{"id":2976763,"date":"2024-04-25T16:31:44","date_gmt":"2024-04-25T16:31:44","guid":{"rendered":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/?post_type=modelos-de-peticao&#038;p=3650"},"modified":"2024-04-25T16:31:44","modified_gmt":"2024-04-25T16:31:44","slug":"aposentadoria-rural-por-idade-peticao-inicial","status":"publish","type":"modelos-de-peticao","link":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/modelos-de-peticao\/aposentadoria-rural-por-idade-peticao-inicial\/","title":{"rendered":"[MODELO] Aposentadoria Rural por Idade  &#8211;  Peti\u00e7\u00e3o Inicial"},"content":{"rendered":"<p><a id=\"\u00c1rea_Previdenci\u00e1ria_-_A\u00e7\u00e3o_Ordin\u00e1ria_de_\"><\/a>\u00c1rea Previdenci\u00e1ria &#8211; A\u00e7\u00e3o Ordin\u00e1ria de Aposentadoria por Idade &#8211; Peti\u00e7\u00e3o Inicial<\/p>\n<p>ASSUNTO: APOSENTADORIA POR IDADE &#8211; TRABALHADOR RURAL &#8211; REQUISITOS &#8211; IDADE &#8211; EXERC\u00cdCIO DE ATIVIDADES RURAIS &#8211; ART. 143, DA LEI 8213\/0001 &#8211; ART. 7\u00ba, XXIX, DA CF &#8211; ART. 202, I, DA CF\/88 <\/p>\n<p>S\u00cdNTESE: Pedido de aposentadoria por idade de trabalhador rural, uma vez preenchido os requisitos da idade de 60 anos e comprova\u00e7\u00e3o do exerc\u00edcio de atividades rurais, tendo em vista a negativa de concess\u00e3o do benef\u00edcio em sede administrativa. <\/p>\n<p>\u00cdNTEGRA: EXMO. SR. DR. JUIZ FEDERAL DA MM. VARA PRVIDENCI\u00c1RIA DA SE\u00c7\u00c3O JUDICI\u00c1RIA DE &#8230;. &#8211; &#8230;.<\/p>\n<p>&#8230;., (qualifica\u00e7\u00e3o), portador da C\u00e9dula de Identidade\/RG sob o n.\u00ba &#8230;. e inscrito no CPF\/MF sob o n.\u00ba &#8230;., residente e domiciliado na Rua &#8230;. n.\u00ba &#8230;., em &#8230;. &#8211; &#8230;., por sua procuradora judicial infra-assinada, advogada regularmente inscrita na OAB\/&#8230;., com escrit\u00f3rio profissional localizado na Rua &#8230;. n.\u00ba &#8230;., nesta Capital, onde recebe intima\u00e7\u00f5es, vem com o devido respeito \u00e0 presen\u00e7a de Vossa Excel\u00eancia, com fulcro nos artigos 7\u00ba, XXIV, e 202, I, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, artigos 48 e 143, II, da Lei 8.213\/0001, e artigo 282 do C\u00f3digo de Processo Civil, propor a presente <\/p>\n<p>A\u00c7\u00c3O ORDIN\u00c1RIA DE APOSENTADORIA POR IDADE<\/p>\n<p>em face do Instituto Nacional de Seguro Social &#8211; INSS, autarquia federal, devendo ser citada na pessoa de seu representante legal, com endere\u00e7o na Rua &#8230;. n.\u00ba &#8230;., em &#8230;. &#8211; &#8230;., pelos seguintes fatos e fundamentos jur\u00eddicos:<\/p>\n<p>DOS FATOS<\/p>\n<p>O autor \u00e9 segurado da Previd\u00eancia Social rural, contando atualmente com &#8230;. (&#8230;.) anos de idade. <\/p>\n<p>Na condi\u00e7\u00e3o de trabalhador especial, sempre laborou na produ\u00e7\u00e3o da terra, tendo comprovado, documentalmente, referido labor pelo per\u00edodo de &#8230;. a &#8230;..<br \/>Em data de &#8230;., ap\u00f3s ter completado &#8230;. (&#8230;.) anos de idade, postulou, junto ao Posto de Benef\u00edcios da \u00e1rea rural, a concess\u00e3o do benef\u00edcio de aposentadoria por idade, na qualidade de segurado especial, o qual foi protocolado sob n.\u00ba &#8230;..<br \/>Todavia, o pedido supramencionado foi negado administrativamente em data de &#8230;., sob a alega\u00e7\u00e3o de que perdera a qualidade de segurado.