{"id":12317,"date":"2023-07-14T11:42:11","date_gmt":"2023-07-14T11:42:11","guid":{"rendered":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/?post_type=modelos-de-peticao&#038;p=3650"},"modified":"2023-07-14T11:42:11","modified_gmt":"2023-07-14T11:42:11","slug":"revisao-criminal-omissao-de-prova-nova-de-inocencia","status":"publish","type":"modelos-de-peticao","link":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/modelos-de-peticao\/revisao-criminal-omissao-de-prova-nova-de-inocencia\/","title":{"rendered":"[MODELO] Revis\u00e3o Criminal  &#8211;  Omiss\u00e3o de prova nova de inoc\u00eancia"},"content":{"rendered":"<p>Estado da Para\u00edba<\/p>\n<p>Defensoria P\u00fablica<\/p>\n<p>EXMO. SENHOR PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTI\u00c7A DO ESTADO DA PARA\u00cdBA.<\/p>\n<p>\t\t\t\t\t\t\t\tR\u00e9u Preso<\/p>\n<p>FERNANDO ANTONIO DE SOUSA BEZERRA, devidamente qualificado nos autos da Revis\u00e3o Criminal n\u00ba 2012.004327-3, atrav\u00e9s da sua advogado teresina-PI, ao final assinada, requerendo desde j\u00e1, os benef\u00edcios da Justi\u00e7a Gratuita, ex vi da Lei n. 1.060\/50, vem \u00e0 presen\u00e7a de V. Exa., em tempo h\u00e1bil, interpor RECURSO ESPECIAL contra decis\u00e3o desse E. Tribunal de Justi\u00e7a, com fundamento no art. 105, III, letra \u201ca\u201d  e \u201cc\u201d da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, cujas raz\u00f5es seguem em anexo, demonstrando a quest\u00e3o federal e o interesse utilidade para atingimento de resultado pr\u00e1tico a ser almejado.<\/p>\n<p>Assim sendo, requer ado\u00e7\u00e3o das formalidades processuais aplic\u00e1veis ao procedimento em tela e, admitido o seu seguimento, que seja este remetido para o E. Superior Tribunal de Justi\u00e7a.<\/p>\n<p>Nestes Termos.<\/p>\n<p>Pede deferimento.<\/p>\n<p>Jo\u00e3o Pessoa, 23 de dezembro de 2012.<\/p>\n<p>\t\t\t\tDra. Rizalva Amorim de Oliveira<\/p>\n<p>                                            advogado teresina-PI<\/p>\n<p>ESTADO DA PARA\u00cdBA<\/p>\n<p>Defensoria P\u00fablica<\/p>\n<p>RAZ\u00d5ES DO RECURSO ESPECIAL INTERPOSTO<\/p>\n<p>POR FERNANDO ANTONIO DE SOUSA BEZERRA<\/p>\n<h1>     I \u2013 EXPOSI\u00c7\u00c3O DO FATO E DO DIREITO<\/h1>\n<\/p>\n<p>O Recorrente, que \u00e9 prim\u00e1rio, possuidor de bons antecedentes, profiss\u00e3o definida e endere\u00e7o certo, na condi\u00e7\u00e3o de co-r\u00e9u, conforme proclama os autos, foi denunciado e sentenciado (Doc. 02) por suposta infring\u00eancia ao art. 15000 \u00a7 1\u00ba do C\u00f3digo Penal, em concurso com outras pessoas.  <\/p>\n<p> Em Ju\u00edzo (Doc. 03), quando interrogado da imputa\u00e7\u00e3o que lhe era feita, O REQUERENTE NEGOU A AUTORIA OU PARTICIPA\u00c7\u00c3O, SEJA NA PREPARA\u00c7\u00c3O INTELECTUAL E TAMB\u00c9M NA EXECU\u00c7\u00c3O MATERIAL DO SEQUESTRO DE QUE FALA A DEN\u00daNCIA.<\/p>\n<p>Inconformado, ajuizou Revis\u00e3o Criminal que foi julgada improcedente pelo E. Tribunal de Justi\u00e7a da Para\u00edba.<\/p>\n<h3> OMISS\u00c3O I NO AC\u00d3RD\u00c3O : PROVA NOVA N\u00c3O ENFRENTADA<\/h3>\n<p>\t\t\ta) FALTA DE VALORA\u00c7\u00c3O LEGAL DA PROVA<\/p>\n<p>O ac\u00f3rd\u00e3o impugnado \u00e9 OMISSO quanto a realiza\u00e7\u00e3o da justifica\u00e7\u00e3o criminal que produziu novas provas inocentando o Requerente, ora Embargante, que foi realizada com observ\u00e2ncia do contradit\u00f3rio.<\/p>\n<p>O Embargante ajuizou a\u00e7\u00e3o de justifica\u00e7\u00e3o criminal (Processo n. 2012012003566000), ( Doc. 04) perante o Ju\u00edzo de Direito da 7<sup>a<\/sup>. Vara C\u00edvel da Capital, que segue em anexo, para ouvida das testemunhas arroladas de nomes Etvaldo Gomes da Silva, Sidney de Lima Barros e Frederico Magalh\u00e3es.