fe­ri­men­to.

_____________, _____/________/ 200__

__________________________________

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