{"id":2991761,"date":"2024-04-30T00:11:59","date_gmt":"2024-04-30T00:11:59","guid":{"rendered":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/?post_type=modelos-de-peticao&#038;p=3650"},"modified":"2024-04-30T00:11:59","modified_gmt":"2024-04-30T00:11:59","slug":"ilegalidade-da-prisao-civil-do-devedor-fiduciante-analise-contratual-e-constitucional","status":"publish","type":"modelos-de-peticao","link":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/modelos-de-peticao\/ilegalidade-da-prisao-civil-do-devedor-fiduciante-analise-contratual-e-constitucional\/","title":{"rendered":"[MODELO] Ilegalidade da Pris\u00e3o Civil do Devedor &#8211; Fiduciante  &#8211;  An\u00e1lise Contratual e Constitucional"},"content":{"rendered":"<table>\n<tr>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a03- O principal escopo do trabalho foi o de demonstrar que a pris\u00e3o civil do devedor-fiduciante \u00e9 ilegal. Por primeiro, foi feita a distin\u00e7\u00e3o da figura do deposit\u00e1rio, regulada pelo contrato de dep\u00f3sito previsto no C\u00f3digo Civil e a do devedor-fiduciante, regulada no contrato de aliena\u00e7\u00e3o fiduci\u00e1ria.<\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Ficou demonstrado que o contrato de aliena\u00e7\u00e3o fiduci\u00e1ria em garantia n\u00e3o pode ser comparado com o contrato de dep\u00f3sito a que se refere o C\u00f3digo Civil, isso porque, neste, uma pessoa recebe um bem alheio com a obriga\u00e7\u00e3o de guard\u00e1-lo e restitu\u00ed-lo quando exigido e, naquele, o bem se transforma em mera garantia. A condi\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria para que algu\u00e9m seja considerado deposit\u00e1rio \u00e9 a formaliza\u00e7\u00e3o de um contrato de dep\u00f3sito nos termos do que preceitua o C\u00f3digo Civil, o que n\u00e3o ocorre no contrato de aliena\u00e7\u00e3o fiduci\u00e1ria. Pela distin\u00e7\u00e3o dos institutos, ficou demonstrado que o devedor-fiduciante n\u00e3o se equipara ao deposit\u00e1rio e, por tal, sua pris\u00e3o, quando n\u00e3o paga a d\u00edvida, \u00e9 ilegal.<\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a04- O inc. LVXII do art. 5<sup>o<\/sup> da CF h\u00e1 que ser interpretado de forma restritiva, e n\u00e3o ampliativa. O texto constitucional \u00e9 taxativo e restringe a possibilidade de pris\u00e3o civil apenas para as hip\u00f3teses do respons\u00e1vel pelo inadimplemento volunt\u00e1rio e inescus\u00e1vel de obriga\u00e7\u00e3o aliment\u00edcia e a do deposit\u00e1rio infiel. Pelo quanto estudado, ficou demonstrado que o devedor-fiduciante, notadamente pela distin\u00e7\u00e3o das figuras contratuais, n\u00e3o se equipara ao deposit\u00e1rio infiel. J\u00e1 por tal aspecto, a Constitui\u00e7\u00e3o, interpretada de forma restritiva \u2013 diga-se, que \u00e9 a correta \u2013 afasta a possibilidade de ser decretada a pris\u00e3o do devedor-fiduciante.<\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a05<strong>&#8211; <\/strong>A forte influ\u00eancia sofrida pela Constitui\u00e7\u00e3o Federal quando ratificados pelo Brasil os tratados internacionais sobre direitos humanos, em especial a conven\u00e7\u00e3o americana de direitos humanos, conhecida como &quot;Pacto de San Jos\u00e9 da Costa Rica&quot;, nos trouxe outro par\u00e2metro para nos apoiarmos a fim de, definitivamente, excluirmos a possibilidade da decreta\u00e7\u00e3o da pris\u00e3o civil por d\u00edvida nos casos de contratos de aliena\u00e7\u00e3o fiduci\u00e1ria. Nossa Constitui\u00e7\u00e3o concede aplica\u00e7\u00e3o imediata a todos os direitos e garantias fundamentais, inclusive os provenientes de tratados, vinculando todo o judici\u00e1rio nacional a esta aplica\u00e7\u00e3o, e obrigando, por conseguinte, tamb\u00e9m o legislador, a\u00ed inclu\u00eddo o legislador constitucional. O art. 