{"id":3069403,"date":"2024-06-08T07:55:57","date_gmt":"2024-06-08T07:55:57","guid":{"rendered":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/?post_type=modelos-de-peticao&#038;p=3650"},"modified":"2024-06-08T07:55:57","modified_gmt":"2024-06-08T07:55:57","slug":"contestacao-acidente-transito-ilegitimidade-ativa","status":"publish","type":"modelos-de-peticao","link":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/modelos-de-peticao\/contestacao-acidente-transito-ilegitimidade-ativa\/","title":{"rendered":"[MODELO] Contesta\u00e7\u00e3o  &#8211;  Acidente tr\u00e2nsito  &#8211;  Ilegitimidade ativa"},"content":{"rendered":"<p><strong>CONTESTA\u00c7\u00c3O<\/strong> &#8211; <strong>A\u00c7\u00c3O SUM\u00c1RIA DE REPARA\u00c7\u00c3O DE DANOS POR ACIDENTE DE TR\u00c2NSITO<\/strong>, movida pela autora, j\u00e1 Ve\u00edculo causador do acidente foi alienado antes da ocorr\u00eancia do sinistro. Ilegitimidade passiva do r\u00e9u. Unicamente falta a regulariza\u00e7\u00e3o administrativa que cabe ao comprador.<\/p>\n<p><strong>EXMO. SR. DR. JUIZ DE DIREITO DA &#8230;. \u00aa VARA C\u00cdVEL DA COMARCA DE<\/strong> &#8230;.<\/p>\n<p>Autos de n\u00ba &#8230;.<\/p>\n<p>Requerente: &#8230;.<\/p>\n<p>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;., (qualifica\u00e7\u00e3o), com sede na Rua &#8230;. n\u00ba &#8230;., por seus procuradores judiciais, ao final assinados, com escrit\u00f3rio na Rua &#8230;. n\u00ba &#8230;., onde recebem intima\u00e7\u00f5es e notifica\u00e7\u00f5es, vem, mui respeitosamente, \u00e0 presen\u00e7a de Vossa Excel\u00eancia, em aten\u00e7\u00e3o ao despacho exarado \u00e0s fls. &#8230;., e com base no art. 302 e seguintes da Legisla\u00e7\u00e3o Adjetiva Civil, para apresentar sua <\/p>\n<h1>CONTESTA\u00c7\u00c3O<\/h1>\n<p>nos supramencionados autos de <strong>A\u00c7\u00c3O SUM\u00c1RIA DE REPARA\u00c7\u00c3O DE DANOS POR ACIDENTE DE TR\u00c2NSITO<\/strong>, movida pela autora, j\u00e1 devidamente qualificada, o que faz pelos motivos f\u00e1ticos e jur\u00eddicos adiante aduzidos:<\/p>\n<h1>PRELIMINARMENTE<\/h1>\n<p>I. ILEGITIMIDADE PASSIVA AD CAUSAM<\/p>\n<p>Que, a autora atribui a responsabilidade pelos danos causados em seu ve\u00edculo no acidente registrado na data de &#8230;\/&#8230;\/&#8230;, por volta das &#8230;. horas, de acordo com o Boletim de Ocorr\u00eancia, acostado \u00e0s fls. &#8230;., no entanto nenhuma raz\u00e3o det\u00e9m para sustentar o seu pleito, eis que a requerida j\u00e1 N\u00c3O mais detinha a propriedade do caminh\u00e3o causador do acidente em tela, nem mesmo o seu condutor, &#8230;., era empregado seu, ademais nem o conhecia, como veremos adiante, pelos quais o \u00fanico e verdadeiro fim da presente causa ser\u00e1 a IMPROCED\u00caNCIA por ilegitimidade da requerida para figurar no polo passivo da demanda. Todavia e apenas para argumentar, poderia a requerente, por uma quest\u00e3o de cautela, que n\u00e3o se vislumbra no processo, ter ajuizado o seu pleito, inclusive, contra o condutor, para evitar o esvaziamento do objeto do seu intento. Assim sendo e ausente tal provid\u00eancia o seu natural desfecho ser\u00e1 o arquivamento do feito, o que espera, seja declarada em regular senten\u00e7a, condenando-se \u00e0 autora a arcar com as custas de estilo e honor\u00e1rios advocat\u00edcios, estes fixados consoante facultados pelo art. 20, par\u00e1grafo 3\u00ba, letras &quot;a&quot; a &quot;c&quot; e seu par\u00e1grafo 4\u00ba do CPC.