{"id":2993814,"date":"2024-04-30T15:06:28","date_gmt":"2024-04-30T15:06:28","guid":{"rendered":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/?post_type=modelos-de-peticao&#038;p=3650"},"modified":"2024-04-30T15:06:28","modified_gmt":"2024-04-30T15:06:28","slug":"recurso-inominado-pensao-por-morte-prova-atividade-rural","status":"publish","type":"modelos-de-peticao","link":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/modelos-de-peticao\/recurso-inominado-pensao-por-morte-prova-atividade-rural\/","title":{"rendered":"[MODELO] Recurso Inominado  &#8211;  Pens\u00e3o por Morte  &#8211;  Prova Atividade Rural"},"content":{"rendered":"<p><strong>EXCELENT\u00cdSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ FEDERAL DA VARA DO JUIZADO ESPECIAL FEDERAL PREVIDENCI\u00c1RIO DA SUBSE\u00c7\u00c3O JUDICI\u00c1RIA DE (CIDADE), SE\u00c7\u00c3O JUDICI\u00c1RIA DO ESTADO DE (ESPECIFICAR)  <\/strong><\/p>\n<p><strong>AUTOS N\u00ba<\/strong><\/p>\n<p><strong>PARTE AUTORA:<\/strong><\/p>\n<p><strong>R\u00c9U:<\/strong> INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL \u2013 INSS<\/p>\n<p><strong>A PARTE AUTORA<\/strong>, j\u00e1 devidamente qualificada nos autos da a\u00e7\u00e3o de concess\u00e3o de benef\u00edcio de pens\u00e3o por morte em ep\u00edgrafe, por seus procuradores firmat\u00e1rios, em n\u00e3o se conformando com a respeit\u00e1vel senten\u00e7a prolatada nos autos, vem, perante Vossa Excel\u00eancia, interpor <strong>RECURSO INOMINADO <\/strong>contra senten\u00e7a de (fls. ou evento)<strong>, <\/strong>na forma prevista pelo art. 41 da Lei n.\u00ba 9.099\/95 c\/c art. 1\u00ba da Lei n.\u00ba 10.259\/01 e art. 4\u00ba da Resolu\u00e7\u00e3o n.\u00ba 061\/09 do Conselho da Justi\u00e7a Federal, requerendo que, cumpridas as formalidades legais e percebendo o presente recurso, sejam os autos remetidos \u00e0 Turma Recursal.<\/p>\n<p>Pede deferimento.<\/p>\n<p>Data.<\/p>\n<p>Advogado<\/p>\n<p><strong>EGR\u00c9GIA TURMA RECURSAL DA SE\u00c7\u00c3O JUDICI\u00c1RIA DE (ESPECIFICAR)<\/strong><\/p>\n<p><strong>COLENDA TURMA DE RECURSOS<\/strong><\/p>\n<p><strong>EM\u00c9RITOS JULGADORES<\/strong><\/p>\n<p><strong>RAZ\u00d5ES DO RECURSO INOMINADO<\/strong><\/p>\n<table>\n<tr>\n<td>\n<p><strong>1. BREVE RELATO DO PROCESSO<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/table>\n<p>A parte autora, ora recorrente, postulou com a presente a\u00e7\u00e3o previdenci\u00e1ria que o INSS fosse condenado a conceder-lhe o benef\u00edcio de pens\u00e3o por morte em raz\u00e3o do exerc\u00edcio de atividade rural do seu (especificar) na qualidade de segurado especial.<\/p>\n<p>Citado, o INSS apresentou contesta\u00e7\u00e3o (fls. ou evento).<\/p>\n<p>Determinada a realiza\u00e7\u00e3o de audi\u00eancia de instru\u00e7\u00e3o, foram colhidos os depoimentos das testemunhas (fls. ou evento).<\/p>\n<p>Sobreveio o julgamento do feito (fls. ou evento). <\/p>\n<table>\n<tr>\n<td>\n<p><strong>2. PRESTA\u00c7\u00c3O JURISDICIONAL DE 1\u00aa INST\u00c2NCIA<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/table>\n<p>A senten\u00e7a monocr\u00e1tica n\u00e3o reconheceu o direito do recorrente a concess\u00e3o de pens\u00e3o por morte, sob a alega\u00e7\u00e3o de que:<\/p>\n<p> (descrever a fundamenta\u00e7\u00e3o da senten\u00e7a).