{"id":28375,"date":"2023-07-28T23:47:53","date_gmt":"2023-07-28T23:47:53","guid":{"rendered":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/?post_type=modelos-de-peticao&#038;p=3650"},"modified":"2023-07-28T23:47:53","modified_gmt":"2023-07-28T23:47:53","slug":"acao-ordinaria-de-rescisao-contratual-com-devolucao-de-cheques-de-garantia-contrato-invalido-antes-do-prazo-de-vigencia","status":"publish","type":"modelos-de-peticao","link":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/modelos-de-peticao\/acao-ordinaria-de-rescisao-contratual-com-devolucao-de-cheques-de-garantia-contrato-invalido-antes-do-prazo-de-vigencia\/","title":{"rendered":"[MODELO] A\u00c7\u00c3O ORDIN\u00c1RIA DE RESCIS\u00c3O CONTRATUAL COM DEVOLU\u00c7\u00c3O DE CHEQUES DE GARANTIA  &#8211;  Contrato inv\u00e1lido antes do prazo de vig\u00eancia"},"content":{"rendered":"<p>As partes entabularam neg\u00f3cio de compra e venda condicionado \u00e0 apresenta\u00e7\u00e3o de documentos comprobat\u00f3rios da idoneidade fiscal e financeira do estabelecimento pelo vendedor.<\/p>\n<p>Ocorre que, antes da data estipulada para in\u00edcio da vig\u00eancia do contrato, os R\u00e9us tomaram ci\u00eancia da situa\u00e7\u00e3o do estabelecimento, fazendo com que os mesmos se desinteressassem pelo neg\u00f3cio e notificassem judicialmente o Autor.<\/p>\n<p>Todavia, os Autores pretendem ficar com o cheque dado pelos R\u00e9us como garantia do neg\u00f3cio, alegando ter direito as arras. Tal alega\u00e7\u00e3o n\u00e3o poder\u00e1 prosperar, pois o contrato foi denunciado antes do prazo para sua vig\u00eancia, ou seja, o mesmo nem chegou a ter validade.<\/p>\n<p><strong>EXMO. SR. DR. JUIZ DE DIREITO DA &#8230;. \u00aa VARA C\u00cdVEL  DA COMARCA DE &#8230;., ESTADO DO &#8230;. <\/strong><\/p>\n<p>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; (qualifica\u00e7\u00e3o), portador da C\u00e9dula de Identidade\/RG n\u00ba &#8230;., e inscrito no CPF\/MF n\u00ba &#8230;.  e &#8230;. (qualifica\u00e7\u00e3o) portadora da C\u00e9dula de Identidade\/RG n\u00ba &#8230;. e do CPF\/MF &#8230;., residentes e domiciliados nesta Cidade e Comarca de &#8230;., na Rua &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. n\u00ba &#8230;., vem mui respeitosamente \u00e0 presen\u00e7a de V. Exa. por seu advogado e bastante procurador infra assinado, contestar a<strong> A\u00c7\u00c3O ORDIN\u00c1RIA DE RESCIS\u00c3O CONTRATUAL<\/strong>, com perdimento de Arras c.c. perdas e danos, que lhes move &#8230;., em tramita\u00e7\u00e3o perante esta Vara e respectivo cart\u00f3rio, pelos motivos de raz\u00e3o e direito abaixo aduzidos.<\/p>\n<p><strong>OS FATOS:<\/strong><\/p>\n<p>1. No dia &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;., as partes celebraram um contrato para aquisi\u00e7\u00e3o, por parte dos R\u00e9us, de estabelecimento comercial de propriedade do Autor, denominado &#8230;&#8230;.., localizado na &#8230;. nesta Comarca de &#8230;.<\/p>\n<p>2. Sendo o local fechado e de propriedade da &#8230;., um local fechado, o estabelecimento, em refer\u00eancia, funciona por concess\u00e3o e no atendimento dos funcion\u00e1rios daquela firma, sendo o pagamento dos fornecimentos recebidos atrav\u00e9s de consigna\u00e7\u00e3o em folha de pagamento da &#8230;., segundo informa\u00e7\u00f5es do Autor, necess\u00e1rio se fazendo da anu\u00eancia desta para a transfer\u00eancia dos neg\u00f3cios, motivo da aven\u00e7a.