<br \/>Diante de tal situa\u00e7\u00e3o, houve por bem o autor interpor recurso \u00e0 Junta de Recursos da Previd\u00eancia Social, ratificando sua condi\u00e7\u00e3o de trabalhador rural e acrescentando os fatos abaixo narrados: &quot;sempre fui lavrador. Trabalhei em diversos locais e por \u00faltimo em &#8230;. &#8211; &#8230;. de &#8230;. a &#8230;., conforme comprovei em meu processo de Benef\u00edcio. Atualmente estou com &#8230;. anos, portanto, completei os &#8230;. anos em &#8230;. e continuei trabalhando at\u00e9 &#8230;., quando precisei sair da lavoura por motivo de doen\u00e7a. N\u00e3o solicitei o benef\u00edcio antes porque desconhecia a nova lei, somente neste ano tomei conhecimento do novo regulamento, o qual para minha surpresa foi indeferido. Rogo aos senhores que considerem meu direito adquirido e d\u00eaem provimento a este Recurso&quot;.<br \/>Entretanto, mesmo diante desta explica\u00e7\u00e3o, mais do que compreens\u00edvel e aceit\u00e1vel, a Junta de Recurso manteve o indeferimento sob a mesma alega\u00e7\u00e3o, ou seja, perda da qualidade de segurado.<\/p>\n<p>Em recurso \u00e0 Turma do Conselho de Recursos da Previd\u00eancia Social, o autor n\u00e3o teve sequer seu pedido apreciado, vez que n\u00e3o se considerou que o mesmo tinha os requisitos necess\u00e1rios \u00e0 sua admissibilidade, conforme consta \u00e0s fls. &#8230;. e &#8230;. do dossi\u00ea administrativo em anexo.<\/p>\n<p>No entanto, a alega\u00e7\u00e3o de que perdera a qualidade de segurado n\u00e3o tem como prevalecer, visto que n\u00e3o se duvidou em nenhum momento que o Autor segurado trabalhou no campo at\u00e9 &#8230;., ocasi\u00e3o em que j\u00e1 havia completado &#8230;. anos de idade, somente deixando de trabalhar por motivo de doen\u00e7a.<\/p>\n<p>Mister ressaltar que o autor completou 60 (sessenta) anos em &#8230;., quando ainda estava na labuta, portanto, adquiriu o direito de pleitear aposentadoria na data em que se tornou sexagen\u00e1rio, tendo, a partir de ent\u00e3o, o direito adquirido, isto \u00e9, teve este direito integrado ao seu patrim\u00f4nio, nas palavras do ilustre doutrinador Limongi Fran\u00e7a, podendo pleitear sua aposentadoria quando melhor lhe conviesse.<\/p>\n<p>Assim, diante do exposto, as decis\u00f5es proferidas em sede administrativa, merecem reforma, tendo em vista que o autor, quando da requisi\u00e7\u00e3o do benef\u00edcio da aposentadoria por idade, j\u00e1 havia cumprido com todos os requisitos necess\u00e1rios para a obten\u00e7\u00e3o do mesmo.<\/p>\n<p>DO DIREITO<\/p>\n<p>A decis\u00e3o do INSS contraria frontalmente o conjunto de provas apresentado, o direito justo, a Legisla\u00e7\u00e3o Previdenci\u00e1ria e o pr\u00f3prio Texto Constitucional, sen\u00e3o vejamos:<\/p>\n<p>O autor comprovou perante o INSS o exerc\u00edcio de suas atividades rurais no per\u00edodo de car\u00eancia exigida, atrav\u00e9s de prova documental inclusa no dossi\u00ea administrativo. <\/p>\n<p>Portanto, encontram-se presentes todos os requisitos b\u00e1sicos para a concess\u00e3o da aposentadoria por idade ao rur\u00edcula , ou seja, o exerc\u00edcio das atividades rurais no per\u00edodo de car\u00eancia exigida e a idade de 60 anos.<\/p>\n<p>H\u00e1 que se considerar, ainda, que quando a Legisla\u00e7\u00e3o Previdenci\u00e1ria &#8211; Lei 8.213\/0001, em seu artigo 143, estabelece que o per\u00edodo imediatamente anterior ao requerimento do benef\u00edcio n\u00e3o se refere a qualquer prazo, at\u00e9 porque o autor encontrava-se exercendo atividade quando adquiriu direito ao benef\u00edcio da aposentadoria por idade.<\/p>\n<p>A Previd\u00eancia Social tem adotado uma pol\u00edtica social irreal, e por vezes desumana, tornando-se, sobretudo, injusta e completamente desvinculada da realidade s\u00f3cio-econ\u00f4mica dos trabalhadores, ferindo, como no presente caso, os objetivos sociais e hist\u00f3ricos que justificam o nascimento da Previd\u00eancia Social.