{"id":28561,"date":"2023-07-28T23:51:39","date_gmt":"2023-07-28T23:51:39","guid":{"rendered":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/?post_type=modelos-de-peticao&#038;p=3650"},"modified":"2023-07-28T23:51:39","modified_gmt":"2023-07-28T23:51:39","slug":"recurso-especial-violacao-do-art-332-do-cpc-e-divergencia-jurisprudencial","status":"publish","type":"modelos-de-peticao","link":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/modelos-de-peticao\/recurso-especial-violacao-do-art-332-do-cpc-e-divergencia-jurisprudencial\/","title":{"rendered":"[MODELO] Recurso Especial  &#8211;  Viola\u00e7\u00e3o do art. 332 do CPC e diverg\u00eancia jurisprudencial."},"content":{"rendered":"<p><strong>RECURSO  ESPECIAL<\/strong> -Em face da <strong>viola\u00e7\u00e3o de Lei Federal<\/strong>, qual seja o art. 332 CPC e de diverg\u00eancia jurisprudencial, o Requerente interp\u00f5e Recurso Especial, pois em sede de embargos \u00e0 execu\u00e7\u00e3o, o mesmo requereu a produ\u00e7\u00e3o de provas, contudo, <strong>foi julgada antecipadamente a lide,<\/strong> negando-se a defesa por parte do Requerente.<\/p>\n<p>A jurisprud\u00eancia e doutrina entendem pela n\u00e3o antecipa\u00e7\u00e3o do julgamento da lide, quando da necessidade de dilata\u00e7\u00e3o probat\u00f3ria para aferi\u00e7\u00e3o de aspectos relevantes a causa.<\/p>\n<p>EXMO. SR. DR. JUIZ  PRESIDENTE DO EGR\u00c9GIO TRIBUNAL DE AL\u00c7ADA DO ESTADO &#8230;.<\/p>\n<h1>RECURSO ESPECIAL <\/h1>\n<p>(APELA\u00c7\u00c3O C\u00cdVEL  N\u00ba &#8230;.) <\/p>\n<p>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;., j\u00e1 qualificado nos autos de apela\u00e7\u00e3o c\u00edvel em ep\u00edgrafe, em que \u00e9 apelado &#8230;., vem em tempo h\u00e1bil, (ac\u00f3rd\u00e3o n\u00ba &#8230;. de Embargos de Declara\u00e7\u00e3o, publicado no DJ&#8230;. em &#8230;.), interpor. <\/p>\n<h1>RECURSO  ESPECIAL<\/h1>\n<p>Com apoio no permissivo constitucional das al\u00edneas &quot;a&quot; e &quot;c&quot; do artigo 105, III, da CF\/88, contra o v. Ac\u00f3rd\u00e3o, prolatado pela Colenda &#8230;. C\u00e2mera C\u00edvel deste E. Tribunal, na apela\u00e7\u00e3o c\u00edvel n\u00ba &#8230;., que negou vig\u00eancia ao seguinte artigo de Lei Federal: art. &#8211; 332 do C\u00f3digo de Processo Civil, bem como o interpretou antagonicamente, vulnerando com isso a unidade e uniformiza\u00e7\u00e3o do direito federal, ocorrendo, destarte,  diverg\u00eancia jurisprudencial.  Recorre na forma das raz\u00f5es anexas, que ficam fazendo parte integrante e insepar\u00e1vel da peti\u00e7\u00e3o recursal, que demonstram o cabimento do seu apelo extremo. <\/p>\n<p>Requer que, decorrido o prazo para contra-raz\u00f5es e exercido, primeiro, o ju\u00edzo de admissibilidade, seja o presente recurso especial deferido, por estarem presentes todos os pressupostos &#8211; condi\u00e7\u00f5es de cabimento e admissibilidade, estando o tema central do recurso &#8211;  NEGATIVA DE VIG\u00caNCIA DE LEI FEDERAL e DIVERG\u00caNCIA JURISPRUDENCIAL &#8211;  devidamente demostrando, al\u00e9m  de tratar de tese jur\u00eddica relevante. <\/p>\n<p>P . Deferimento<\/p>\n<p>&#8230;., &#8230;. de &#8230;. de &#8230;.