<\/p>\n<p>Ousando discordar da senten\u00e7a quanto \u00e0 n\u00e3o concess\u00e3o do benef\u00edcio de pens\u00e3o por morte, o mesmo recorre a esta Colenda Turma Recursal buscando a reforma da decis\u00e3o, pelas raz\u00f5es que v\u00e3o adiante expostas:<\/p>\n<table>\n<tr>\n<td>\n<p><strong>3. RAZ\u00d5ES DE REFORMA DA SENTEN\u00c7A MONOCR\u00c1TICA<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/table>\n<p>Com a devida v\u00eania, o presente processo apresenta particularidades, desconsideradas pelo Ju\u00edzo sentenciante, mas que s\u00e3o suficientes e permitem que se ultrapasse a conclus\u00e3o da r. senten\u00e7a.<\/p>\n<p>Explica-se:<\/p>\n<p>Cumpre ao magistrado valorar os fatos e circunst\u00e2ncias evidenciados com \u00eanfase no art. 5\u00ba da Lei de Introdu\u00e7\u00e3o as Normas do Direito Brasileiro &#8211; LINDB \u201cna aplica\u00e7\u00e3o da lei, o juiz atender\u00e1 aos fins sociais a que ela se dirige e \u00e0s exig\u00eancias do bem comum\u201d e levar em considera\u00e7\u00e3o a realidade social desses trabalhadores, onde na sua maioria, predomina a informalidade.<\/p>\n<p>Vale lembrar que n\u00e3o se mostra razo\u00e1vel exigir que a prova da atividade rural siga sempre a forma prescrita em lei, ou seja, exig\u00eancia de in\u00edcio razo\u00e1vel de prova material. Quanto ao trabalhador rural boia-fria, diante da informalidade inerente ao seu labor, deve ser considerado v\u00e1lido outras provas quando atingido a finalidade de comprovar o exerc\u00edcio da atividade rural, consoante disposto no art. 244 do C\u00f3digo de Processo Civil.<\/p>\n<p>O art. 74 da Lei n\u00ba 8.213\/91 disp\u00f5e que s\u00e3o requisitos para a pens\u00e3o por morte: \u00f3bito do instituidor da pens\u00e3o; comprova\u00e7\u00e3o da condi\u00e7\u00e3o de dependente do benefici\u00e1rio e a qualidade de segurado do falecido \u00e0 \u00e9poca do \u00f3bito.<\/p>\n<p>Verifica-se que o tempo de servi\u00e7o rural pode ser comprovado mediante a produ\u00e7\u00e3o de prova material suficiente, ainda que inicial, complementada por prova testemunhal id\u00f4nea &#8211; quando necess\u00e1ria ao preenchimento de eventuais lacunas &#8211; n\u00e3o sendo esta admitida exclusivamente, a teor do disposto no art. 55, \u00a7 3\u00ba, da Lei n\u00ba 8.213\/91 e na S\u00famula n\u00ba 149 do STJ, \u00e0 exce\u00e7\u00e3o dos trabalhadores rurais b\u00f3ias-frias. Embora o art. 106 da Lei n\u00ba 8.213\/91 relacione os documentos aptos a essa comprova\u00e7\u00e3o, tal rol \u00e9 meramente exemplificativo. N\u00e3o se exige prova plena da atividade rural de todo o per\u00edodo correspondente \u00e0 car\u00eancia, de forma a inviabilizar a pretens\u00e3o, mas um in\u00edcio de documenta\u00e7\u00e3o que, juntamente com a prova testemunhal, possibilite um ju\u00edzo de valor seguro acerca dos fatos que se pretende comprovar.<\/p>\n<p>Entretanto, tal limita\u00e7\u00e3o n\u00e3o pode ser extensiva ao segurado que apresente documentos que, embora n\u00e3o correspondam exatamente ao intervalo necess\u00e1rio a ser comprovado, constituam um ind\u00edcio razo\u00e1vel de que a atividade agr\u00edcola vinha sendo desenvolvida, tendo a prova testemunhal a finalidade de, nesse caso, vincular o in\u00edcio de prova material ao per\u00edodo cuja demonstra\u00e7\u00e3o da atividade rural \u00e9 necess\u00e1ria.