<\/p>\n<p>Esta institui\u00e7\u00e3o deve, antes de tudo, propugnar pelo atendimento ao trabalhador rural, que tanto contribui com seu trabalho, e hoje, com idade avan\u00e7ada, n\u00e3o vislumbra sequer o direito a um benef\u00edcio m\u00ednimo para garantir que o mesmo n\u00e3o fique totalmente a merc\u00ea da bondade alheia, mesmo porque conquistou o direito a velhice digna, pois sempre trabalhou, n\u00e3o s\u00f3 para o alimento pr\u00f3prio, mas tamb\u00e9m para alimentar todos que dependem do sofrido e esquecido homem do campo. <\/p>\n<p>Distinguindo-se, n\u00e3o s\u00f3 a injusti\u00e7a a que est\u00e3o sendo submetidos os segurados &#8211; trabalhadores rurais, como ocorreu, in casu, com o autor, porquanto \u00e9 certo que compete \u00e0 Previd\u00eancia Social conceder e manter benef\u00edcios para os seus segurados, a quem a Constitui\u00e7\u00e3o Federal e a Lei evidentemente determinam e desejam assistir.<\/p>\n<p>Ademais, a norma infraconstitucional deve ser considerada a luz do que disp\u00f5e o artigo 5\u00ba da Lei de Introdu\u00e7\u00e3o ao C\u00f3digo Civil, isto \u00e9, &quot;devem ser interpretadas, sempre de forma que realizem sua destina\u00e7\u00e3o, devem ser aplicadas de maneira que estejam a favor e n\u00e3o contra aqueles a quem elas, evidentemente, devem assistir&quot;, sob pena de tornar-se praticamente inaplic\u00e1vel para estes trabalhadores rurais o contido no artigo 7\u00ba, XXIX, e 202, I, da Carta Magna, o que n\u00e3o \u00e9 inerente ao direito justo.<\/p>\n<p>A Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 100088 diz expressamente em seu artigo 3\u00ba que constituem objetivos fundamentais da Rep\u00fablica Federativa do Brasil, &quot;erradicar a pobreza e marginaliza\u00e7\u00e3o e reduzir as desigualdades sociais&quot;. <\/p>\n<p>Ora , criando tantos empecilhos para o humilde trabalhador rural, a Previd\u00eancia tem ferido frontalmente referido dispositivo, condenando-o a uma velhice pobre e indigna, aumentando as desigualdades sociais e, por conseq\u00fc\u00eancia, o ex\u00e9rcito de marginalizados e destitu\u00eddos de qualquer considera\u00e7\u00e3o neste pa\u00eds.<\/p>\n<p>Portanto, o autor, conforme sobejamente demonstrado, satisfaz os requisitos exigidos por for\u00e7a de Legisla\u00e7\u00e3o em vigor, para a concess\u00e3o do benef\u00edcio da aposentadoria por idade, quais sejam, a comprova\u00e7\u00e3o do exerc\u00edcio das atividades rurais e o limite de idade de 60 ( sessenta ) anos.<\/p>\n<p>DO PEDIDO<\/p>\n<p>Diante do exposto, requer-se Vossa Excel\u00eancia digne-se em: <\/p>\n<p>a) determinar a cita\u00e7\u00e3o da Autarquia, ora r\u00e9, por meio de seu representante legal, no endere\u00e7o anteriormente citado, para que, querendo, conteste os termos da presente, no prazo legal, com as advert\u00eancias previstas no artigo 285 do C\u00f3digo de Processo Civil;<\/p>\n<p>b) condenar o INSS a conceder ao autor o BENEF\u00cdCIO DA APOSENTADORIA POR IDADE, a partir do Requerimento Administrativo em data de &#8230;., com a condena\u00e7\u00e3o do pagamento das presta\u00e7\u00f5es em atraso, corrigidas na forma da lei, acrescidas de juros de mora desde quando se tornaram devidas as presta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Requer-se, ainda, a condena\u00e7\u00e3o em honor\u00e1rios advocat\u00edcios, estes fixados na base usual de 20% sobre o valor da condena\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Protesta pela produ\u00e7\u00e3o de todos os meios de provas em direito admitidos, especialmente testemunhal, documental, pericial e outras que se fizerem necess\u00e1rias.<br \/>Finalmente, requer-se a concess\u00e3o do benef\u00edcio da JUSTI\u00c7A GRATUITA, tendo em vista que o Autor n\u00e3o tem como suportar as custas judiciais, sem o preju\u00edzo de seu sustento e de sua fam\u00edlia.<\/p>\n<p>N. Termos,<br \/>P. Deferimento.<\/p>\n<p>&#8230;., &#8230;. de &#8230;. de &#8230;.