<\/p>\n<p>3. Tendo ainda o Autor deixado de apresentar por ocasi\u00e3o da celebra\u00e7\u00e3o do contrato, o levantamento do estoque, imobilizado, contabilidade comprovando a regularidade da firma e o faturamento mensal, o contrato de loca\u00e7\u00e3o do im\u00f3vel onde est\u00e1 estabelecido a firma, bem como inexist\u00eancia de d\u00e9bitos para com terceiros e certid\u00f5es negativas de impostos e taxas, etc. As partes houveram por bem p\u00f3s-datarem o contrato para o dia &#8230;., convencionando e condicionando a validade do contrato nesta data ao cumprimento das exig\u00eancias e apresenta\u00e7\u00e3o dos documentos acima especificados, ao que seria dado posse concomitante aos R\u00e9us.<\/p>\n<p>4. Por exig\u00eancia do Autor, sob a alega\u00e7\u00e3o de que as provid\u00eancias acima lhe seriam onerosas e irrevers\u00edveis, os R\u00e9us lhe entregaram a t\u00edtulo de garantia &#8230;. (&#8230;.) cheques, a &#8230;., sendo:<\/p>\n<p>a) Um cheque no valor de &#8230;. (&#8230;.) com vencimento para  &#8230;., data do in\u00edcio do contrato, se tudo estivesse certo, como garantia do sinal e princ\u00edpio de pagamento;<\/p>\n<p>b) Um cheque no valor de &#8230;. (&#8230;.) com vencimento a &#8230;., como garantia da 1\u00aa parcela;<\/p>\n<p>c) Um cheque no valor de &#8230;. (&#8230;.) com vencimento a &#8230;., como garantia da 2\u00aa parcela;<\/p>\n<p>d) Um cheque no valor de &#8230;. (&#8230;.) com vencimento a &#8230;., como garantia da 3\u00aa parcela contratual.<\/p>\n<p>5. No prazo que mediou entre a celebra\u00e7\u00e3o do contrato, &#8230;., e o in\u00edcio da validade do mesmo, &#8230;., os R\u00e9us tomaram ci\u00eancia da situa\u00e7\u00e3o do estabelecimento comercial do Autor, objeto da transa\u00e7\u00e3o, e ainda assim, atrav\u00e9s de evasivas, o Autor procurou procrastinar a apresenta\u00e7\u00e3o dos documentos, levantamentos e certid\u00f5es acima prometidos para depois do dia &#8230;., insistindo que os R\u00e9us tomassem posse do estabelecimento e pagassem o sinal no dia &#8230;., ou seja, antes dessa entrega.  Por esses motivos e atentando melhor aos termos do contrato que passaria vigir a partir de &#8230;., constataram os R\u00e9us que se  quisessem fazer funcionar o estabelecimento que estavam adquirindo, como era primordial no neg\u00f3cio, teriam que faze-lo na clandestinidade, como sugeriu o Autor, j\u00e1 que ele permaneceria em nome do autor at\u00e9 a liquida\u00e7\u00e3o da \u00faltima parcela contratual.<\/p>\n<p>6. Tanto \u00e9 certo, que o Autor n\u00e3o tomou quaisquer provid\u00eancias para regularizar a situa\u00e7\u00e3o e possibilitar a consuma\u00e7\u00e3o da aven\u00e7a, que at\u00e9 a presente data n\u00e3o carreou aos Autos nenhum dos comprovantes das medidas curialmente exigidas para a  garantia do comprado nesse tipo de neg\u00f3cio, o que comprova que elas n\u00e3o existem.<\/p>\n<p>7. N\u00e3o lhes convindo, pois, levar a termo a aven\u00e7a, que lhe seria altamente danosa, os R\u00e9us desinteressaram-se pelo neg\u00f3cio, dando ci\u00eancia disso verbalmente ao autor e ingressando concomitantemente com notifica\u00e7\u00e3o judicial ao autor, cientificando-o de sua decis\u00e3o, medida essa que tramitou perante esta. Vara sob n\u00ba &#8230;., tudo isso tempestivamente, ou seja, a &#8230;., tr\u00eas dias antes do prazo assinalado para o in\u00edcio da vig\u00eancia do contrato e da validade dos cheques a ele vinculados.