{"id":28474,"date":"2023-07-28T23:50:07","date_gmt":"2023-07-28T23:50:07","guid":{"rendered":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/?post_type=modelos-de-peticao&#038;p=3650"},"modified":"2023-07-28T23:50:07","modified_gmt":"2023-07-28T23:50:07","slug":"impugnacao-aos-embargos-de-devedor-contestacao-dos-argumentos-sobre-juros-capitalizacao-de-juros-e-aplicabilidade","status":"publish","type":"modelos-de-peticao","link":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/modelos-de-peticao\/impugnacao-aos-embargos-de-devedor-contestacao-dos-argumentos-sobre-juros-capitalizacao-de-juros-e-aplicabilidade\/","title":{"rendered":"[MODELO] Impugna\u00e7\u00e3o aos Embargos de Devedor  &#8211;  Contesta\u00e7\u00e3o dos argumentos sobre juros, capitaliza\u00e7\u00e3o de juros e aplicabilidade"},"content":{"rendered":"<p><strong>IMPUGNA\u00c7\u00c3O<\/strong>-Contesta-se o embargo de devedor, dizendo-se ser improcedentes os argumentos dos mesmos, principalmente, no que tange aos juros legais, <strong>capitaliza\u00e7\u00e3o de juros e inaplic\u00e1vel<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>EXMO. SR. DR. JUIZ DE DIREITO DA &#8230;. \u00aa VARA C\u00cdVEL DA COMARCA DE<\/strong> &#8230;.<\/p>\n<p>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.., j\u00e1 qualificado na pe\u00e7a inicial, por seu procurador infra-escrito, nos autos supra de <strong>EMBARGOS DO DEVEDOR<\/strong>, opostos por &#8230;., igualmente qualificado, v\u00eam respeitosamente \u00e0 presen\u00e7a de Vossa Excel\u00eancia apresentar<\/p>\n<h1>IMPUGNA\u00c7\u00c3O<\/h1>\n<p>aos referidos Embargos e o faz aduzindo e demonstrando o quanto segue:<\/p>\n<h1>I) DOS FATOS<\/h1>\n<p>O Embargado &#8230;., atrav\u00e9s dos apensos autos de execu\u00e7\u00e3o de t\u00edtulo extrajudicial n\u00ba &#8230;., com base em C\u00e9dula de Cr\u00e9dito Industrial n\u00ba &#8230;., busca, com fulcro no artigo 585, inciso VII, do CPC a execu\u00e7\u00e3o do saldo devedor apurado conforme demonstrativo de d\u00e9bito juntado, saldo este n\u00e3o quitado pelos embargantes.<\/p>\n<p>O t\u00edtulo executivo acha-se juntado &#8211; no original &#8211; aos autos de execu\u00e7\u00e3o em apenso, bem como foram juntados documentos comprobat\u00f3rios do d\u00e9bito exequendo.<\/p>\n<p>Citados os executados, os mesmos opuseram embargos, pretendendo, em resumo, verem-se desobrigados do pagamento do d\u00e9bito exequendo.<\/p>\n<p>Para tanto, fundamentam basicamente a a\u00e7\u00e3o incidental, nas alega\u00e7\u00f5es de que houve aplica\u00e7\u00e3o de percentuais diferentes daqueles contratados, na forma de juros capitalizados, que os juros n\u00e3o foram limitados em 12% a.a., e que aplic\u00e1vel ao caso das hip\u00f3teses do C\u00f3digo de Defesa do Consumidor.<\/p>\n<p>II) <strong>DA REFUTA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 patente a falta de amparo legal da tese desenvolvida pelos embargantes, restando, al\u00e9m de inver\u00eddica a argumenta\u00e7\u00e3o, irrefut\u00e1vel o direito do credor tentar a recupera\u00e7\u00e3o do seu cr\u00e9dito por meio do poder judici\u00e1rio, uma vez que inadimplentes os Embargantes, quanto aos compromissos expressamente assumidos em raz\u00e3o de t\u00edtulo de cr\u00e9dito firmado com o Banco.