<\/p>\n<p>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;<br \/>Advogada<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.kader.com.br\/info_banco_de_peticoes_modelos.htm&quot; \\l &quot;SUPERIOR%23SUPERIOR\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Voltar<\/a><\/p>\n<p><a id=\"\u00c1rea_Trabalhista_-_A\u00e7\u00e3o_Reclamat\u00f3ria_-_A\"><\/a>\u00c1rea Trabalhista &#8211; A\u00e7\u00e3o Reclamat\u00f3ria &#8211; Agravo de Instrumento<\/p>\n<p>ASSUNTO: &quot;A&quot; E &quot;C&quot; &#8211; ENUNCIADO 331 TST &#8211; SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA &#8211; CONTRATA\u00c7\u00c3O DE EMPRESAS ESPECIALIZADAS PARA EXECU\u00c7\u00c3O DE SERVI\u00c7OS ALHEIOS \u00c0 SUA FINALIDADE SOCIAL &#8211; LOCA\u00c7\u00c3O DE M\u00c3O DE OBRA N\u00c3O CONFIGUARADA <\/p>\n<p>S\u00cdNTESE: Agravo de Instrumento contra despacho que negou seguimento ao Recurso de Revista. Decis\u00f5es jurisprudenciais que demonstram a diverg\u00eancia da decis\u00e3o proferida no Recurso Ordin\u00e1rio, a qual foi atacada pela Revista obstaculizada. Inexist\u00eancia de responsabilidade contratual por parte da agravante (Empresas da Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica Indireta) que a obrigue responder pelos d\u00e9bitos trabalhistas da 2\u00aa Reclamada, a qual seria a \u00fanica respons\u00e1vel pelos haveres trabalhistas do recorrido.<\/p>\n<p>\u00cdNTEGRA: Exmo. Sr. Dr Juiz Presidente do Tribunal Regional do Trabalho da &#8230;\u00aa Regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Ref.: Autos TR-..-RO n\u00ba &#8230;&#8230; &#8211; RECURSO ORDIN\u00c1RIO<\/p>\n<p>&#8230;\u00aa Turma<\/p>\n<p>&#8230;&#8230;, por seus advogados adiante assinados, nos autos retro epigrafados, n\u00e3o se conformando, concessa venia, com o teor do r. despacho de fls. &#8230;., que denegou seguimento ao Recurso de Revista, vem, com o respeito e acatamento devidos interpor o presente<br \/>AGRAVO DE INSTRUMENTO,<br \/>a fim de que a mat\u00e9ria seja novamente apreciada e desta feita perante o E. Tribunal Superior do Trabalho, para o que requer sejam consideradas \u00ednsitas no presente recurso as inclusas raz\u00f5es e, ainda, que cumpridas todas as formalidades legais e captadas as manifesta\u00e7\u00f5es dos demais interessados sejam os autos remetidos \u00e0 M\u00e1xima Corte para os fins colimados.<\/p>\n<p>Outrossim, requer sejam autenticadas as inclusas fotoc\u00f3pias das pe\u00e7as dos autos principais, para forma\u00e7\u00e3o do instrumento do agravo.<\/p>\n<p>Anexas as raz\u00f5es do recurso.<br \/>Pede e espera deferimento.<\/p>\n<p>&#8230;.., &#8230;. de &#8230;&#8230;&#8230;.. de &#8230;&#8230;.<\/p>\n<p>RAZ\u00d5ES DO AGRAVO<\/p>\n<p>AGRAVANTE &#8211; &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;<br \/>AGRAVADO &#8211; &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;<\/p>\n<p>ADVOGADO &#8211; &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;<br \/>Rua &#8230;.., n\u00ba &#8230;.<br \/>&#8230;.. &#8211; &#8230;..<br \/>CEP: &#8230;&#8230;&#8230;..<\/p>\n<p>REF.: Autos de n\u00ba TRT-&#8230;-RO &#8230;&#8230;<br \/>Recurso Ordin\u00e1rio<br \/>..\u00aa Turma TRT\/&#8230;.<br \/>Tribunal Regional do Trabalho da &#8230;\u00aa Regi\u00e3o<\/p>\n<p>Egr\u00e9gio Tribunal<\/p>\n<p>Imp\u00f5e-se a reforma do despacho que negou seguimento ao Recurso de Revista da Agravante, pois o cabimento daquele Recurso \u00e9 patente, pelo permissivo constante nas letras a e c do art. 80006 da CLT, como se demonstrar\u00e1.