<\/p>\n<p>Os depoimentos das testemunhas inocentam o Requerente da imputa\u00e7\u00e3o que o levou a condena\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>S\u00e3o depoimentos novos e virgens de conte\u00fado em favor do Requerente. S\u00e3o provas jurisdicionadas.<\/p>\n<p>A testemunha Etvaldo Gomes da Silva disse em Ju\u00edzo:<\/p>\n<p>\u201cQue, efetivamente, participou de um sequestro do Sr. Israel Aureliano da Silva, que foi objeto da Den\u00fancia do Minist\u00e9rio P\u00fablico, e senten\u00e7a cujo teor se encontra nos autos\u201d.<\/p>\n<p>\u201cQUE, O AUTOR DA PRESENTE JUSTIFICA\u00c7\u00c3O EM MOMENTO ALGUM PARTICIPOU DO SEQUESTRO DA SENTEN\u00c7A DE FLS\u201d.<\/p>\n<p>A testemunha Sidney de Lima Barros disse em Ju\u00edzo:<\/p>\n<p>\u201cQue, em hip\u00f3tese alguma o Sr. Fernando Ant\u00f4nio Souza Bezerra teve qualquer envolvimento no delito que foi v\u00edtima o Sr. Israel.\u201d<\/p>\n<p>\u201cQue, Fernando n\u00e3o participou em momento algum do delito, nem na prepara\u00e7\u00e3o nem na execu\u00e7\u00e3o\u201d<\/p>\n<p>A 3<sup>a<\/sup>. testemunha, o Delegado de Pol\u00edcia, Dr. Frederico Magalh\u00e3es, afirmou em Ju\u00edzo:<\/p>\n<p>\u201cQue, Marcos R\u00f4nio lhe contou toda a hist\u00f3ria, afirmando que o seq\u00fcestro tinha sido armado para tomar o dinheiro da v\u00edtima, mencionando todos os participantes do fato\u201d.<\/p>\n<p>\u201cQue, em seu relato Marco R\u00f4nio EM MOMENTO ALGUM MENCIONOU A PARTICIPA\u00c7\u00c3O DE FERNANDO ANT\u00d4NIO\u201d .<\/p>\n<p>\u201cQue, em momento algum o Sr. Fernando Ant\u00f4nio demonstrou ter participado do fato criminoso\u201d<\/p>\n<p>\u201cQue, Fernando Ant\u00f4nio acompanhou o depoente at\u00e9 a delegacia de pol\u00edcia quando se fez a apresenta\u00e7\u00e3o de Marco R\u00f4nio a autoridade policial\u201d<\/p>\n<p>\u201cQue, a testemunha ficou estupefata quando na manh\u00e3 seguinte tomou conhecimento que o Sr. Fernando Ant\u00f4nio foi preso\u201d <\/p>\n<p>\u201cQue, o sr. Marco R\u00f4nio nunca afirmou que o Sr. Fernando fizera parte do delito\u201d<\/p>\n<p>\u201cQue, conhece o autor, anteriormente ao fato, n\u00e3o tendo conhecimento de fatos assemelhados praticado pelo mesmo\u201d<\/p>\n<p>S\u00e3o PROVAS NOVAS jurisdicionadas que N\u00c3O FORAM ENFRENTADAS pelo Julgado hostilizado.<\/p>\n<p>A Revis\u00e3o Criminal \u00e9 embasada no art. 621, III, do C\u00f3digo de Processo Penal, portanto, com base em PROVAS NOVAS, diferentemente do que alega o ac\u00f3rd\u00e3o de que as provas dos autos seriam insuficientes para uma condena\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O AC\u00d3RD\u00c3O N\u00c3O EXAMINOU AS NOVAS PROVAS JURISDICIONADAS.<\/p>\n<p>Como se v\u00ea, s\u00e3o novas revela\u00e7\u00f5es contundentes, claras e induvidosas da prova da inoc\u00eancia do Requerente no referido processo, que o condenou de forma injusta.<\/p>\n<p>Essas provas jurisdicionadas s\u00e3o elementos probantes, que desfazem o fundamento da condena\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>S\u00e3o provas conclusivas que demonstram cabalmente a inoc\u00eancia do condenado.<\/p>\n<p>A tese esposada na exordial tem inspira\u00e7\u00e3o em Julgado da lavra do eminente Relator, que assim j\u00e1 se expressou:<\/p>\n<p> \u201cRevis\u00e3o criminal. Provas novas. Surgindo novas provas de inoc\u00eancia do condenado \u00e9 de se conceder a revis\u00e3o da senten\u00e7a para cassar a condena\u00e7\u00e3o\u201d ( TJPB \u2013 RC 0008.3171-2 \u2013 Rel. Des. WILSON PESSOA DA CUNHA)<\/p>\n<p>Com efeito, a realiza\u00e7\u00e3o da Justifica\u00e7\u00e3o Judicial e o afloramento de provas inequ\u00edvocas da inoc\u00eancia do Requerente, atendem aos requisitos preceituados pelo art. 621, III (parte inicial), para autorizar a proced\u00eancia desta Revisional.<\/p>\n<p>Ademais, S\u00c3O PROVAS DE CONTE\u00daDO VIRGEM QUE N\u00c3O FORAM AFERIDAS NA SENTEN\u00c7A, NEM NA APELA\u00c7\u00c3O.