<\/p>\n<p>Conforme restar\u00e1 demonstrado, IMPROCEDEM integralmente os embargos ora impugnados.<\/p>\n<p>III) <strong>DA LIMITA\u00c7\u00c3O CONSTITUCIONAL DOS JUROS<\/strong><\/p>\n<p>Relativamente \u00e0 limita\u00e7\u00e3o da taxa de juros ao patamar de 12% ao ano, a posi\u00e7\u00e3o defendida pelos embargantes apresenta-se equivocada. Isto porque a mat\u00e9ria n\u00e3o comporta mais discuss\u00e3o a n\u00edvel jurisprudencial, tornando-se pac\u00edfico o entendimento de que o referido artigo constitucional n\u00e3o possui natureza auto-aplic\u00e1vel, tendo, inclusive, o E. Superior Tribunal de Justi\u00e7a, pronunciado a respeito, conforme ementa a seguir reproduzida:<\/p>\n<p>&quot;RECURSO ESPECIAL. JUROS BANC\u00c1RIOS. JUROS CONTRATADOS. RECURSO PROVIDO.<\/p>\n<p>Os &quot;juros legais&quot;, nos contratos banc\u00e1rios s\u00e3o os juros contratados, n\u00e3o tendo aplica\u00e7\u00e3o a norma do par\u00e1grafo 3\u00ba do art. 192 da Constitui\u00e7\u00e3o, esta face \u00e0 decis\u00e3o do Colendo Supremo Tribunal Federal na ADIN n\u00ba 4.&quot;<\/p>\n<p>Nesse sentido, e nem poderia ser diferente, t\u00eam sido as decis\u00f5es proferidas pelos Tribunais do nosso Estado, conforme abaixo:<\/p>\n<p>&quot;APELA\u00c7\u00c3O. EMBARGOS A EXECU\u00c7\u00c3O. CAPITALIZA\u00c7\u00c3O DE JUROS. ART. 192. PAR\u00c1GRAFO 3\u00ba, C.F. PACTA SUNT SERVANDA. S\u00daMULA 596\/S-TF.<\/p>\n<p>\u00c9 permitida a capitaliza\u00e7\u00e3o de juros pelos encargos assumidos e acordados com entidade integrante do Sistema Financeiro Nacional. Tendo-se por norma o princ\u00edpio do pacta sunt servanda e a S\u00famula 596 da Suprema Corte. Vislumbrando-se, ainda, que a norma inserta no art. 192, C.F., n\u00e3o possui natureza auto-aplic\u00e1vel, necessitando, portanto, de Lei Complementar.&quot; (TA\/PR. Apel. Civ. 47593-0. Ac\u00f3rd\u00e3o un\u00e2nime da 6\u00aa C\u00e2m. Civ. &quot;in&quot; DJPR 14\/8\/92. p\u00e1g. 49).<\/p>\n<p>Juros reais. Art. 192, par\u00e1grafo 3\u00ba, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal. Norma constitucional cuja obrigatoriedade est\u00e1 a depender de lei regulamentadora, ainda por editar-se. Aplicabilidade da S\u00famula 596 do Supremo Tribunal. II &#8211; &#8230;&quot; (TJPR, Ap. Civ., &quot;in&quot; DJPR 22\/10\/91)<\/p>\n<p>O pr\u00f3prio Colendo Tribunal Federal consolidou esta linha na S\u00famula 596, onde se expressa:<\/p>\n<p>&quot;AS DISPOSI\u00c7\u00d5ES DO DECRETO N\u00ba 22.626\/33 N\u00c3O SE APLICAM AS TAXAS DE JUROS E AOS OUTROS ENCARGOS COBRADOS NAS OPERA\u00c7\u00d5ES REALIZADAS POR INSTITUI\u00c7\u00d5ES P\u00daBLICAS OU PRIVADAS, QUE INTEGRAM O SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL.&quot;<\/p>\n<p>Resta, portanto, infrut\u00edfera a sustenta\u00e7\u00e3o dos Embargantes quanto \u00e0 mat\u00e9ria acima discutida.<\/p>\n<p>IV) DA SUPOSTA VEDA\u00c7\u00c3O QUANTO \u00c0 CAPITALIZA\u00c7\u00c3O DOS JUROS EM C\u00c9DULAS DE CR\u00c9DITO<\/p>\n<p>A alega\u00e7\u00e3o dos Embargantes no que se refere \u00e0 cobran\u00e7a indevida por parte do Embargado dos juros, n\u00e3o procede, conquanto os juros exigidos foram t\u00e3o somente aqueles pactuados consoante observa-se do t\u00edtulo de fls&#8230;. dos autos de execu\u00e7\u00e3o. Assim n\u00e3o h\u00e1 que se falar em juros abusivos, vez que pactuados, al\u00e9m de serem aqueles praticados pelo mercado, notadamente \u00e0 \u00e9poca do empr\u00e9stimo.