<\/p>\n<p>PRELIMINARMENTE<\/p>\n<p>DA INCOMPET\u00caNCIA DOS TRIBUNAIS REGIONAIS TRABALHISTAS PARA NEGAR SEGUIMENTO AO RECURSO DE REVISTA, COM BASE EM AN\u00c1LISE DO M\u00c9RITO DA DECIS\u00c3O RECORRIDA<\/p>\n<p>Conforme prev\u00ea o artigo 80006, par\u00e1grafo 5\u00ba da Consolida\u00e7\u00e3o das Leis do Trabalho, em sua parte final, \u00e0 Revista ser\u00e1 denegado seguimento somente nas seguintes hip\u00f3teses:<br \/>&#8211; intempestividade;<br \/>&#8211; deser\u00e7\u00e3o;<br \/>&#8211; falta de al\u00e7ada;<br \/>&#8211; ilegitimidade de representa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Percebe-se que n\u00e3o h\u00e1 no dispositivo legal, que autoriza a denega\u00e7\u00e3o do Recurso de Revista, nenhuma men\u00e7\u00e3o que justifique a fundamenta\u00e7\u00e3o do despacho agravado, devendo ser o mesmo reformado e dado o processamento legal ao recurso anterior (origin\u00e1rio). Isto porque o Recurso de Revista da Agravante n\u00e3o \u00e9 intempestivo, nem deserto, n\u00e3o lhe falta al\u00e7ada e h\u00e1 legitimidade de representa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Por outro lado, o mesmo dispositivo legal, acima citado, prev\u00ea o seguinte: Estando a decis\u00e3o recorrida em conson\u00e2ncia com o enunciado da S\u00famula da Jurisprud\u00eancia do Tribunal Superior do Trabalho, poder\u00e1 o Ministro Relator indicando-o, negar seguimento ao Recurso de Revista, aos Embargos, ou ao Agravo de Instrumento.<\/p>\n<p>Como se v\u00ea, o preceito legal n\u00e3o autoriza o Tribunal a quo a negar seguimento ao RR, analisando o m\u00e9rito da decis\u00e3o recorrida e seus fundamentos. Nesse aspecto somente o Ministro Relator (TST) \u00e9 que poder\u00e1 obstar o seguimento do recurso, mesmo assim, obrigatoriamente, tendo de fundamentar sua decis\u00e3o, indicando a S\u00famula que embasou a mesma.<\/p>\n<p>Ora, \u00e9 evidente que o despacho ora atacado analisa tanto o m\u00e9rito do ac\u00f3rd\u00e3o agravado, como o m\u00e9rito do Recurso de Revista, o que n\u00e3o \u00e9 da compet\u00eancia do E.TRT do &#8230;&#8230;..<\/p>\n<p>O m\u00e9rito da decis\u00e3o recorrida, bem como das raz\u00f5es do Recurso de Revista, devem ser analisadas pelo Colendo Tribunal Superior do Trabalho. Caso seja mantido o despacho agravado, estar-se-\u00e1 diante de aberra\u00e7\u00e3o jur\u00eddica, sem precedentes, pois, o pr\u00f3prio Tribunal que proferiu a decis\u00e3o ensejadora do Recurso extremo, teria compet\u00eancia para julgar esse mesmo recurso, tendo-se em vista que o despacho atacado analisa o m\u00e9rito do insurgimento recursal.<\/p>\n<p>Outro n\u00e3o \u00e9 o entendimento jurisprudencial, sen\u00e3o Vejamos:<\/p>\n<p>&quot;Agravo de Instrumento &#8211; a inst\u00e2ncia a quo excede os limites do Ju\u00edzo de admissibilidade recursal, quando n\u00e3o conhece de agravo de peti\u00e7\u00e3o porque este n\u00e3o se insurge contra decis\u00e3o proferida. Incumbe-lhe t\u00e3o somente a an\u00e1lise dos pressupostos subjetivos e objetivos. <br \/>Agravo de instrumento que se d\u00e1 provimento para determinar o processamento do agravo de peti\u00e7\u00e3o interposto pelo reclamado.<br \/>(TRT-PR-AG 11\/0002 &#8211; Ac. 1\u00aa T. 430007\/0002 &#8211; rel. Juiz Pretextado P.T.Ribas Neto &#8211; DJ-PR 1000\/06\/0002.&quot;<\/p>\n<p>Assim, n\u00e3o pode ser mantida a decis\u00e3o agravada, sob pena de se delegar compet\u00eancia ao Tribunal a quo para que aprecie o m\u00e9rito dos recursos da compet\u00eancia do Tribunal ad quem.<\/p>\n<p>Por derradeiro, ausente qualquer dos pressupostos capazes de inibir a Revista, ela deve ser processada e julgada, como \u00e9 da melhor exegese do direito trabalhista.<\/p>\n<p>NO M\u00c9RITO<\/p>\n<p>O v. ac\u00f3rd\u00e3o recorrido, manteve a ora recorrente na lide reconhecendo a sua responsabilidade subsidi\u00e1ria &#8230;,dando provimento parcial ao recurso da reclamada. <br \/>Tal decis\u00e3o foi embasada na s\u00famula 331 do E. Tribunal Superior do Trabalho. Entretanto, tal entendimento afronta a pr\u00f3pria s\u00famula, j\u00e1 que a mesma d\u00e1 guarida \u00e0 tese de que a ora recorrente deveria ser exclu\u00edda da lide, pois, exclui as Empresas da Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica Indireta.