7<sup>o<\/sup>, 7, do &quot;Pacto de San Jos\u00e9 da Costa Rica estabelece, com clareza, que &quot;ningu\u00e9m deve ser detido por d\u00edvidas. Este princ\u00edpio n\u00e3o limita os mandados de autoridade judici\u00e1ria competente expedidos em virtude de inadimplemento de obriga\u00e7\u00e3o alimentar&quot;. A interpreta\u00e7\u00e3o que se d\u00e1 ao citado texto \u00e9 a de que somente as d\u00edvidas aliment\u00edcias podem ensejar a pris\u00e3o civil, exclu\u00eddo que fica, assim, o deposit\u00e1rio infiel e, principalmente, o devedor-fiduciante que, como estudado, s\u00e3o figuras distintas.<\/p>\n<p><strong>8. BIBLIOGRAFIA<\/strong><em>.<\/em><\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0AZEVEDO, \u00c1lvaro Villa\u00e7a. <em>Pris\u00e3o civil por d\u00edvida<\/em>. S\u00e3o Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 1993.<\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0BACHOF, Otto. <em>Normas constitucionais inconstitucionais? <\/em>Coimbra: Livraria Almedina, 1994.<\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0BUZAID, Alfredo. <em>Aliena\u00e7\u00e3o fiduci\u00e1ria em garantia<\/em>. 5.vol. S\u00e3o Paulo: Saraiva, 1993.<\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0GOMES, Orlando. <em>Aliena\u00e7\u00e3o fiduci\u00e1ria em garantia<\/em>, 4. ed. S\u00e3o Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 1975.<\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0HESSE, Konrad. <em>A for\u00e7a normativa da Constitui\u00e7\u00e3o<\/em> (die normative Kraft der Verfassung). Trad. Gilmar Ferreira Mendes. Porto Alegre: Sergio Antonio Fabris Editor, 1991.<\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0MARTINS, Fran. <em>Contratos e obriga\u00e7\u00f5es comerciais.<\/em> 14. ed. Rio de Janeiro: Forense, 1996.<\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0MAZZUOLI, Val\u00e9rio de Oliveira. <em>Pris\u00e3o civil por d\u00edvida e o Pacto de San Jos\u00e9 da Costa Rica<\/em>. 1. ed. Forense: Rio de Janeiro, 2002.<\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0RESTIFFE NETTO, Paulo. <em>Garantia fiduci\u00e1ria<\/em>. 2. ed. S\u00e3o Paulo: Revista dos Tribunais, 1994.<\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0RODRIGUES ALVES, Vilson. <em>Responsabilidade civil dos estabelecimentos banc\u00e1rios<\/em>. 1. ed., 2<sup>a<\/sup>. tiragem. Campinas: Brookseller Editora, 1997.<\/p>\n<p><strong>NOTAS<\/strong><\/p>\n<p><sup>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a01<\/sup> MARTINS, Fran. <em>Contratos e obriga\u00e7\u00f5es comerciais.<\/em> 14. ed. Rio de Janeiro: Forense, 1996.<\/p>\n<p><sup>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a02<\/sup> RESTIFFE NETTO, Paulo. <em>Garantia fiduci\u00e1ria<\/em>. 2. ed. S\u00e3o Paulo: Revista dos Tribunais, 1.076, p\u00e1g. 91.<\/p>\n<p><sup>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a03<\/sup> BUZAID, Alfredo. <em>Aliena\u00e7\u00e3o fiduci\u00e1ria em garantia<\/em>. in <em>Ensiclop\u00e9dia. <\/em>p.76 apud DINIZ, Maria Helena. <em>Tratado te\u00f3rico e pr\u00e1tico dos contratos<\/em>. 5.vol. S\u00e3o Paulo: Saraiva, 1993, p. 58<\/p>\n<p><sup>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a04<\/sup> Idem. p. 182<\/p>\n<p><sup>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a05<\/sup> Idem. p. 356.<\/p>\n<p><sup>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a06<\/sup> Idem.p. 357.<\/p>\n<p><sup>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a07<\/sup> &quot;Na contesta\u00e7\u00e3o s\u00f3 se poder\u00e1 alegar o pagamento do d\u00e9bito vencido ou o cumprimento das obriga\u00e7\u00f5es contratuais.