<\/p>\n<p>Registra-se que o in\u00edcio de prova material, consoante interpreta\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica da lei, ser\u00e1 feito mediante documentos que comprovem o exerc\u00edcio da atividade rural, devendo ser contempor\u00e2neos ao per\u00edodo de car\u00eancia, ainda que parcialmente. <\/p>\n<p>De outro modo, n\u00e3o h\u00e1 impedimento a que sejam considerados os documentos emitidos em per\u00edodo pr\u00f3ximo ao controverso, desde que indiquem a continuidade da atividade rural.<\/p>\n<p>As certid\u00f5es de registro civil s\u00e3o h\u00e1beis a constituir in\u00edcio probat\u00f3rio da atividade rural da parte autora, nos termos na jurisprud\u00eancia pac\u00edfica do Superior Tribunal de Justi\u00e7a (REsp n.\u00ba 980.065\/SP, Quinta Turma, Rel. Ministro Napole\u00e3o Nunes Maia Filho, j. em 20-11-2007, DJU, Se\u00e7\u00e3o 1, de 17-12-2007, p. 340, e REsp n.\u00ba 637.437\/PB, Relatora Ministra Laurita Vaz, Quinta Turma, j. em 17-08-2004, DJU, Se\u00e7\u00e3o 1, de 13-09-2004, p. 287, dentre outros julgados).<\/p>\n<p>O fato de o documento estar em nome de terceiro, sobretudo do(a) companheiro(a) ou pais do recorrente estende a condi\u00e7\u00e3o de trabalhador rural, configurando como in\u00edcio prova material<sup><a href=\"#footnote-2\" id=\"footnote-ref-2\">[1]<\/a><\/sup>. Vejamos a jurisprud\u00eancia do Superior Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 STJ:<\/p>\n<p>AGRAVO REGIMENTAL. APOSENTADORIA RURAL. IN\u00cdCIO DE PROVA MATERIAL. DOCUMENTOS QUE ATESTAM AQUALIDADE DE RUR\u00cdCOLA DO COMPANHEIRO FALECIDO. EXTENS\u00c3O DA CONDI\u00c7\u00c3O \u00c0 AUTORA. POSSIBILIDADE.<\/p>\n<p>1. \u00c9 firme o entendimento desta Corte Superior no sentido de que, corroborada por robusta prova testemunhal, \u00e9 prescind\u00edvel que a prova documental abranja todo o per\u00edodo de car\u00eancia do labor rural.<\/p>\n<p><strong>2. A certid\u00e3o de \u00f3bito, na qual consta a profiss\u00e3o de lavrador atribu\u00edda ao companheiro da autora, estende a esta a condi\u00e7\u00e3o de rur\u00edcola, afastando a aplica\u00e7\u00e3o do enunciado da S\u00famula 149\/STJ. Precedentes.<\/strong><\/p>\n<p>3. Agravo regimental improvido. (AgRg no REsp 1199200\/MT, Rel. Ministro SEBASTI\u00c3O REIS J\u00daNIOR, SEXTA TURMA, DJe 07\/12\/2011). Grifei<\/p>\n<p>No caso concreto, para comprovar o trabalho agr\u00edcola no per\u00edodo anterior ao \u00f3bito, foram juntados aos autos os seguintes documentos:<\/p>\n<ul>\n<li>Descrever os documentos apresentados<\/li>\n<\/ul>\n<p>Na audi\u00eancia de concilia\u00e7\u00e3o, instru\u00e7\u00e3o e julgamento realizada em (data) foi colhido o depoimento pessoal do recorrente e foram ouvidas as testemunhas &#8211; advertidas, compromissadas e n\u00e3o impugnadas pelo INSS &#8211; as quais afirmaram:<\/p>\n<ul>\n<li>Testemunha 1<\/li>\n<\/ul>\n<p>(descrever depoimento)<\/p>\n<ul>\n<li>Testemunha 2<\/li>\n<\/ul>\n<p>(descrever depoimento)<\/p>\n<ul>\n<li>Testemunha 