<\/p>\n<p>Portanto, o ac\u00f3rd\u00e3o que houve por condenar a Recorrente subsidiariamente, valendo-se da s\u00famula 331 do E.TST deve ser reformado, pois o Enunciado expressamente indica que \u00e0s empresas da administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica indireta n\u00e3o se aplica tal entendimento.<\/p>\n<p>DA APLICA\u00c7\u00c3O DO ENUNCIADO 331 DO TST<\/p>\n<p>O v. ac\u00f3rd\u00e3o, que confirmou a senten\u00e7a de 1\u00ba grau (esta condenou a recorrente a responder subsidiariamente pelos haveres trabalhistas do recorrido), baseou sua decis\u00e3o na s\u00famula 331 do E.Tribunal Superior do Trabalho.<\/p>\n<p>Aqui surge o equ\u00edvoco que fere mortalmente a decis\u00e3o ora atacada, isto porque, a s\u00famula 331 deve ser aplicada na sua totalidade.<\/p>\n<p>Como se v\u00ea, a ora recorrente \u00e9 empresa p\u00fablica da administra\u00e7\u00e3o indireta, n\u00e3o podendo ser responsabilizada solidariamente, nem subsidiariamente, a teor do pr\u00f3prio enunciado n\u00ba 331, II do E.TST.<\/p>\n<p>\u00c9 evidente que a decis\u00e3o que houve por responsabilizar a recorrente de forma subsidi\u00e1ria, contrap\u00f5e-se ao pr\u00f3prio enunciado que serviu de sustent\u00e1culo ao v. ac\u00f3rd\u00e3o.<br \/>Com isso, denota-se que a decis\u00e3o prolatada no recurso ordin\u00e1rio fere preceito constitucional (art. 37 CF), e ainda, aplica de maneira divergente o entendimento do E.TST.<br \/>Em suma, constata-se que o v. ac\u00f3rd\u00e3o objeto do RR obstado, enfrentou erroneamente o Enunciado n\u00ba 331 do E. Tribunal Superior do Trabalho, que no seu inciso II cria a exce\u00e7\u00e3o para o entendimento do Caput. E \u00e9 nessa exce\u00e7\u00e3o que se encaixa a empresa ora recorrente, empresa da Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica Indireta, e, portanto, acobertada pela exce\u00e7\u00e3o do enunciado j\u00e1 citado.<\/p>\n<p>A Agravante (&#8230;.) n\u00e3o \u00e9 e nunca foi empreiteira de obras, muito menos subempreiteira. &#8230;. \u00e9 uma empresa de economia mista, concession\u00e1ria de servi\u00e7o p\u00fablico, cuja atividade econ\u00f4mica \u00e9 a gera\u00e7\u00e3o e transmiss\u00e3o de energia el\u00e9trica.<\/p>\n<p>J\u00e1 a outra Reclamada (&#8230;.) \u00e9 empresa privada, cuja atividade econ\u00f4mica \u00e9 a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os de limpeza.<\/p>\n<p>A empresa &#8230;. n\u00e3o est\u00e1 subordinada \u00e0 &#8230;&#8230;, mas ao contrato de presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os firmado por ambas. Salienta-se, por cautela, que a fiscaliza\u00e7\u00e3o das ativida-des desenvolvidas \u00e9 inerente a qualquer contrato de presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os.<\/p>\n<p>A responsabilidade Solid\u00e1ria n\u00e3o se presume, devendo ser expressa ou emanada da inequ\u00edvoca e expl\u00edci-ta vontade das partes, ou ent\u00e3o, por imposi\u00e7\u00e3o legal. O mesmo se diga a respeito da Responsabilidade Subsidi\u00e1ria.<\/p>\n<p>DA DIVERG\u00caNCIA JURISPRUDENCIAL<\/p>\n<p>Por outro lado, cumpre observar que a diverg\u00eancia jurisprudencial \u00e9 flagrante e que o v. ac\u00f3rd\u00e3o, n\u00e3o est\u00e1 em conson\u00e2ncia com a S\u00famula 331 desse Colendo Tribunal, isso porque n\u00e3o h\u00e1 responsabilidade contratual da agravante que a obrigue a responder pelos d\u00e9bitos trabalhistas da Reclamada &#8230;.., a qual \u00e9 a \u00fanica respons\u00e1vel pelos haveres trabalhistas do recorrido.