<\/p>\n<h1>II. DOS FATOS<\/h1>\n<p>Que, na data do dia &#8230;\/&#8230;\/&#8230;, por volta das &#8230;. horas, quando trafegava o ve\u00edculo da autora, este de marca &#8230;., modelo &#8230;., de placas &#8230;., dirigido na ocasi\u00e3o por &#8230;., foi envolvido em acidente de tr\u00e2nsito provocado pelo caminh\u00e3o &#8230;., ano &#8230;., cor &#8230;., placas &#8230;., este conduzido por &#8230;.<\/p>\n<p>III.<\/p>\n<p>Que, o patrulheiro rodovi\u00e1rio, por raz\u00f5es que a requerida desconhece, autuou a ocorr\u00eancia tomando por base o registro antigo do caminh\u00e3o de &#8230;., vide BO de fls. &#8230;., quando que o seu condutor j\u00e1 detinha o documento atualizado, isto \u00e9, o de &#8230;., ainda registrado o vem em seu pr\u00f3prio nome, o que deixa, desde logo, antever uma pr\u00e1tica abusiva em evidenciada m\u00e1-f\u00e9.<\/p>\n<p>IV.<\/p>\n<p>A requerida mantinha o citado caminh\u00e3o como seu, vinculado ao Cons\u00f3rcio &#8230;., at\u00e9 a data de &#8230;\/&#8230;\/&#8230;, quando por acordo foi devolvido ao referido cons\u00f3rcio, ocasi\u00e3o em que firmou, recibo de transfer\u00eancia, em favor de &#8230;., como pode ser constatado da c\u00f3pia simples ora inclusa. Doc. &#8230;..<\/p>\n<p>Ainda, a formaliza\u00e7\u00e3o da aludida devolu\u00e7\u00e3o ao cons\u00f3rcio, foi realizada por termo pr\u00f3prio na data de &#8230;\/&#8230;\/&#8230;, como atesta a c\u00f3pia certificada pelo preposto daquele, advogado, &#8230;. &#8211; vide doc. &#8230;.<\/p>\n<p>V.<\/p>\n<p>Assim sendo, a verdadeira tradi\u00e7\u00e3o do ve\u00edculo deu-se na data de &#8230;\/&#8230;\/&#8230;, e em favor de &#8230;.<\/p>\n<p>Se n\u00e3o bastasse o alegado, o referido documento de CESS\u00c3O do ve\u00edculo, foi de total e exclusiva iniciativa do cons\u00f3rcio &#8230;., a qual transacionou com o Sr. &#8230;., que a partir de ent\u00e3o (&#8230;\/&#8230;\/&#8230;), assumiu todos os direitos e obriga\u00e7\u00f5es consorciais, por raz\u00f5es \u00f3bvias como consorciado.<\/p>\n<p>Do bem e passou responder pela manuten\u00e7\u00e3o, bem como, pela satisfa\u00e7\u00e3o de todos os \u00f4nus inerentes ao cons\u00f3rcio e como consorciado. Assim sendo, com a CESS\u00c3O operou-se plena e definitivamente, a TRADI\u00c7\u00c3O do bem, nos termos da lei.<\/p>\n<p>VI.<\/p>\n<p>Por conseq\u00fc\u00eancia, n\u00e3o h\u00e1 qualquer possibilidade de ser imputada a requerida qualquer parcela de culpa no evento, pela simples raz\u00e3o de que n\u00e3o mais era propriet\u00e1ria do bem, nem mesmo o seu condutor era seu empregado, a quem, inclusive, n\u00e3o o conhecia, eis que o neg\u00f3cio foi estabelecido exclusivamente entre o citado cons\u00f3rcio e o Sr. &#8230;. Com efeito!<\/p>\n<p>S\u00e3o os fatos!<\/p>\n<h1>DO DIREITO, DA DOUTRINA E JURISPRUD\u00caNCIA<\/h1>\n<p>VII. <\/p>\n<p>Descabe, com a m\u00e1xima v\u00eania, qualquer tipo de a\u00e7\u00e3o contra a requerida, devendo a presente causa ser julgada inepta, bem como, ser extinta, de acordo com o preceituado em nossa legisla\u00e7\u00e3o processual, que \u00e9 claro em seu art. 295, que transcrevemos in verbis:<\/p>\n<p>&quot;Art. 295 &#8211; CPC<\/p>\n<p>A peti\u00e7\u00e3o inicial ser\u00e1 indeferida:<\/p>\n<p>II. Quando a parte for manifestamente ileg\u00edtima;<\/p>\n<p>Prossegue o mesmo diploma legal em seu art. 267-VI, que:<\/p>\n<p>Art. 267:<\/p>\n<p>Extingue-se o processo, sem julgamento do m\u00e9rito:<\/p>\n<p>&#8230;<\/p>\n<p>VI. Quando n\u00e3o ocorrer qualquer das condi\u00e7\u00f5es da a\u00e7\u00e3o, como a possibilidade jur\u00eddica, a legitimidade das partes e o interesse processual.