<\/p>\n<\/p>\n<p>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;<\/p>\n<p>Advogado <\/p>\n<h1>RAZ\u00d5ES DE RECURSO ESPECIAL <\/h1>\n<p>1. Trata-se de contrato de m\u00fatuo, atrav\u00e9s do qual o ora recorrido, tendo conhecimento da real e urgente necessidade da recorrente em captar recursos para dar continuidade ao seu trabalho que perdura j\u00e1 faz meio s\u00e9culo, utilizou-se de m\u00e1-f\u00e9 e deslealdade, embutindo no contrato consensual, cl\u00e1usulas vexat\u00f3rias, abusivas e repugnantes. <\/p>\n<p>2. N\u00e3o estando em desconforme com a realidade pela qual passava o restante do pa\u00eds, entrou a recorrente em s\u00e9rias dificuldades financeiras, fruto, \u00e9 claro, da gan\u00e2ncia de pessoas, como o recorrido, que vivem do jogo do sistema financeiro. N\u00e3o contribuindo em nada para o progresso do pa\u00eds, pelo contr\u00e1rio, especulando, usurpando, manobrando fraudulentamente com a fraqueza alheia . <\/p>\n<p>3. Face ao leonismo de contratos como estes, tornou-se inevit\u00e1vel o descumprimento de determinadas obriga\u00e7\u00f5es por parte da recorrente, n\u00e3o tendo maior sorte, o agiota &#8211; apelado, posto isto, executou os t\u00edtulos representativos de sua viol\u00eancia, quais sejam, duas notas  promiss\u00f3rias. <\/p>\n<p>3.1. N\u00e3o se discute a exist\u00eancia do princ\u00edpio da  autonomia da vontade nem t\u00e3o pouco da obrigatoriedade da conven\u00e7\u00e3o, mas h\u00e1 que  se observar a supremacia da ordem p\u00fablica, que visa a justi\u00e7a e a igualdade entre os contratantes, tentando evitar, desse modo, abusos no relacionamento privado. <\/p>\n<p>3.2. Os elementos do contrato dever\u00e3o basear-se na justi\u00e7a e na rec\u00edproca lealdade, e os valores econ\u00f4micos estar\u00e3o subordinados aos de ordem humana social . <\/p>\n<p>\u00c9 o que preleciona a mais autorizada doutrina, lastreada por Carlos Alberto Bittar, sen\u00e3o vejamos: <\/p>\n<p>&quot;Acha-se a no\u00e7\u00e3o de busca de justi\u00e7a social, evitando-se a pr\u00e1tica de abusos no relacionamento privado, na defesa dos economicamente mais fracos e de interesses outros da coletividade &#8230;&quot; (Direito dos contratos e dos atos unilaterais, in O Direito dos Contratos e seus Princ\u00edpios fundamentais., Fernando Noronha, 1994, p\u00e1g. 46.)<\/p>\n<p>4. N\u00e3o obstante o exposto, o D.D. Juiz monocr\u00e1tico, maravilhado, talvez pelo poder de decis\u00e3o e a sua conseq\u00fcente imperatividade e esquecendo-se, por algum instante, da indispensabilidade de obedi\u00eancia \u00e0 lei, violou flagrantemente o direito. <\/p>\n<p>5. Enclausurado em cub\u00edculos formais de procedimento, sem liberdade de movimento e num total clima de ilegalidade, acolheu, referido magistrado, a agiotagem e, por conseguinte, o agiota e sua generalizada desobedi\u00eancia \u00e0 lei. <\/p>\n<p>6. N\u00e3o foi capaz de romper velhos h\u00e1bitos, j\u00e1 ultrapassados, mantendo a sua est\u00e1tica mentalidade, pr\u00f3pria do imobilismo do juiz espectador, tudo em defesa de uma abstra\u00e7\u00e3o repressiva e arbitr\u00e1ria. <\/p>\n<p>7. Buscando justi\u00e7a apresentou tempestivamente a ora Recorrente