{"id":4079,"date":"2023-07-05T18:13:58","date_gmt":"2023-07-05T18:13:58","guid":{"rendered":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/?post_type=modelos-de-peticao&#038;p=3650"},"modified":"2023-07-05T18:13:58","modified_gmt":"2023-07-05T18:13:58","slug":"agravo-de-instrumento-impedimento-do-deposito-judicial-para-suspensao-da-exigibilidade-do-credito-tributario","status":"publish","type":"modelos-de-peticao","link":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/modelos-de-peticao\/agravo-de-instrumento-impedimento-do-deposito-judicial-para-suspensao-da-exigibilidade-do-credito-tributario\/","title":{"rendered":"[MODELO] AGRAVO DE INSTRUMENTO  &#8211;  Impedimento do dep\u00f3sito judicial para suspens\u00e3o da exigibilidade do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio"},"content":{"rendered":"<p><strong>ESFERA PROCESSUAL TRIBUT\u00c1RIA<\/strong><\/p>\n<p><strong>AGRAVO<\/strong><\/p>\n<p><strong>EXMO. SR. DR. DESEMBARGADOR FEDERAL PRESIDENTE DO EGR\u00c9GIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 3\u00aa REGI\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p><strong>RLBO LTDA.<\/strong> (qualifica\u00e7\u00e3o), por seu advogado e bastante procurador (docs. 01 e 02), vem, respeitosamente, \u00e0 presen\u00e7a de V. Exa., com fundamento nos artigos 524 e seguintes do C\u00f3digo de Processo Civil, com a reda\u00e7\u00e3o dada pelo artigo 1\u00ba da Lei n. 9.139, de 30-11-1995, interpor o presente<\/p>\n<p><strong>AGRAVO DE INSTRUMENTO<\/strong><\/p>\n<p>em face do r. despacho de fls., proferido nos autos do Mandado de Seguran\u00e7a n. &#8230;., em tr\u00e2mite perante a 4\u00aa Vara Federal em Campinas, o que faz na forma das anexas raz\u00f5es, requerendo sua juntada aos autos para os fins de direito.<\/p>\n<p>Termos em que,<\/p>\n<p>p. deferimento.<\/p>\n<p>Data<\/p>\n<p>Assinatura do Advogado<\/p>\n<p><strong>RAZ\u00d5ES DE AGRAVO DE INSTRUMENTO<\/strong><\/p>\n<p>Pela Agravante: <strong>RLBO LTDA.<\/strong><\/p>\n<p>Egr\u00e9gio Tribunal,<\/p>\n<p>Ilustres Julgadores,<\/p>\n<p><strong>1.<\/strong> A Agravante interp\u00f5e o presente recurso em face do r. despacho de fls., proferido nos autos do Mandado de Seguran\u00e7a n. &#8230;., impetrado contra ato do Sr. Delegado da Receita Federal em Campinas (doc. 03), que poder\u00e1 ser encontrado na (endere\u00e7o), sem Procurador nos autos, processo este que tramita perante a 4\u00aa Vara Federal em Campinas.<\/p>\n<p>Referido despacho (doc. 04), cuja intima\u00e7\u00e3o deu-se em (doc. 05), indeferiu o pedido formulado pela Agravante na inicial do Mandado de Seguran\u00e7a concernente \u00e0 autoriza\u00e7\u00e3o para a realiza\u00e7\u00e3o dos dep\u00f3sitos judiciais dos valores concernentes \u00e0 <strong>COFINS<\/strong>, em decorr\u00eancia das altera\u00e7\u00f5es introduzidas pela Lei n. 9.718\/98.<\/p>\n<p><strong>2. <\/strong>Como se v\u00ea pela inicial de fls., por interm\u00e9dio do referido Mandado de Seguran\u00e7a pretende a Agravante o reconhecimento do seu direito l\u00edquido e certo de n\u00e3o ser compelida ao recolhimento da <strong>COFINS<\/strong>, na sistem\u00e1tica institu\u00edda pela Lei n. 9.718\/98, em face de sua flagrante ilegalidade e inconstitucionalidade.<\/p>\n<p>Requereu, ainda, a Impetrante, conforme lhe faculta o inciso II do artigo 151 do C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional, a autoriza\u00e7\u00e3o para a realiza\u00e7\u00e3o de dep\u00f3sito judicial do valor em discuss\u00e3o, a fim de suspender a exigibilidade do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio.<\/p>\n<p>O ilustre Juiz de primeira inst\u00e2ncia, ao apreciar as raz\u00f5es que lhe foram submetidas pela Agravante, houve por bem indeferir o pedido de realiza\u00e7\u00e3o dos dep\u00f3sitos judiciais, por entender incab\u00edvel o aludido dep\u00f3sito em sede de mandado de seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>Portanto, \u00e9 justamente contra o indeferimento acima mencio\u00adnado, ou seja, acerca do dep\u00f3sito judicial, que se insurge a Agravante por interm\u00e9dio do presente recurso.