&quot;<\/p>\n<p>Cabe frisar que n\u00e3o \u00e9 outro o entendimento do contido no art. 329, do aludido diploma:<\/p>\n<p>&quot;Art. 329 &#8211; CPC<\/p>\n<p>Ocorrendo qualquer das hip\u00f3teses previstas nos artigos 267 e 269, n\u00ba II a V, o juiz declarar\u00e1 extinto o processo.&quot;<\/p>\n<p>VIII.<\/p>\n<p>Merit\u00edssimo julgador, a prova da presente causa restringe-se exclusivamente aos documentos geridos pelas partes. Vide docs. &#8230;., notadamente este \u00faltimo; Instrumento contratual de Cess\u00e3o e Transfer\u00eancia de Direitos e Obriga\u00e7\u00f5es do Contrato e Aliena\u00e7\u00e3o Fiduci\u00e1ria em Garantia, feita sob a anu\u00eancia do Cons\u00f3rcio &#8230;., detentora do dom\u00ednio da coisa, prova cabal de que n\u00e3o cabe responder a demandada por eventos posteriores \u00e0 tradi\u00e7\u00e3o, portanto isenta das pretens\u00f5es da autora, configurando-se a impossibilidade jur\u00eddica do pedido, por ilegitimidade de parte.<\/p>\n<p>Na esteira das provas documentais acostadas, h\u00e1 que se dada especial aten\u00e7\u00e3o \u00e0 Certid\u00e3o de Registro, emitida pelo DETRAN\/&#8230;., que atesta, que o ve\u00edculo em pauta, foi vendido a &#8230;., em &#8230;\/&#8230;\/&#8230;, deixando inequ\u00edvoco que o seu propriet\u00e1rio anterior era o Sr. &#8230;. (doc. &#8230;.).<\/p>\n<p>Todavia, para refor\u00e7ar o quanto alegado e provado pelos documentos geridos os quais s\u00e3o suficientes para afastar qualquer responsabilidade da requerida, com suped\u00e2neo no art. 397 do CPC, dever\u00e1 juntar aos presentes autos, o HIST\u00d3RICO DO VE\u00cdCULO, que nos pr\u00f3ximos dias ser\u00e1 expedido pelo DETRAN\/&#8230;., como atesta o protocolo do pedido. Vide doc. &#8230;.<\/p>\n<p>IX.<\/p>\n<p>Ainda que, e apenas para cogitar-se, caso n\u00e3o se tenha processado o registro da transfer\u00eancia de titularidade at\u00e9 a data da ocorr\u00eancia, a jurisprud\u00eancia, tamb\u00e9m n\u00e3o deixa qualquer d\u00favida quanto ao assunto em tela:<\/p>\n<p>&quot;ACIDENTE DE TR\u00c2NSITO &#8211; DOM\u00cdNIO &#8211; REGISTRO NA REPARTI\u00c7\u00c3O DE TR\u00c2NSITO &#8211; PRESUN\u00c7\u00c3O DA PROPRIEDADE ILID\u00cdVEL POR PROVA.<\/p>\n<p>Ementa Oficial: O registro nas reparti\u00e7\u00f5es do departamento de tr\u00e2nsito, n\u00e3o \u00e9 suficiente para responsabilizar aquele que ali figura como propriet\u00e1rio pela simples tradi\u00e7\u00e3o, o que pode ser provado independentemente de tal registro.&quot;<\/p>\n<p>In Jurisp. Brasileira &#8211; JB 106 &#8211; p. 80 &#8211; Ed. Juru\u00e1, 1986 &#8211; Ac. Tr\u00e2ns. II<\/p>\n<p>Ainda:<\/p>\n<p>ACIDENTE DE TR\u00c2NSITO &#8211; PROPRIEDADE &#8211; REGISTRO EM REPARTI\u00c7\u00c3O COMPETENTE &#8211; VALIDADE.<\/p>\n<p>Ementa Oficial: Se, se achar o carro ainda registrado nas reparti\u00e7\u00f5es do DETRAN em nome da Requerida, n\u00e3o lhe poderia atribuir a responsabilidade pela colis\u00e3o. Tal registro configura um ato meramente administrativo e n\u00e3o constitui prova de dom\u00ednio. Tem ele por finalidade &quot;menos o de atribuir a propriedade que o de regularizar um servi\u00e7o.