embargos \u00e0 execu\u00e7\u00e3o, alegando o que fora, resumidamente, exposto acima, protestando, ademais, pela produ\u00e7\u00e3o de in\u00fameras provas . <\/p>\n<p>7.1. As quest\u00f5es abordadas nos embargos foram expostas com pedido expresso de produ\u00e7\u00e3o de provas (depoimentos testemunhais e pessoais das partes, requisi\u00e7\u00e3o de extratos, border\u00f4s, per\u00edcia cont\u00e1bil e demais documentos de empr\u00e9stimo da embargante, etc. &#8230;). <\/p>\n<p>7.2. Tratava-se, pois, de quest\u00f5es de direito e de fato, cuja instru\u00e7\u00e3o probat\u00f3ria n\u00e3o havia sido ainda realizada, como requerido nos embargos, que se fosse permitida, possibilitaria a ora recorrente provar que os juros cobrados foram extorsivos, e que o ora recorrido aproveitou-se da necessidade financeira da recorrente, coagindo-a a emitir os t\u00edtulos em quest\u00e3o. <\/p>\n<h1>NEGATIVA DE VIG\u00caNCIA DE LEI FEDERAL <\/h1>\n<p>8. Numa manifesta hostiliza\u00e7\u00e3o \u00e0 lei federal, nomeadamente ao artigo 332 do CPC, o MM. Juiz, em sua decis\u00e3o monocr\u00e1tica, decidiu antecipadamente, por entender ser desnecess\u00e1ria a produ\u00e7\u00e3o de provas pela ora Recorrente, decis\u00e3o esta que, embora rid\u00edcula, contou posteriormente com a v\u00eania do Tribunal de Al\u00e7ada que, atrav\u00e9s deste ac\u00f3rd\u00e3o recorrido, tolerou ao arrepio da lei o julgamento antecipado da lide, agindo arbitr\u00e1ria e abusivamente, em total desacordo com a lei federal, sen\u00e3o vejamos: <\/p>\n<p>Art.. 332 &#8211; CPC:<\/p>\n<\/p>\n<p>&quot;Todos os meios legais, bem como os moralmente leg\u00edtimos, ainda que n\u00e3o especificados neste C\u00f3digo, s\u00e3o h\u00e1beis para provar a verdade dos fatos, em que se funda a a\u00e7\u00e3o ou a defesa .&quot;<\/p>\n<p>\u00c9 o que proclama a mais autorizada doutrina, lastreada pela li\u00e7\u00e3o de IVAN HUGO e SILVA: <\/p>\n<p>&quot;A recusa infundada ao deferimento do uso de provas garantida em lei configura o cerceamento de defesa e a parcialidade materializada do ato do juiz, que coloca o alvitre pessoal acima dos direitos das partes, ferindo o princ\u00edpio de igualdade de tratamento a ser concedido aos litigantes &#8230;&quot;<\/p>\n<p>E conclui: <\/p>\n<p>&quot;Em resumo, o desprezo \u00e0 validade de prova ou ato processual garantidos por dispositivo legal de \u00e2mbito correspondente a uma agress\u00e3o direta \u00e0 sua soberania e ao interesse do estado pelo cumprimento das leis que particulares, justificando-se a a\u00e7\u00e3o do Supremo quando configura tais viola\u00e7\u00f5es.&quot; (in Recurso no Novo C\u00f3digo de Processo Civil. Forense, p\u00e1g. 316) <\/p>\n<p>Ou\u00e7a-se  HUMBERTO THEODORO J\u00daNIOR: <\/p>\n<p>&quot;Sobre a forma de execu\u00e7\u00e3o, \u00e9 perfeitamente l\u00edcito o debate entre as partes, de sorte a gerar o mesmo contradit\u00f3rio que se conhece no processo de conhecimento, de tal forma que a execu\u00e7\u00e3o, por ter natureza processual, merece ver atendido, literalmente, o princ\u00edpio do &quot;due process of law&quot; ou devido processo legal.