<\/p>\n<p>8. Cancelado o neg\u00f3cio tempestivamente, antes da sua vig\u00eancia, e em sendo, tanto o contrato como os cheques a eles vinculados jungidos a obriga\u00e7\u00f5es subjacentes que n\u00e3o foram cumpridas pelo Autor, por conseq\u00fc\u00eancia, a liquida\u00e7\u00e3o desses quir\u00f3grafos perdeu a raz\u00e3o de ser. Nessas condi\u00e7\u00f5es, houveram motivos sobejamente justificados para se sustar o pagamento dos cheques, pois o neg\u00f3cio subjacente a que estavam jungidos n\u00e3o se chegou a concretizar.<\/p>\n<p>9. N\u00e3o obstante a isso, em &#8230;. o Autor apresentou n\u00e3o s\u00f3 o cheque p\u00f3s-datado \u00e0quela data, mais os &#8230;. subsequentes para datas posteriores, evidenciando sua m\u00e1-f\u00e9. Se a n\u00e3o concretiza\u00e7\u00e3o da aven\u00e7a j\u00e1 n\u00e3o ensejava a apresenta\u00e7\u00e3o do cheque datado da data que passaria a vigir o contrato, &#8230;., muito menos a dos demais a vencer-se, ainda porque tinham prazo assinalado para apresenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A alega\u00e7\u00e3o do Autor de que apresentou os cheques para recebimento junto ao Banco sacado para inteirar-se se os mesmos tinham seus pagamentos sustados \u00e9 falsa, pois desnecess\u00e1ria, tendo em vista que o Banco sacado forneceu-lhe c\u00f3pia da carta de susta\u00e7\u00e3o dos cheques, documento esse que foi entranhado pelo pr\u00f3prio Autor junto com a inicial, e pode ser constatado \u00e0s fls. &#8230;. dos Autos.<\/p>\n<p><strong>DO DIREITO:<\/strong><\/p>\n<p>1. Nenhuma das cl\u00e1usulas invocadas pelo Autor para a propositura da A\u00e7\u00e3o corresponde com a rescis\u00e3o contratual.<\/p>\n<p>2. As partes celebraram contrato a &#8230;., para vig\u00eancia a partir de &#8230;., condicionada \u00e0 apresenta\u00e7\u00e3o por parte do vendedor, no caso o Autor, de documentos que tornassem vi\u00e1veis a aven\u00e7a. Tratando-se de contrato sinalagm\u00e1tico, ou seja, contrato com reciprocidade de obriga\u00e7\u00f5es, cujas presta\u00e7\u00f5es eram simult\u00e2neas &#8211; validade do contrato com o pagamento do sinal a &#8230;. contra a entrega de documentos de regularidade e de situa\u00e7\u00e3o da firma com a transfer\u00eancia da posse aos R\u00e9us nos termos do artigo 1092 do C.C., invocado pelo Autor, nenhum dos contratantes, antes de cumpridas suas obriga\u00e7\u00f5es, pode exigir o implemento do outro, se o tentar poder\u00e1 ser repelido atrav\u00e9s da exce\u00e7\u00e3o &quot;Non adimpleti contractus&quot;, que se funda no princ\u00edpio da eq\u00fcidade.<\/p>\n<p>Assim, o contratante que n\u00e3o solveu sua presta\u00e7\u00e3o pode recus\u00e1-la, se a outra parte n\u00e3o executou a pr\u00f3pria, ou pretenda execut\u00e1-la de forma diversa da devida.<\/p>\n<p>3. A pretens\u00e3o do R\u00e9u em rescindir o contrato \u00e9 absurda, pois denunciado antes do prazo assinalado para o in\u00edcio de sua vig\u00eancia, o mesmo n\u00e3o chegou a ter validade, n\u00e3o chegando a existir para os fins de direito.<\/p>\n<p>4. A aplica\u00e7\u00e3o do &quot;arras penitentialis&quot; depende de condi\u00e7\u00e3o resolutiva expressa de revoga\u00e7\u00e3o do contrato com sua estipula\u00e7\u00e3o como pena, conforme previsto pelo artigo 1095 do C.C., do arra diz-se:<\/p>\n<p>&quot;Podem as partes, no entanto, convencionar o direito de arrependimento, caso em que eles assumem car\u00e1ter penitencial, se se estipula tal direito, \u00e9 porque as partes quiseram fazer resol\u00favel o contrato, atenuando-lhe, a for\u00e7a obrigat\u00f3ria.