3<\/li>\n<\/ul>\n<p>(descrever depoimento)<\/p>\n<p>O depoimento pessoal do recorrente trouxe informa\u00e7\u00f5es semelhantes, nos seguintes termos:<\/p>\n<p>(descrever o depoimento)<\/p>\n<p>Destarte, a ouvida das testemunhas, em seu conjunto, \u00e9 coerente quanto ao fato de que o falecido sempre exerceu o trabalho rural na qualidade de segurado especial. Os depoimentos das testemunhas s\u00e3o uniformes no sentido de que o falecido se tratava de pessoa que labora ao longo de toda a vida como rur\u00edcola, tanto quanto que extrai dessa atividade a sua subsist\u00eancia, n\u00e3o havendo motivo para que seja afastado o seu direito ao benef\u00edcio.<\/p>\n<p>Na mesma linha, \u00e9 a jurisprud\u00eancia: <\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ESPECIAL. PREVIDENCI\u00c1RIO. LABOR RURAL. RECONHECIMENTO. PROVA MATERIAL. IN\u00cdCIO. DEPOIMENTO TESTEMUNHAL A N\u00c3O CORROBORAR O PER\u00cdODO ALEGADO. 1. Nos termos da consolidada jurisprud\u00eancia do Superior Tribunal de Justi\u00e7a, para a comprova\u00e7\u00e3o do tempo de servi\u00e7o rural, n\u00e3o \u00e9 exigida prova documental de todo o per\u00edodo laborado nas lides campesinas, sendo suficiente a apresenta\u00e7\u00e3o de in\u00edcio de prova material, desde que corroborada por via testemunhal id\u00f4nea. (&#8230;) 3. Agravo regimental a que se nega provimento.&quot; (AgRg no REsp 1.180.335\/PR, Rel. Min. Og Fernandes, Sexta Turma, julgado em 28.6.2011, DJe 3.8.2011.)<\/p>\n<p>PREVIDENCI\u00c1RIO. APOSENTADORIA POR IDADE. TRABALHADOR RURAL. IN\u00cdCIO DE PROVA MATERIAL CORROBORADO POR ROBUSTA PROVA TESTEMUNHAL. 1. A comprova\u00e7\u00e3o do exerc\u00edcio de atividade rural para fins previdenci\u00e1rios pressup\u00f5e o que a norma denomina de in\u00edcio de prova material. A <em>ratio legis <\/em>do dispositivo mencionado n\u00e3o \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o exaustiva, mas um ponto de partida que propicie ao julgador meios de convencimento. 2. \u00c9 o entendimento desta Corte Superior, em interpreta\u00e7\u00e3o do art. 143 da Lei n. 8.213\/1991, que n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio que a prova material se refira a todo o per\u00edodo de car\u00eancia se este for demonstrado por outros meios, como, por exemplo, pelos depoimentos testemunhais, como ocorreu no caso dos autos. 3. A Primeira Se\u00e7\u00e3o desta Corte, no julgamento de recurso especial submetido \u00e0 sistem\u00e1tica dos recursos repetitivos, REsp 1.304.479\/SP, de relatoria do Min. Herman Benjamim, julgado em 10.10.2012 (DJ de 19.12.2012), consignou que o &quot;<em>trabalho urbano de um dos membros do grupo familiar n\u00e3o<\/em> <em>descaracteriza, por si s\u00f3, os demais integrantes como segurados<\/em> <em>especiais, devendo ser averiguada, a dispensabilidade do trabalho<\/em> <em>rural para a subsist\u00eancia do grupo familiar, incumb\u00eancia esta das<\/em> <em>inst\u00e2ncias ordin\u00e1rias (S\u00famula 7\/STJ) <\/em>&quot;. Agravo regimental improvido. AgRg no recurso especial N\u00ba 1.367.415 &#8211; RS (2013\/0032867-3). Rel. Min. Humberto Martins. Bras\u00edlia (DF), 04 de abril de 2013.