<\/p>\n<p>Nota-se claramente que os juros cobrados pelo Embargado s\u00e3o perfeitamente poss\u00edvel e n\u00e3o consolidam em tempo algum ato proibido, consoante as disposi\u00e7\u00f5es expressas pelo Decreto-Lei 413\/69, como decidiu o STJ no Recursos Especial 11843, Relator Min. Nilson Naves, julg. 13\/4\/92, conforme abaixo:<\/p>\n<p>&quot;JUROS &#8211; CAPITALIZA\u00c7\u00c3O &#8211; DECRETO-LEI 413\/69 &#8211; Anatocismo &#8211; Veda\u00e7\u00e3o do Decreto 22626\/33 afastada pelo Decreto-Lei 413\/69, aplic\u00e1vel a empr\u00e9stimos destinados a atividades comerciais, por for\u00e7a da Lei 6840\/80.&quot;<\/p>\n<p>Reporta-se o Embargado \u00e0 decis\u00e3o proferida em face da ementa supra no que se refere-se \u00e0 capitaliza\u00e7\u00e3o dos juros, posto que decorrente de lei. Quanto a esse aspecto a quest\u00e3o j\u00e1 se encontra consolidada pelo Superior Tribunal de Justi\u00e7a, especificamente \u00e0 luz do quanto consta da S\u00famula 93 do STJ, a seguir reproduzida:<\/p>\n<p>&quot;A legisla\u00e7\u00e3o sobre c\u00e9dulas de cr\u00e9dito rural, comercial e industrial admite o pacto de capitaliza\u00e7\u00e3o de juros.&quot;<\/p>\n<p>O entendimento sustentado pelo Embargado encontra respaldo em face do quanto antes mencionado, bem assim, em face do disposto no artigo 5\u00ba do Decreto-Lei n\u00ba 413\/69 onde determina a possibilidade de capitalizar-se os juros mensalmente. O teor do artigo citado assim expressa:<\/p>\n<p>&quot;ART. 5\u00ba &#8211; As import\u00e2ncias fornecidas pelo financiador vencer\u00e3o juros e poder\u00e3o sofrer corre\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria \u00e0s taxas e aos \u00edndices que o Conselho Monet\u00e1rio Nacional fixar, calculados sobre os saldos devedores de conta vinculada \u00e0 opera\u00e7\u00e3o, e ser\u00e3o exig\u00edveis em 30 de junho, 31 de dezembro, no vencimento ou, tamb\u00e9m, em outras datas convencionadas no t\u00edtulo ou admitidas pelo referido Conselho.&quot; (grifos nossos)<\/p>\n<p>Cumpriu o Embargado os dispositivos em norma legal concernentes ao artigo 14, inciso VI do Decreto-lei 413\/69, onde l\u00ea-se:<\/p>\n<p>&quot;A c\u00e9dula de cr\u00e9dito industrial conter\u00e1 os seguintes requisitos, lan\u00e7ados no contexto:<\/p>\n<p>I, II, III, IV, V, &#8230;<\/p>\n<p>VI) taxa de juros a pagar e comiss\u00e3o de fiscaliza\u00e7\u00e3o, se houver, e \u00e9poca em que ser\u00e3o exig\u00edveis, podendo ser capitalizadas.&quot; (grifos nossos).<\/p>\n<p>V) DO VALOR DA EXECU\u00c7\u00c3O<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 que se falar em excesso de execu\u00e7\u00e3o, vez que a d\u00edvida encontra-se integralmente demonstrada \u00e0s fls&#8230;., parcela por parcela, acrescidas t\u00e3o somente dos encargos livremente pactuados com os embargantes, os quais, em momento algum negam a exist\u00eancia da d\u00edvida.