<\/p>\n<p>\u00c0 seguir segue o entendimento jurisprudencial, como se v\u00ea:<\/p>\n<p>Empresa prestadora de servi\u00e7os. Licitude de suas atividades. Rela\u00e7\u00e3o de emprego. As empresas denominadas prestadoras de servi\u00e7os, que n\u00e3o se confundem com as fornecedoras de trabalho tempor\u00e1rio (Lei n\u00ba 601000\/74), desenvolvem atividades l\u00edcitas, j\u00e1 que inexiste no ordenamento jur\u00eddico nacional \u00f3bice legal ao respectivo funcionamento (Constitui\u00e7\u00e3o Federal, art. 153, Par. 2\u00ba). N\u00e3o h\u00e1, inclusive de se cogitar da subsun\u00e7\u00e3o de sua atividade fim &#8211; \u00e0s disposi\u00e7\u00f5es do art. 000\u00ba, da Conven\u00e7\u00e3o n\u00ba 0005, da Organiza\u00e7\u00e3o Internacional do Trabalho, porque a hip\u00f3tese prevista no aludido instrumento \u00e9 diversa.<br \/>&#8230;<br \/>Dentro deste contexto, depreende-se que o v\u00ednculo de emprego entre as prestadoras e seus empregados N\u00c3O SE COMUNICA COM A TOMADORA DOS SERVI\u00c7OS QUE T\u00c3O SOMENTE REALIZA CONTRATO DE NATUREZA CIVIL COM A PRESTADORA, NOS PAR\u00c2METROS LEGAIS. Possibilidade de exist\u00eancia de liame empregat\u00edcio entre a empresa prestadora e o obreiro por ela contratado. <br \/>INAPLICABILIDADE, &quot;IN CASU&quot;, DO ENUNCIADO N\u00ba 256, DA SUMULA DO C.TST.<br \/>(Ac. TRT 10\u00aa Regi\u00e3o, 1\u00aa T. (RO 175000\/8000), Rel. <br \/>Juiz Her\u00e1clito Pena J\u00fanior, DJU &#8211; Se\u00e7\u00e3o II, de 24.01.0001, p\u00e1g. 762, in: Dicion\u00e1rio de Decis\u00f5es Trabalhistas, Calheiros Bonfim e Silv\u00e9rio Santos, 23\u00aa Edi\u00e7\u00e3o, 10000001, p\u00e1g. 751).<\/p>\n<p>Cumpre, ainda, transcrever o ac\u00f3rd\u00e3o proferido pelo pr\u00f3prio Tribunal Regional do Trabalho da 000\u00aa Regi\u00e3o ao tratar da mesma mat\u00e9ria em a\u00e7\u00e3o proposta por outro reclamante em face da ora Recorrente:<\/p>\n<p>EMENTA: SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA. CONTRATA\u00c7\u00c3O DE EMPRESAS ESPECIALIZADAS PARA EXECU\u00c7\u00c3O DE SERVI\u00c7OS ALHEIOS A SUA FINALIDADE SOCIAL. LOCA\u00c7\u00c3O DE M\u00c3O DE OBRA N\u00c3O CONFIGURADA.<\/p>\n<p>Em se tratando de empresa pertencente \u00e0 administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica federal indireta, perfeitamente l\u00edcita a contrata\u00e7\u00e3o de empresas especializadas para execu\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os alheios \u00e0 finalidade social da empresa tomadora dos servi\u00e7os, ex vi dos artigos 10, par\u00e1grafo s\u00e9timo, do Decreto Lei n\u00ba 200\/67, e 3\u00ba, par\u00e1grafo \u00fanico, da Lei n\u00ba 5645\/70. Em sendo a atividade final\u00edstica da empresa tomadora distinta \u00e0quelas para as quais foi contratada a empresa prestadora dos servi\u00e7os, n\u00e3o h\u00e1 que se falar em contrato de loca\u00e7\u00e3o de m\u00e3o-de-obra, caso em que fica afastada a incid\u00eancia da Lei n\u00ba 601000\/74. Vis\u00edvel que a contrata\u00e7\u00e3o do obreiro deu-se em fun\u00e7\u00e3o do contrato entre a tomadora e prestadora dos servi\u00e7os, e n\u00e3o para prestar servi\u00e7os \u00e0quela, n\u00e3o se cogita sequer da hip\u00f3tese de exce\u00e7\u00e3o do Enunciado 331, III, do E. TST. (Ac\u00f3rd\u00e3o 07687\/0006 &#8211; 5\u00aa T., v.u., TRT\/PR\/RO 11360\/0005, pub. DJ\/Pr 12.04.0006) -grifos no original-<\/p>\n<p>Por derradeiro, as ementas colacionadas no Recurso de Revista, pertinentes \u00e0 \u00e9poca pr\u00f3pria para a corre\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria, prestam ao fim colimado, como se observa:<\/p>\n<p>C\u00c1LCULOS. CORRE\u00c7\u00c3O. \u00cdNDICES &#8211; Vedado \u00e9 o emprego de \u00edndices de corre\u00e7\u00e3o, nos c\u00e1lculos, anteriores a exigibilidade da verba. TRT-PR-AP 511\/0000 &#8211; Ac. 2\u00aa T. 2.203\/0001 &#8211; Rel. Jos\u00e9 Montenegro Antero &#8211; DJPr 1000-04-0001.