<\/p>\n<p><strong>3.<\/strong> O artigo 151 do C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional estabelece expressamente:<\/p>\n<p><strong><em>&quot;Art. 151. Suspendem a exigibilidade do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio:<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>I &#8211; morat\u00f3ria;<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>II &#8211; o dep\u00f3sito do seu montante integral;<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>III &#8211; as reclama\u00e7\u00f5es e os recursos, nos termos das leis reguladoras do processo tribut\u00e1rio administrativo;<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>IV &#8211; a concess\u00e3o de medida liminar em mandado de seguran\u00e7a&quot;.<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Da simples leitura do dispositivo acima transcrito se constata que n\u00e3o h\u00e1 nenhum outro requisito imposto ao contribuinte para a suspens\u00e3o da exigibilidade do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio a n\u00e3o ser os previstos no aludido dispositivo legal.<\/p>\n<p>O dep\u00f3sito judicial \u00e9 faculdade outorgada ao contribuinte para que este possa suspender a exigibilidade do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio, evitando, assim, os encargos da mora e possibilitando a discuss\u00e3o judicial do d\u00e9bito tribut\u00e1rio em quest\u00e3o.<\/p>\n<p>E mais, o dep\u00f3sito judicial, em nosso ordenamento jur\u00eddico positivo, tem duas finalidades: a primeira \u00e9 a suspens\u00e3o da exigibilidade do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio, e a segunda \u00e9 evitar a evolu\u00e7\u00e3o dos juros de mora e impedir a aplica\u00e7\u00e3o de multas morat\u00f3rias ou regulamentares caso a decis\u00e3o final a ser proferida no processo resulte favor\u00e1vel \u00e0s pretens\u00f5es fazend\u00e1rias.<\/p>\n<p>O entendimento supramencionado vem exposto de forma primorosa pelo mestre HUGO DE BRITO MACHADO, que assim leciona:<\/p>\n<p><strong><em>&quot;Ocorre que em rela\u00e7\u00e3o aos tributos cujo lan\u00e7amento se faz por homologa\u00e7\u00e3o, o dep\u00f3sito antecede ao lan\u00e7amento e, assim, seria equ\u00edvoco afirmar-se que o seu efeito \u00e9 o de suspender a exigibilidade. Sem lan\u00e7amento, ainda n\u00e3o existe cr\u00e9dito tribut\u00e1rio, e portanto, ainda n\u00e3o h\u00e1 exigibilidade a ser suspensa. H\u00e1, todavia, o dever de antecipar o pagamento, cujo descumprimento coloca o contribuinte em mora. Nestes casos, portanto, o efeito do dep\u00f3sito n\u00e3o \u00e9 propriamente a suspens\u00e3o da exigibilidade, mas impedir a inadimpl\u00eancia.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Feitos os dep\u00f3sitos nos prazos para o pagamento do tributo que o contribuinte pretende discutir, n\u00e3o h\u00e1 mora. N\u00e3o h\u00e1, portanto, raz\u00e3o jur\u00eddica para san\u00e7\u00f5es contra o contribuinte.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>\t<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Conseq\u00fc\u00eancia pr\u00e1tica do dep\u00f3sito, assim, \u00e9 a exclus\u00e3o de qualquer san\u00e7\u00e3o contra o depositante.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Feito o dep\u00f3sito, o dever de pagar corre\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria, e juros, \u00e9 transferido para o deposit\u00e1rio&quot; <\/em><\/strong>(<em>Temas de Direito Tribut\u00e1rio II<\/em>, Ed. Revista dos Tribunais, 1994, p. 70-71)<em>.<\/em><\/p>\n<p>Por outro lado, no tocante \u00e0 exist\u00eancia de dep\u00f3sitos judiciais em mandado de seguran\u00e7a, o ilustre jurista assim se manifesta:<\/p>\n<p><strong><em>&quot;H\u00e1 quem entenda incab\u00edvel o dep\u00f3sito, se o procedimento no que se discute a exig\u00eancia do tributo \u00e9 um mandado de seguran\u00e7a. A provid\u00eancia seria incompat\u00edvel com o rito especial do <\/em>writ<em>.