<\/p>\n<p>Os embargantes, al\u00e9m de confundirem as raz\u00f5es do que consideram &quot;excesso do valor com os outros itens atacados  nestes embargos, procuram demonstrar &quot;hipoteticamente&quot; qual seria o valor de sua d\u00edvida, esquecendo-se de incidir sobre a mesma, todos os encargos inerentes ao t\u00edtulo exequendo, os quais s\u00e3o legalmente exigidos.<\/p>\n<p>Os Embargantes deixam de incidir no valor das presta\u00e7\u00f5es atrasadas os juros morat\u00f3rios, o IOC e n\u00e3o demonstra o valor que entende como sendo o correto, a fim de rejeitar o valor da d\u00edvida apurado pelo credor, o qual por sua vez, atualizou a d\u00edvida com base na corre\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria m\u00eas a m\u00eas e demais encargos contratuais.<\/p>\n<p>De maneira diferente do que sustentam os embargantes, a opera\u00e7\u00e3o de cr\u00e9dito foi realizada com amparo na Lei 6.840\/80 e no Decreto-lei 413\/69, mediante utiliza\u00e7\u00e3o de taxas aceitas pelo mercado \u00e0 \u00e9poca da contrata\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Assim, resta claro que a liquidez, certeza e a exigibilidade do t\u00edtulo exequendo decorre das pr\u00f3prias disposi\u00e7\u00f5es legais que regem as c\u00e9dulas de cr\u00e9dito.<\/p>\n<p>O art. 10 do Decreto-lei n\u00ba 413\/69, aplic\u00e1vel ao caso, por for\u00e7a do disposto no artigo 5\u00ba da Lei n\u00ba 6.840\/80, \u00e9 bastante claro nesse sentido quando prescreve:<\/p>\n<p>&quot;Art. 10 &#8211; A c\u00e9dula de cr\u00e9dito industrial \u00e9 t\u00edtulo l\u00edquido e certo, exig\u00edvel pela soma dela constante, ou do endosso, al\u00e9m dos juros, da comiss\u00e3o de fiscaliza\u00e7\u00e3o se houver, e demais despesas que o credor fizer para seguran\u00e7a, regularidade e realiza\u00e7\u00e3o de seu direito credit\u00f3rio&quot;.<\/p>\n<p>A for\u00e7a executiva da c\u00e9dula de cr\u00e9dito \u00e9 expressamente reconhecida pelo Superior Tribunal de Justi\u00e7a, como se denota do ac\u00f3rd\u00e3o proferido pela C. 2\u00aa Turma daquele pret\u00f3rio:<\/p>\n<p>&quot;RECURSO EM MANDADO DE SEGURAN\u00c7A. MEDIDA CAUTELAR. PROIBI\u00c7\u00c3O DE O CREDOR PROMOVER EXECU\u00c7\u00c3O FOR\u00c7ADA.<\/p>\n<p>A C\u00e9dula de Cr\u00e9dito Industrial constitui t\u00edtulo executivo extrajudicial, uma vez revestida das formalidades legais. Confere ao credor direito de, em ju\u00edzo, valer-se da execu\u00e7\u00e3o for\u00e7ada. Imposs\u00edvel impedir que o fa\u00e7a. Caso contr\u00e1rio, at\u00e9 a Constitui\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica seria contrastada (art. 5\u00ba XXXV). Eventual defesa constar\u00e1 de embargos \u00e0 execu\u00e7\u00e3o.&quot; &quot;In&quot; JSTJ e TRF, vol. 14, p\u00e1g. 124.<\/p>\n<h1>VI) DO C\u00d3DIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR<\/h1>\n<p>Pretendem os Embargantes se ver desobrigados dos \u00f4nus expressamente assumidos, de forma que tamb\u00e9m nesse aspecto os Embargantes n\u00e3o t\u00eam raz\u00e3o.<\/p>\n<p>Contudo, para que n\u00e3o fique sem contestar essa parte do controvertido, o Embargado esclarece que a abrang\u00eancia do CDC n\u00e3o alcan\u00e7a as atividades das institui\u00e7\u00f5es financeiras.<\/p>\n<p>Este ali\u00e1s, o entendimento dos eminentes Professores Arnold Wald e Wald\u00edrio Bulgarelli, dentre tantos doutrinadores.