&quot; (In Revista dos Tribunais, ano 82, outubro de 1993, vol. 696, p\u00e1g. 07) <\/p>\n<p>LIEBMAN preleciona com propriedade: <\/p>\n<p>&quot;O formalismo \u00e9 uma deforma\u00e7\u00e3o, adverte por\u00e9m que uma indulg\u00eancia exagerada para com a viola\u00e7\u00e3o das formas comprometeria a regularidade e efici\u00eancia do desempenho da fun\u00e7\u00e3o jurisdicional. O ordin\u00e1rio \u00e9 instruir a causa e o extraordin\u00e1rio, julga-lo antecipadamente. Necess\u00e1ria a prova, inadmite-se o julgamento antecipado da lide.&quot; (in Revista do Tribunal Regional Federal, 3\u00ba regi\u00e3o, n\u00ba 10, 1992, pags. 276277). <\/p>\n<p>DIVERG\u00caNCIA JURISPRUDENCIAL <\/p>\n<p>9. Cabe \u00e0 este Colendo Superior Tribunal de Justi\u00e7a uniformizar o direito federal, criando uma unidade pretoriana em antagonismos, em prol da justi\u00e7a e do estado democr\u00e1tico, porquanto a nossa lei maior ao estabelecer a igualdade de tratamento \u00e0 todos n\u00e3o o fez por mera demagogia . <\/p>\n<p>9.1. No que tange \u00e0 tese jur\u00eddica, acerca do julgamento antecipado da lide (art. 332 do CPC), os nossos tribunais, em maci\u00e7a maioria, interpretam-na de modo diverso a que fora pelo E. Tribunal de Al\u00e7ada do &#8230;., como se poder\u00e1 verificar da simples compara\u00e7\u00e3o entre o v. Ac\u00f3rd\u00e3o ora guerreado e demais ac\u00f3rd\u00e3os prolatados pelo pa\u00eds a fora, bem como diverge totalmente das decis\u00f5es prolatadas, acerca do mesmo assunto, por este Colendo Superior de Justi\u00e7a, sen\u00e3o vejamos: <\/p>\n<p>O TRIBUNAL de JUSTI\u00c7A de S\u00c3O PAULO  decidiu<\/p>\n<p>&quot;A medida do artigo 330, n\u00ba I, DO CPC, deve ser usada com cautela, pois o julgamento antecipado da lide \u00e9 inadmiss\u00edvel, quando h\u00e1 causa a esclarecer e provas a produzir.&quot; (Ac. Un\u00e2nime da 12\u00ba C\u00e2mera do Tribunal de Justi\u00e7a de S\u00e3o Paulo, Relator Prado Rossi, in C\u00f3d. de Processo Civil Anotado, volume II, p\u00e1g. 1389 de Alexandre de Paula, 5\u00ba edi\u00e7\u00e3o.)<\/p>\n<p>Este Colendo SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTI\u00c7A, vem adotando uniformemente o seguinte entendimento: <\/p>\n<p>&quot;Julgamento antecipado da lide. Impossibilidade. N\u00e3o \u00e9 l\u00edcito ao juiz conhecer diretamente do pedido se militar a favor do autor, em decorr\u00eancia do direito invocado, presun\u00e7\u00e3o relativa, que admita , por sua natureza, prova contr\u00e1ria. Caso em que o r\u00e9u protestar por provas, devendo-lhe ser assegurada a oportunidade de sua produ\u00e7\u00e3o.  Recurso Especial conhecido e provido.&quot; (R.E n\u00ba 13.517-PR, 3\u00ba Turma, Rel. Nilson Naves, em 03.12.91, in R.S.T.J., n\u00ba 32, ano 4, p\u00e1g. 390).<\/p>\n<p>Veja-se que, a &quot;primo oculi&quot;, \u00e9 manifesta a diferen\u00e7a fundamental entre os ac\u00f3rd\u00e3os retro citados e o ac\u00f3rd\u00e3o ora recorrido, pois aqueles julgam pela necessidade de produ\u00e7\u00e3o de provas a ser deferida pelo juiz quando requeridas por uma das partes ,enquanto este prima pela abstra\u00e7\u00e3o abusiva e retr\u00f3grada, violando o direito da recorrente em produzir as provas que requereu. <\/p>\n<p>Ainda este Excelso Pret\u00f3rio, em outro julgamento, assim decidiu: <\/p>\n<p>&quot;Existindo necessidade de dilata\u00e7\u00e3o probat\u00f3ria para aferi\u00e7\u00e3o de aspectos relevantes da causa, o julgamento antecipado da lide importa em viola\u00e7\u00e3o do princ\u00edpio do contradit\u00f3rio constitucionalmente assegurado \u00e0s partes e um dos pilares do devido processo legal.