&quot;<\/p>\n<p>&#8211; Conforme acentuado pelo i. Ministro Them\u00edstocles Cavalcanti &#8211; STF &#8211; RTJ 48\/137.<\/p>\n<p>X.<\/p>\n<p>Todavia temos, na esteira da tese sustentada que:<\/p>\n<p>ACIDENTE DE TR\u00c2NSITO &#8211; ILEGITIMIDADE PASSIVA.<\/p>\n<p>&quot;Comprovada a aliena\u00e7\u00e3o do ve\u00edculo, mediante recibo passado em data anterior e com firma anterior, n\u00e3o se legitima passivamente para a demando ao anterior propriet\u00e1rio, ainda que o ve\u00edculo permane\u00e7a registrado em seu nome do Departamento de Tr\u00e2nsito. Desnecessidade do Registro do recibo, correspondente \u00e0 venda, no Of\u00edcio de T\u00edtulos e Documentos. Embargos providos.&quot;<\/p>\n<p>&#8211; Ap. 183037704 (E Infrs) 2\u00ba Gr-Cs. j. Em 21.05.84. rel Juiz Luiz Fernando Koch &#8211; com. POA-RS.<\/p>\n<p>Temos ainda:<\/p>\n<p>ACIDENTE DE TR\u00c2NSITO &#8211; ILEGITIMIDADE PASSIVA &#8211; COMPROVADA A OMISS\u00c3O DO REGISTRO DA VENDA DO VE\u00cdCULO &#8211; RESPONSABILIDADE CIVIL.<\/p>\n<p>&quot;N\u00e3o constitui fundamento suficiente, a acarretar, para o alienante, a responsabilidade por danos resultantes de acidente de tr\u00e2nsito, a simples omiss\u00e3o do registro de venda do ve\u00edculo junto \u00e0 reparti\u00e7\u00e3o de tr\u00e2nsito e ao Cart\u00f3rio de T\u00edtulos, quando comprovado que a aliena\u00e7\u00e3o efetivamente ocorreu antes do acidente em que o motorista do autom\u00f3vel n\u00e3o era preposto do alienante. Distinta, a hip\u00f3tese dos autos, daquela regida pela S\u00famula 489 &#8211; exige diretriz &#8211; compreende a responsabilidade civil perante terceiro. Procedentes do Supremo Tribunal (RREE 105.817, 102.119, 106.835 e 109.137), Recursos providos.&quot;<\/p>\n<p>&#8211; Ac. un\u00e2n. da 1\u00aa T. STF-RE 115.065-3 RS &#8211; Rel. Min. Ot\u00e1vio Gallotti &#8211; DJU 16.09.88, p. 23.317 &#8211; IOB 1.988.<\/p>\n<p>XI.<\/p>\n<p>De tudo quanto foi exposto, requer de Vossa Excel\u00eancia para que se digne em conhecer da preliminar arg\u00fcida, para julgar extinta a presente causa sem aprecia\u00e7\u00e3o do m\u00e9rito, com fulcro nos artigos supramencionados e pelas provas documentais produzidas, por uma quest\u00e3o de JUSTI\u00c7A, acompanhando intelig\u00eancias dos nossos Tribunais mais elevados, eis que discorrer em sentido contr\u00e1rio seria como alimentar v\u00e3s esperan\u00e7as, para tanto exemplifica-se mais uma vez com o arresto a seguir:<\/p>\n<h1>RESPONSABILIDADE CIVIL<\/h1>\n<p>&quot;Acidente de tr\u00e2nsito &#8211; ve\u00edculo alienado antes do evento &#8211; Inexist\u00eancia de transfer\u00eancia junto \u00e0 reparti\u00e7\u00e3o de tr\u00e2nsito &#8211; Ilegitimidade passiva de parte do antigo propriet\u00e1rio do ve\u00edculo. <\/p>\n<p>A a\u00e7\u00e3o proposta contra o antigo propriet\u00e1rio. Ilegitimidade passiva de parte. Car\u00eancia decretada. Inaplicabilidade da S\u00famula 489 do STF.<\/p>\n<p>A transfer\u00eancia do dom\u00ednio de bem m\u00f3vel opera-se pela tradi\u00e7\u00e3o e as provid\u00eancias junto \u00e0 reparti\u00e7\u00e3o de tr\u00e2nsito constitui mero expediente administrativo, que cabe ao comprador e que n\u00e3o interfere no neg\u00f3cio jur\u00eddico.