<\/p>\n<p>Basicamente, a conclus\u00e3o de ambos Mestres \u00e9 da n\u00e3o sujei\u00e7\u00e3o ao CDC das opera\u00e7\u00f5es das institui\u00e7\u00f5es financeiras, mais especificamente no que respeita ao par\u00e1grafo 2\u00ba, do art. 3\u00ba, da Lei 8.078\/90, porquanto se trata de produto (dinheiro ou cr\u00e9dito) entregue a quem n\u00e3o \u00e9 destinat\u00e1rio final.<\/p>\n<p>Evidencia-se, portanto, a inexist\u00eancia de rela\u00e7\u00e3o de consumo suscitada, porquanto o Embargado n\u00e3o agiu como fornecedor e, o dinheiro entregue \u00e0 tomadora do empr\u00e9stimo n\u00e3o foi por esta utilizado na condi\u00e7\u00e3o de destinat\u00e1ria final.<\/p>\n<p>Impugna-se, por conseguinte, a alega\u00e7\u00e3o dos Embargantes de que o Embargado tenha infringido disposi\u00e7\u00f5es do C\u00f3digo de Defesa do Consumidor.<\/p>\n<p>De excesso de garantias, igualmente n\u00e3o h\u00e1 que se falar, considerando que o t\u00edtulo foi firmado, contendo cl\u00e1usula que autoriza proceder a atualiza\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria do valor tomado por empr\u00e9stimo, assim, o valor nominal n\u00e3o pode perdurar, sob pena de enriquecimento il\u00edcito pelos Embargantes. N\u00e3o fosse este fato, a exig\u00eancia de garantia \u00e9 quest\u00e3o salutar, logicamente que n\u00e3o poderia deixar de exigir, ainda mais, quando tratar de empr\u00e9stimos de consider\u00e1vel monta. Por derradeiro, a garantia foi constitu\u00edda no t\u00edtulo de forma espont\u00e2nea pela tomadora do empr\u00e9stimo.<\/p>\n<p>N\u00e3o merece prosperar tampouco esta pretens\u00e3o dos Embargantes.<\/p>\n<p><strong>ISTO POSTO<\/strong>, <\/p>\n<p>Requer sejam os Embargos julgados totalmente improcedentes, eis que impugnados com a demonstra\u00e7\u00e3o do melhor direito, inclusive porque os Embargantes n\u00e3o negam o d\u00e9bito e n\u00e3o impugnam o t\u00edtulo ou seu valor, valendo-se somente de alega\u00e7\u00f5es gen\u00e9ricas e fortuitas. Requer, ainda, a condena\u00e7\u00e3o dos Embargantes nos \u00f4nus da sucumb\u00eancia, com o prosseguimento do processo executivo at\u00e9 seus ulteriores termos.<\/p>\n<p>Protesta pela produ\u00e7\u00e3o de todas as provas em direito admitidas, sem exce\u00e7\u00e3o, a serem especificadas no momento oportuno, caso se entenda pela necessidade de instru\u00e7\u00e3o do feito.<\/p>\n<p>Nestes Termos<\/p>\n<p>Pede Deferimento.<\/p>\n<p>&#8230;., &#8230;. de &#8230;. de &#8230;.<\/p>\n<p>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;<\/p>\n<p>Advogado OAB\/&#8230;<\/p>\n","protected":false},"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"template":"","meta":{"content-type":""},"categoria-modelo":[142],"class_list":["post-28474","modelos-de-peticao","type-modelos-de-peticao","status-publish","hentry","categoria-modelo-civel"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/modelos-de-peticao\/28474","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/modelos-de-peticao"}],"about":[{"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/modelos-de-peticao"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=28474"}],"wp:term":[{"taxonomy":"categoria-modelo","embeddable":true,"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categoria-modelo?post=28474"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}