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Inexiste, todavia, qualquer incompatibilidade, posto que, no \u00e2mbito do mandado de seguran\u00e7a, nada h\u00e1 de decidir a respeito do dep\u00f3sito. Feita a comunica\u00e7\u00e3o de sua exist\u00eancia \u00e0 Fazenda P\u00fablica, o normal \u00e9 que esta se abstenha de promover a cobran\u00e7a respectiva. Se, entretanto, ingressar com a execu\u00e7\u00e3o fiscal, \u00e9 no \u00e2mbito desta que o juiz decidir\u00e1 se existe raz\u00e3o para admitir a execu\u00e7\u00e3o, ou se, pelo contr\u00e1rio, o dep\u00f3sito satisfaz as condi\u00e7\u00f5es legais para suspender a exigibilidade do cr\u00e9dito&quot;<\/em><\/strong> (op. cit., p. 67)<em>.<\/em><\/p>\n<p>Apesar de a Agravante entender que nem sequer havia a neces\u00adsidade de requerer-se o dep\u00f3sito judicial, formulou referido pedido em decorr\u00eancia do entendimento de alguns Ju\u00edzes no sentido da necessidade de expressa autoriza\u00e7\u00e3o para a realiza\u00e7\u00e3o de dep\u00f3sito em sede de mandado de seguran\u00e7a, conforme comprova o pr\u00f3prio entendimento do MM. Juiz &quot;a quo&quot;, para quem incab\u00edvel o dep\u00f3sito em sede de mandado de seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, entende a Agravante que aludido entendimento n\u00e3o encontra amparo em nosso ordenamento jur\u00eddico, tendo em vista tratar-se de situa\u00e7\u00f5es totalmente opostas, uma vez que o dep\u00f3sito judicial \u00e9 direito de qualquer cidad\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>4.<\/strong> No mesmo sentido vem sendo o entendimento de nossos Tribunais, conforme comprovam as decis\u00f5es abaixo transcritas:<\/p>\n<p><strong><em>&quot;Tribut\u00e1rio. 1. Dep\u00f3sito (CTN, art. 151, II). O dep\u00f3sito previsto no artigo 151, II, do C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional \u00e9 um direito do contribuinte, s\u00f3 depende de sua vontade e meios; o juiz nem pode ordenar o dep\u00f3sito, nem pode indeferi-lo. 2. Medida Liminar (CTN, art. 151, IV). A medida liminar de que trata o artigo 151, IV, do C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional tamb\u00e9m \u00e9 um direito do contribuinte, desde que reunidos os respectivos pressupostos (o <\/em>fumus boni iuris<em> e o <\/em>periculum in mora<em>); se o juiz deixar de reconhec\u00ea-los, deve indeferir a medida liminar, mas pode sugerir que essa tutela cautelar seja substitu\u00edda pelo dep\u00f3sito dos tributos controvertidos, praxe judicial que visa a atender o interesse de ambas as partes e que n\u00e3o \u00e9 ofensiva ao direito. Recurso Especial conhecido e provido&quot; <\/em><\/strong>(Resp n. 70.822\/MG, 2\u00aa Turma, Rel. Min. Ari Pargendler, DJU de 02.12.96)<em>.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>&quot;PROCESSUAL CIVIL E TRIBUT\u00c1RIO. DEP\u00d3SITO PARA A SUSPENS\u00c3O DA EXIGIBILIDADE DO CR\u00c9DITO TRIBUT\u00c1RIO. CONTINUA\u00c7\u00c3O NOS AUTOS DE MANDADO DE SEGURAN\u00c7A AP\u00d3S A CASSA\u00c7\u00c3O DE LIMINAR. POSSIBILIDADE. EXTRA\u00c7\u00c3O DE CARTA DE SENTEN\u00c7A. INADEQUA\u00c7\u00c3O. AGRAVO PARCIALMENTE PROVIDO.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>1 &#8211; A concess\u00e3o da liminar em mandado de seguran\u00e7a (C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional, artigo 151, inciso IV) n\u00e3o se vincula ao dep\u00f3sito integral das quantias controvertidas, que \u00e9 faculdade do contribuinte e se efetiva independentemente de autoriza\u00e7\u00e3o judicial. Precedentes no Superior Tribunal de Justi\u00e7a.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>2\u2006 \u2006 &#8211; \t<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>3\u2006 \u2006 &#8211; \t<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>4\u2006 \u2006 &#8211; Agravo parcialmente provido&quot; <\/em><\/strong>(grifado) (Agravo de Instrumento n. 97.03.053413-9 &#8211; TRF 3\u00aa Regi\u00e3o &#8211; Relator Juiz Casem Mazloum &#8211; DJU 01.02.00)<em>.