<\/p>\n<p>Assim, tem-se que a prova material acostada, aliada \u00e0 prova testemunhal colhida, mostram-se razo\u00e1vel a demonstra\u00e7\u00e3o do labor rural na qualidade de segurado especial, durante o per\u00edodo de car\u00eancia, e eventuais imprecis\u00f5es verific\u00e1veis no conte\u00fado da prova oral podem ser atribu\u00eddas ao tempo transcorrido desde os fatos narrados, que n\u00e3o comprometem, por\u00e9m, a idoneidade da prova.<\/p>\n<p><strong>Presentes os requisitos, quais sejam: \u00f3bito do instituidor da pens\u00e3o; comprova\u00e7\u00e3o da condi\u00e7\u00e3o de dependente do benefici\u00e1rio, <\/strong>sendo que estes s\u00e3o incontroversos,<strong> e a qualidade de segurado do falecido \u00e0 \u00e9poca do \u00f3bito, \u00e9 devido a concess\u00e3o ao recorrente do benef\u00edcio de pens\u00e3o por morte, nos termos da Lei n\u00ba 8.213\/91.<\/strong><\/p>\n<p>Portanto, ante o exposto, merece reforma a r. senten\u00e7a recorrida, determinando-se o deferimento da pens\u00e3o por morte.<\/p>\n<table>\n<tr>\n<td>\n<p><strong>4. REQUERIMENTO<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/table>\n<p>Diante do exposto, requer-se:<\/p>\n<p><strong>a) <\/strong>Condenar o INSS a conceder ao recorrente o benef\u00edcio de pens\u00e3o por morte, tendo por comprovado o exerc\u00edcio de atividade rural pelo instituidor do benef\u00edcio, assim como consequente qualidade de segurado do falecido \u00e0 \u00e9poca do \u00f3bito e a condi\u00e7\u00e3o de dependente da parte autora na condi\u00e7\u00e3o de (especificar &#8211; c\u00f4njuge e filhos), com in\u00edcio na data do \u00f3bito (data), posto que foi postulado em at\u00e9 30 (trinta) dias depois.<\/p>\n<p><strong>b) <\/strong>Condenar o INSS ao pagamento das custas processuais, despesas e honor\u00e1rios advocat\u00edcios devidamente atualizados, na base de 20% (vinte por cento) sobre o valor da condena\u00e7\u00e3o, conforme disp\u00f5e o art. 55 da Lei n.\u00ba 9.099\/95 e art. 20, \u00a7 3\u00ba do C\u00f3digo de Processo Civil;<\/p>\n<p>Pede deferimento.<\/p>\n<p>Data.<\/p>\n<ol>\n<li id=\"footnote-2\">\n<p> TNU: S\u00famula n\u00ba 6 \u2013 COMPROVA\u00c7\u00c3O DE CONDI\u00c7\u00c3O RUR\u00cdCOLA: A certid\u00e3o de casamento ou outro documento id\u00f4neo que evidencie a condi\u00e7\u00e3o de trabalhador rural do c\u00f4njuge constitui in\u00edcio razo\u00e1vel de prova material da atividade rur\u00edcola. <a href=\"#footnote-ref-2\">\u2191<\/a><\/p>\n<\/li>\n<\/ol>\n","protected":false},"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"template":"","meta":{"content-type":""},"categoria-modelo":[483],"class_list":["post-2993814","modelos-de-peticao","type-modelos-de-peticao","status-publish","hentry","categoria-modelo-contratos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/modelos-de-peticao\/2993814","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/modelos-de-peticao"}],"about":[{"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/modelos-de-peticao"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2993814"}],"wp:term":[{"taxonomy":"categoria-modelo","embeddable":true,"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categoria-modelo?post=2993814"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}