<\/p>\n<p>CORRE\u00c7\u00c3O MONET\u00c1RIA. \u00c9POCA PR\u00d3PRIA &#8211; A corre\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria, a que aduz o Decreto-lei n\u00famero 75\/66, \u00e9 devida a partir do momento em que a verba se torna exig\u00edvel, e esta \u00e9 a \u00e9poca pr\u00f3pria e n\u00e3o a do m\u00eas a que se refere a verba. TRT\/PR\/AP 830\/0000 &#8211; Ac. 1\u00aa T. 358000\/0001 &#8211; Rel. Tobias de Macedo Filho &#8211; DJPr. 14.06.0001.<\/p>\n<p>CORRE\u00c7\u00c3O MONET\u00c1RIA. &quot;\u00c9POCA PR\u00d3PRIA&quot; &#8211; O \u00edndice da corre\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria dos d\u00e9bitos trabalhistas deve incidir a partir da &quot;\u00e9poca pr\u00f3pria&quot;(art. 2\u00ba, Decreto-lei n\u00famero 75\/76), portanto, no m\u00eas seguinte ao que se refere a verba. TRT\/PR\/AP 157\/0001 &#8211; Ac. 1\u00aa T. 300083\/0001 &#8211; Rel. Tobias de Macedo Filho &#8211; DJPr. 28.06.0001.<\/p>\n<p>CORRE\u00c7\u00c3O MONET\u00c1RIA. \u00c9POCA PR\u00d3PRIA &#8211; A corre\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria somente deve fluir a partir do momento em que a verba torna-se LEGALMENTE exig\u00edvel, ou seja, a partir do m\u00eas subseq\u00fcente ao da presta\u00e7\u00e3o laboral, aplicando-se na esp\u00e9cie, o que estatui o art. 2\u00ba do Decreto-lei 75\/66, combinado com o artigo 45000 da CLT. TRT\/PR\/AP 2412\/0004 &#8211; Ac. 2\u00aa T. 20274\/0005 &#8211; Rel. Juiz Helmuth Kampmann &#8211; DJPr. 18\/08\/0005.<\/p>\n<p>Denota-se que n\u00e3o se houve com o costumeiro acerto o E. Regional &#8230;., haja vista que as ementas acima transcritas bem demonstram a diverg\u00eancia da decis\u00e3o proferida no Recurso Ordin\u00e1rio, a qual foi atacada pela Revista obstaculizada. N\u00e3o h\u00e1 qualquer discrep\u00e2ncia em rela\u00e7\u00e3o aos fatos, como quer fazer crer o despacho agravado, pois os arestos falam em \u00e9poca pr\u00f3pria da exigibilidade da verba. Ora, o pr\u00f3prio despacho agravado deixa claro que a decis\u00e3o de 1\u00ba Grau, confirmada pelo TRT\/..\u00aa Regi\u00e3o, determinou que se corrigisse as verbas no m\u00eas da presta\u00e7\u00e3o laboral, sendo certo que as decis\u00f5es paradigmas apontam para rumo divergente, ou seja, a corre\u00e7\u00e3o deve passar a incidir no m\u00eas subseq\u00fcente ao laborado. Evidente o desacerto do despacho agravado.<\/p>\n<p>Resta demonstrado que o Recurso de Revista \u00e9 cab\u00edvel e deve ter seu seguimento deferido, por ser da melhor exegese do direito.<\/p>\n<p>FINAL<\/p>\n<p>Ante o exposto, espera a Agravante o recebimento e provimento deste agravo, para o fim de que, reformado o r. despacho que negou seguimento \u00e0 Revista, seja a mesma processada e encaminhada a esse E. Tribunal para julgamento, por ser quest\u00e3o de J U S T I \u00c7 A !<\/p>\n<p>N. Termos,<br \/>Pede deferimento.<\/p>\n<p>&#8230;.., &#8230;. de &#8230;&#8230;. de &#8230;&#8230;..<br \/>Advogado<\/p>\n","protected":false},"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"template":"","meta":{"content-type":""},"categoria-modelo":[154],"class_list":["post-2976763","modelos-de-peticao","type-modelos-de-peticao","status-publish","hentry","categoria-modelo-previdenciario"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/modelos-de-peticao\/2976763","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/modelos-de-peticao"}],"about":[{"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/modelos-de-peticao"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2976763"}],"wp:term":[{"taxonomy":"categoria-modelo","embeddable":true,"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categoria-modelo?post=2976763"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}