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>&quot;LIMINAR EM MANDADO DE SEGURAN\u00c7A &#8211; INCONS\u00adTITUCIONALIDADE &#8211; CONCESS\u00c3O &#8211; <\/em>FUMUS BONI IURIS<em> E <\/em>PERICULUM IN MORA<em> &#8211; DEP\u00d3SITO DOS VALORES DISCUTIDOS.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Em ju\u00edzo de cogni\u00e7\u00e3o sum\u00e1ria, n\u00e3o deve ser afastada a aplica\u00e7\u00e3o de norma por v\u00edcio de inconstitucionalidade, a n\u00e3o ser que o v\u00edcio seja evidente e inequ\u00edvoco.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>A liminar s\u00f3 tem cabimento quando presentes simultaneamente os requisitos do <\/em>fumus boni iuris<em> e <\/em>do periculum in mora<em>.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>O dep\u00f3sito judicial dos valores questionados atende eq\u00fcitativamente os interesses de ambos os litigantes: os do contribuinte, porque sendo vitorioso n\u00e3o precisar\u00e1 submeter-se ao regime dos precat\u00f3rios para levantar o que lhe \u00e9 devido; os da Fazenda porque vencendo a causa poder\u00e1 receber o seu cr\u00e9dito mediante simples convers\u00e3o em renda das import\u00e2ncias depositadas&quot; <\/em><\/strong>(Agravo de Instrumento n. 1999.04.01.043623-2\/RS &#8211; TRF da 4\u00aa Regi\u00e3o &#8211; Relator Juiz Amir Jos\u00e9 Finocchiaro Sarti &#8211; DJU 01.12.99).<\/p>\n<p><strong><em>&quot;DEP\u00d3SITO JUDICIAL. ART. 151, II, DO CTN.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>O dep\u00f3sito judicial previsto no art. 151, II, do C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional \u00e9 um direito do contribuinte. O Juiz n\u00e3o pode ordenar o dep\u00f3sito, nem o indeferir&quot; <\/em><\/strong>(Recurso Especial n. 324.012-RS &#8211; STJ &#8211; 1\u00aa Turma &#8211; Rel. Min. Humberto Gomes de Barros &#8211; DJU 05.11.01)<em>.<\/em><\/p>\n<p>Dessa forma, comprovado o direito da Agravante a efetuar o dep\u00f3sito judicial do valor em discuss\u00e3o nos autos do mandado de seguran\u00e7a em refer\u00eancia, o r. despacho proferido pelo Magistrado a fls. do processo em tr\u00e2mite perante a primeira inst\u00e2ncia deve ser reformado a fim de se adequar ao disposto no C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional.<\/p>\n<p><strong>5. <\/strong>Portanto, de tudo o acima exposto, resta inequivocamente comprovado o direito da Agravante de efetuar os dep\u00f3sitos judiciais nos exatos termos do inciso II do artigo 151 do C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional.<\/p>\n<p>Dessa forma, espera a Agravante seja o presente recurso recebido como Agravo de Instrumento, conhecido, e, desde j\u00e1, <strong>requer<\/strong> seja deferida a <strong>ANTECIPA\u00c7\u00c3O DA TUTELA RECURSAL, <\/strong>na forma prevista pelo inciso III do artigo 527 do C\u00f3digo de Processo Civil, a fim de que seja autorizado o dep\u00f3sito judicial dos valores em discuss\u00e3o nos autos do processo em tr\u00e2mite perante a primeira inst\u00e2ncia.<\/p>\n<p>Espera, ao final, seja o presente recurso totalmente provido, para reformar a decis\u00e3o ora agravada.<\/p>\n<p>Esclarece, ainda, o subscritor da presente que possui escrit\u00f3rio em (endere\u00e7o).<\/p>\n<p>Data<\/p>\n<p>Assinatura do Advogado<\/p>\n","protected":false},"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"template":"","meta":{"content-type":""},"categoria-modelo":[158],"class_list":["post-4079","modelos-de-peticao","type-modelos-de-peticao","status-publish","hentry","categoria-modelo-tributario"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/modelos-de-peticao\/4079","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/modelos-de-peticao"}],"about":[{"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/modelos-de-peticao"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4079"}],"wp:term":[{"taxonomy":"categoria-modelo","embeddable":true,"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categoria-modelo?post=4079"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}