&quot; (4\u00ba Turma, RE, n\u00ba 7.004-Al., Rel. Min. S\u00e1lvio de Figueiredo, 21. 08.91, D.J.U, 30.09.91, p\u00e1g. 13.489). <\/p>\n<p>\u00c9 o entendimento do SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL: <\/p>\n<p>&quot;Prova testemunhal. Indeferimento imotivado, que importa cerceamento de defesa. Nulidade do Processo declarada. Recurso Extraordin\u00e1rio conhecido e provido.&quot; (In RTJ 64\/505-6. &#8211; Rel. Min. Xavier de Albuquerque). <\/p>\n<p>O direito de defesa da recorrente foi flagrantemente violado, n\u00e3o tendo esta sequer o direito de ser ouvida ou produzir a prova que pensa ser necess\u00e1ria ao deslinde da causa. <\/p>\n<p>\u00c9 o que se verifica da compara\u00e7\u00e3o dos dois \u00faltimos ac\u00f3rd\u00e3os citados e o ac\u00f3rd\u00e3o guerreado que declarou serem desnecess\u00e1rias as provas da recorrente. <\/p>\n<p>10. Ora consta-se, de pronto, a diverg\u00eancia entre o ac\u00f3rd\u00e3o recorrido e os demais ac\u00f3rd\u00e3os acerca da mesma tese jur\u00eddica, de vez que compete \u00e0 este Colendo Superior Tribunal uniformizar o direito federal, com a conseq\u00fcente reforma deste ac\u00f3rd\u00e3o recorrido.<\/p>\n<h1>PEDIDO<\/h1>\n<p>11. Isto posto, a Requerente requer ao Colendo S.T.J que, cumprindo sua fun\u00e7\u00e3o constitucional e exercendo o controle da legalidade do julgador local frente ao direito federal, corrija o erro da decis\u00e3o que negou vig\u00eancia as leis federais, bem como interpretou antagonicamente a mesma tese jur\u00eddica (art. 332 do CPC) em rela\u00e7\u00e3o aos demais tribunais do pa\u00eds, anulando em conseq\u00fc\u00eancia o v. ac\u00f3rd\u00e3o recorrido, em face do julgamento antecipado da lide, e que outro seja prolatado com aplica\u00e7\u00e3o da legisla\u00e7\u00e3o federal pertinente, por ser medida de direito e inteira JUSTI\u00c7A.<\/p>\n<p>Pede Deferimento<\/p>\n<\/p>\n<p>&#8230;., &#8230;. de &#8230;. de &#8230;.<\/p>\n<p>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.<\/p>\n<p>Advogado OAB\/&#8230;<\/p>\n","protected":false},"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"template":"","meta":{"content-type":""},"categoria-modelo":[142],"class_list":["post-28561","modelos-de-peticao","type-modelos-de-peticao","status-publish","hentry","categoria-modelo-civel"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/modelos-de-peticao\/28561","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/modelos-de-peticao"}],"about":[{"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/modelos-de-peticao"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=28561"}],"wp:term":[{"taxonomy":"categoria-modelo","embeddable":true,"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categoria-modelo?post=28561"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}