&quot;<\/p>\n<p><sup>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a08<\/sup> &quot;aos litigantes, em processo judicial ou administrativo, e aos acusados em geral s\u00e3o assegurados o contradit\u00f3rio e a ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes&quot;<\/p>\n<p><sup>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a09<\/sup> Conf. Art. 241, II, do C\u00f3digo de Processo Civil.<\/p>\n<p><sup>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a010<\/sup> RESTIFFE NETTO, Paulo. Op. cit, p. 510.<\/p>\n<p><sup>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a011<\/sup> RODRIGUES ALVES, Vilson. <em>Responsabilidade civil dos estabelecimentos banc\u00e1rios<\/em>. 1. ed., 2<sup>a<\/sup>. tiragem. Campinas: Brookseller Editora, 1997, p. 256.<\/p>\n<p><sup>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a012<\/sup> GOMES, Orlando. <em>Aliena\u00e7\u00e3o fiduci\u00e1ria em garantia<\/em>, 4. ed. S\u00e3o Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 1975, p.130.<\/p>\n<p><sup>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a013<\/sup> MAZZUOLI, Val\u00e9rio de Oliveira. <em>Pris\u00e3o civil por d\u00edvida e o Pacto de San Jos\u00e9 da Costa Rica<\/em>. 1. ed. Rio de Janeiro: Editora Forense, p.42.<\/p>\n<p><sup>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a014<\/sup> Idem. ibidem<\/p>\n<p><sup>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a015<\/sup> Idem. ibidem<\/p>\n<p><sup>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a016<\/sup> AZEVEDO, \u00c1lvaro Villa\u00e7a. <em>Pris\u00e3o civil por d\u00edvida<\/em>. S\u00e3o Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 1993, p. 109.<\/p>\n<p><sup>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a017<\/sup> A t\u00edtulo de esclarecimento, o contrato de dep\u00f3sito, com o advento do novo C\u00f3digo Civil, \u00e9 regulado pelos arts. 627 a 652, e n\u00e3o mais pelos arts. 1.265 a 1.287, como referido no texto.<\/p>\n<p><sup>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a018<\/sup> HC 3.206-SP, 6<sup>a<\/sup> Turma do STJ, por maioria, DJ 05.06.95. p. 16.686<\/p>\n<p><sup>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a019<\/sup> HC 4.319-GO, 6<sup>a<\/sup>. Turma do STJ, DJ 21.08.95. p. 25.408.<\/p>\n<p><sup>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a020<\/sup> HC 546.443-7\/00, 3<sup>a<\/sup>. C\u00e2m., un\u00e2nime. rel. Juiz Alo\u00edsio Toledo, DJ 18.05.93, Boletim 57 \u2013 JTA-LEX 143\/190.<\/p>\n<p><sup>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a021<\/sup> HESSE, Konrad. <em>A for\u00e7a normativa da Constitui\u00e7\u00e3o<\/em> (die normative Kraft der Verfassung). Trad. Gilmar Ferreira Mendes. Porto Alegre: Sergio Antonio Fabris Editor, 1991, pp. 22\/23.<\/p>\n<p><sup>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a022<\/sup> BACHOF, Otto. <em>Normas constitucionais inconstitucionais? <\/em>Coimbra: Livraria Almedina, 1994, p. 33.<\/p>\n<p><sup>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a023<\/sup> MAZZUOLI, Val\u00e9rio de Oliveira. Op. cit., p. 134<\/p>\n<p><sup>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a024<\/sup> Idem. Ibidem<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/table>\n","protected":false},"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"template":"","meta":{"content-type":""},"categoria-modelo":[502],"class_list":["post-2991761","modelos-de-peticao","type-modelos-de-peticao","status-publish","hentry","categoria-modelo-acoes-e-recursos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/modelos-de-peticao\/2991761","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/modelos-de-peticao"}],"about":[{"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/modelos-de-peticao"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2991761"}],"wp:term":[{"taxonomy":"categoria-modelo","embeddable":true,"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categoria-modelo?post=2991761"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}