&quot;<\/p>\n<p>Contudo, deve ser expresso esse car\u00e1ter, deve resultar de termos claros, categ\u00f3ricos, precisos, como deflui do artigo 1095, que assim preceitua:<\/p>\n<p>&quot;Podem, por\u00e9m, as partes estipular o direito de se arrepender, n\u00e3o obstante as arras dadas. Em caso tal, se o arrependido foi quem as deu perd\u00ea-las-\u00e1 em proveito do outro; se o que as recebeu, restitui-las-\u00e1 em dobro.&quot; (Washington de Barros Monteiro &#8211; Curso de Direito Civil &#8211; 2\u00aa parte &#8211; Direito das obriga\u00e7\u00f5es &#8211; Ed. Saraiva p\u00e1g. 42.)<\/p>\n<p>5. Constitui mais um equ\u00edvoco do Autor ao julgar que todo princ\u00edpio de pagamento se constitui em arras, por\u00e9m, este n\u00e3o \u00e9 o entendimento da doutrina e da legisla\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p>&quot;Os Arras em dinheiro constituem Princ\u00edpio de pagamento; a rec\u00edproca por\u00e9m n\u00e3o \u00e9 verdadeira; nem todo princ\u00edpio de pagamento deve ser havido como arras.&quot; <\/p>\n<p>(Washington de Barros Monteiro idem, idem.)<\/p>\n<p>O princ\u00edpio fundamental para a aplica\u00e7\u00e3o dos &quot;arras penitentialis&quot; \u00e9 o direito de arrependimento (art. 1095-CC).  Por\u00e9m, no presente caso, o contrato elaborado pelo preposto do Autor o prev\u00ea em car\u00e1ter irrevog\u00e1vel e irretrat\u00e1vel, n\u00e3o cabendo, pois, a figura pleiteada, conforme se constatam a cl\u00e1usula &#8230;. do contrato \u00e0s fls. &#8230;.<\/p>\n<p>Previu somente como exce\u00e7\u00e3o resolutiva do contrato o caso de inadimplemento do r\u00e9u, cl\u00e1usula &#8230;., fls. &#8230;., com perdimento do direito a devolu\u00e7\u00e3o de qualquer import\u00e2ncia que j\u00e1 houvesse pago por conta do pre\u00e7o ajustado.<\/p>\n<p>Tendo sido essa a penalidade ajustada pelos contratantes, ela delimita o montante da pena convencional a ser aplicada, ilidindo as partes o direito de pugnar por qualquer outro.<\/p>\n<p>Mesmo que o contrato em quest\u00e3o, que n\u00e3o chegou  a ter validade, fosse hipoteticamente v\u00e1lido, a penalidade pass\u00edvel de ser aplicada ao comprador, nesse caso os R\u00e9us, seria o  perdimento dos valores pagos. Como eles nada pagaram, nada perderam, conforme a cl\u00e1usula &#8230;. do contrato.<\/p>\n<p>6. A absurda pretens\u00e3o do Autor em cumular a perda de Arras com perdas e danos n\u00e3o encontra respaldo na legisla\u00e7\u00e3o vigente, pois o &quot;arras penitentialis&quot;, se hipoteticamente aplicado, exclui outro tipo de indeniza\u00e7\u00e3o, assim preceitua a s\u00famula 412 do S.T.F.<\/p>\n<p>7. Pleiteia ainda o Autor perdas e danos, referentes as despesas, custas e honor\u00e1rios advocat\u00edcios nas diversas causas que o Autor  intentou  contra os R\u00e9us. Ora, a sucumb\u00eancia ser\u00e1 parte da condena\u00e7\u00e3o para quem perder essas causas, n\u00e3o havendo, pois, perdas.<\/p>\n<p>Outras perdas adviriam do fato do Autor ter de continuar gerindo o estabelecimento que seria vendido aos R\u00e9us, se o estabelecimento continuou funcionando, ningu\u00e9m melhor que o Autor para faz\u00ea-lo, n\u00e3o advindo qualquer preju\u00edzo a ele.<\/p>\n<p>Por derradeiro, afirmam haver tido de pagar &#8230;. do valor da venda a t\u00edtulo de comiss\u00e3o ao corretor do neg\u00f3cio, todavia, o neg\u00f3cio n\u00e3o chegou a se concretizar, nada havendo a pagar ao intermedi\u00e1rio. Ademais, o Autor sequer fez juntada do comprovante do pagamento. A falta de capacidade do preposto do Autor, patente no contrato por ele elaborado, foi uma das causas do insucesso do neg\u00f3cio.