&quot;<\/p>\n<p>&#8211; Ap. 324.140 &#8211; 7\u00aa C. J. em 24.04.84 &#8211; Rel. Juiz Marcos Andrade.<\/p>\n<h1>NO M\u00c9RITO<\/h1>\n<p>XII.<\/p>\n<p>Deixa a requerida de tecer maiores coment\u00e1rios sobre o acidente em quest\u00e3o, visto que, n\u00e3o mais detinha a posse do ve\u00edculo e, muito menos, que o seu condutor fosse empregado ou preposto seu, al\u00e9m de desconhec\u00ea-lo totalmente, foi desde a j\u00e1 citada CESS\u00c3O, \u00e9 quem consta como atual possuidor e propriet\u00e1rio. Por verdadeiro, o que importa \u00e0 requerida \u00e9 que desde &#8230;\/&#8230;\/&#8230; e de acordo com a aventada CESS\u00c3O iniciativa do Cons\u00f3rcio &#8230;., detentora do dom\u00ednio, n\u00e3o responde por obriga\u00e7\u00f5es sobre a vida do caminh\u00e3o em deslinde, a qualquer t\u00edtulo, por menor que seja.<\/p>\n<p>XIII.<\/p>\n<p>Ex positis, requer de Vossa Excel\u00eancia para que se digne, com o devido respeito, acatando os argumentos ora expendidos, julgar pela IMPROCED\u00caNCIA, decretando-se em regular senten\u00e7a, carecedora de a\u00e7\u00e3o a autora, por ilegitimidade de parte da ora contestante, conforme fundamentado eis que a quest\u00e3o versa sobre mat\u00e9ria exclusivamente de direito, demonstrado, inclusive, documentalmente, pelo qual entende desnecess\u00e1ria a produ\u00e7\u00e3o de qualquer outra prova, pelo que comporta o seu julgamento antecipado na forma preconizada pelo art. 330, Inciso I, do CPC, ordenando-se, ainda a imediata baixa dos registros junto ao Cart\u00f3rio Distribuidor.<\/p>\n<p>XIV.<\/p>\n<p>Assim, requer a condena\u00e7\u00e3o da autora \u00e0s custas de estilo e \u00e0s verbas honor\u00e1rias, estes na forma arg\u00fcida da preliminar, parte final, que ora se ratifica por ser de inquestion\u00e1vel JUSTI\u00c7A!<\/p>\n<p>XV.<\/p>\n<p>Ad cautelam, desde logo se requer, pela produ\u00e7\u00e3o de todos os meios de prova em direito admitidos, especialmente pelo depoimento pessoal do representante legal da autora, especialmente do seu condutor, &#8230;., sob pena de confesso, e outros sem exce\u00e7\u00e3o se a causa assim o exigir.<\/p>\n<p>XVI.<\/p>\n<p>Com as devidas reservas dos poderes outorgados pela requerida, habilita-se na presente causa o Advogado &#8230;., (qualifica\u00e7\u00e3o), regularmente inscrito na OAB\/&#8230;. sob n\u00ba &#8230;., que poder\u00e1 atuar conjunta ou separadamente.<\/p>\n<p>Nestes termos,<\/p>\n<p>Pede deferimento.<\/p>\n<p>&#8230;., &#8230;. de &#8230;. de &#8230;.<\/p>\n<p>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;<\/p>\n<p>Advogado OAB\/&#8230;<\/p>\n","protected":false},"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"template":"","meta":{"content-type":""},"categoria-modelo":[525],"class_list":["post-3069403","modelos-de-peticao","type-modelos-de-peticao","status-publish","hentry","categoria-modelo-civil"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/modelos-de-peticao\/3069403","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/modelos-de-peticao"}],"about":[{"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/modelos-de-peticao"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3069403"}],"wp:term":[{"taxonomy":"categoria-modelo","embeddable":true,"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categoria-modelo?post=3069403"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}