<\/p>\n<p>8. Muita infantilidade do Autor pretender que os R\u00e9us assumissem o estabelecimento comercial, objeto da aven\u00e7a, sem conhecer sua situa\u00e7\u00e3o fiscal, cont\u00e1bil e patrimonial, sem anu\u00eancia do cession\u00e1rio a seu funcionamento, ou para funcionar clandestinamente, pagando vultuosa quantia por d\u00fabias situa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>9. O Autor vem intentado medidas judiciais absurdas, ao arrepio da legisla\u00e7\u00e3o vigente, transformando seu direito de A\u00e7\u00e3o em um verdadeiro &quot;balaio de gatos&quot;, tudo no intuito de intimidar os R\u00e9us, para coag\u00ed-los a pagar o indevido.<\/p>\n<p>10. O Autor, no intuito de suprir suas limita\u00e7\u00f5es no campo do direito, da \u00e9tica e da falta de raz\u00e3o, vem de permeio em seus petit\u00f3rios, entre um festival de dislates e despaut\u00e9rios, aleivosamente ofendendo sistematicamente o patrono dos R\u00e9us. No presente caso, as linhas &#8230;. e &#8230;. das fls. &#8230;., e as linhas &#8230;. a &#8230;. da fls. &#8230;., o Autor assaca proterbiosamente cal\u00fanias contra os R\u00e9us e seus familiares, com mal ferimento ao art. 15 do CPC, art. 87 &#8211; XIII do Estatuto da OAB do C\u00f3digo de \u00c9tica Profissional, usando o expediente pr\u00f3prio dos pusil\u00e2nimes, escondendo-se atr\u00e1s da imunidade processual. Por esse motivo, requer-se, nos termos congentes do art. 15 do CPC, que V. Exa. se digne a determinar sejam riscadas ditas cal\u00fanias, que nada ou contribuem para a elucida\u00e7\u00e3o feita, tratando-se de mera &quot;chicona&quot;.<\/p>\n<p>Requer-se a produ\u00e7\u00e3o de todas as provas permitidas em direito, inclusive o depoimento pessoal do Autor, sob pena de confesso, bem como a prova pericial nos documentos cont\u00e1beis do Autor a ser feito pela exatoria Estadual e Federal, bem como outras que provem a inviabilidade do neg\u00f3cio para os R\u00e9us. Requer-se ainda a condena\u00e7\u00e3o do Autor nos termos do art. 16 e seguintes do CPC, como litigante de m\u00e1 f\u00e9. Requer-se seja o Autor condenado, nos termos do art. 267 do CPC, carecedor da A\u00e7\u00e3o com todas as comina\u00e7\u00f5es legais e honor\u00e1rios advocat\u00edcios na base de 20%. E, se assim n\u00e3o entender V. Exa., seja o Autor condenado, ao final, como se faz de direito, com todas as comina\u00e7\u00f5es legais cab\u00edveis na esp\u00e9cie e honor\u00e1rios advocat\u00edcios de 20%.<\/p>\n<p>Termos em que<\/p>\n<p>Pede Deferimento.<\/p>\n<p>&#8230;., &#8230;. de &#8230;. de &#8230;.<\/p>\n<p>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;<\/p>\n<p>Advogado OAB\/&#8230;<\/p>\n","protected":false},"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"template":"","meta":{"content-type":""},"categoria-modelo":[142],"class_list":["post-28375","modelos-de-peticao","type-modelos-de-peticao","status-publish","hentry","categoria-modelo-civel"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/modelos-de-peticao\/28375","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/modelos-de-peticao"}],"about":[{"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/modelos-de-peticao"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=28375"}],"wp:term":[{"taxonomy":"categoria-modelo","embeddable":true,"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categoria-modelo?post=28375"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}