<\/p>\n<p>A OMISS\u00c3O EST\u00c1 DEMONSTRADA, pois n\u00e3o consta do voto elaborado pelo ilustre Relator.<\/p>\n<p>Com efeito, tem-se uma decis\u00e3o citra petita.<\/p>\n<p>b) DECIS\u00c3O \u201cCITRA PETITA\u201d<\/p>\n<p>(NADA DO QUE FOI RETRATADO PELA DEFESA ACIMA FOI APRECIADO PELO AC\u00d3RD\u00c3O ATACADO).<\/p>\n<p>O ac\u00f3rd\u00e3o hostilizado desatende ao princ\u00edpio constitucional da fundamenta\u00e7\u00e3o das decis\u00f5es judiciais, insculpido no art. 0003, IX, da Carta Pol\u00edtica, e do art. 381 do C\u00f3digo de Processo Penal, porquanto N\u00c3O DETALHA ponto a ponto o debate das diferentes vers\u00f5es apresentadas pelo Recorrente nas suas raz\u00f5es merit\u00f3rias.<\/p>\n<p>O Recorrente na sua Revis\u00e3o apresentou provas novas e robustas em seu favor que n\u00e3o foram enfrentadas, sopesadas e avaliadas o seu valor jur\u00eddico probante.<\/p>\n<p>A tese da Defesa foi muito bem exposta diante do acervo probat\u00f3rio, mas o v. ac\u00f3rd\u00e3o n\u00e3o apreciou as provas produzidas por ela nem enfrentou os seus argumentos que foram calcadas no conjunto probat\u00f3rio que instrui o referido processo. <\/p>\n<p>O ac\u00f3rd\u00e3o impugnado \u00e9 parcial, ao considerar somente as pondera\u00e7\u00f5es exclusivas do Minist\u00e9rio P\u00fablico. <\/p>\n<p>A decis\u00e3o n\u00e3o retrata um julgamento. \u00c9 uma Den\u00fancia com efeito condenat\u00f3rio inquisitorial.<\/p>\n<\/p>\n<p>O que a Defesa produziu nas raz\u00f5es merit\u00f3rias n\u00e3o foi considerado nem enfrentado pelo MM. Julgador. <\/p>\n<p>A exterioriza\u00e7\u00e3o das raz\u00f5es explicitadas de decidir deve revelar o prisma pelo qual o \u00f3rg\u00e3o Julgador interpretou a lei e apreendeu os fatos da causa, de sorte que sua exposi\u00e7\u00e3o, dotada de clareza, l\u00f3gica e precis\u00e3o, propicie perfeita compreens\u00e3o de todos os pontos controvertidos, bem como da conclus\u00e3o atingida, consubstanciada no julgamento da causa. <\/p>\n<p>Entretanto, esse princ\u00edpio elementar, que permite estabelecer a exata dimens\u00e3o do conte\u00fado da vontade do Julgador e a verifica\u00e7\u00e3o dos limites objetivo do julgado, foi desprezado pelo ac\u00f3rd\u00e3o impugnado. <\/p>\n<p>O MM. Julgador limitou-se ao que foi argumentado t\u00e3o- somente pela Acusa\u00e7\u00e3o, a sua prefer\u00eancia processual. <\/p>\n<p>A esse prop\u00f3sito de prestigiar com exclusividade a tese da Acusa\u00e7\u00e3o, os Pret\u00f3rios t\u00eam decidido da seguinte forma:<\/p>\n<p>\u201cSe o Magistrado, ao sentenciar, desconsidera qualquer fundamento utilizado por uma das partes, ignorando tese sustentada por um dos litigantes, est\u00e1 descumprindo a exig\u00eancia legal e constitucional da fundamenta\u00e7\u00e3o do julgado, prevista nos arts. 381 do CPP, e 0003, IX, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, tornando a senten\u00e7a nula, pois carente de seu requisito estrutural\u201d ( RT 761\/604).<\/p>\n<p>\u201cDecis\u00e3o condenat\u00f3ria. Falta de exame de todas as teses defensiva apresentadas. Nulidade absoluta em face da garantia constitucional da ampla defesa. Intelig\u00eancia do art. 381 do CPP (&#8230;) Em face da garantia constitucional da ampla defesa, \u00e9 nula a senten\u00e7a condenat\u00f3ria que n\u00e3o examina todas as teses defensivas trazidas nas raz\u00f5es finais, conforme disposto no art. 381 do CPP\u201d( RT 747\/748)<\/p>\n<p>Mais precisamente, quanto ao desprezo expendidas de m\u00e9rito nas alega\u00e7\u00f5es finais, ensina JULIO FRABINI MIRABETE &quot;como a senten\u00e7a deve ser completa, \u00e9 nula se o juiz deixar de examinar toda a mat\u00e9ria articulada ou de considerar todos os fatos articulados na den\u00fancia contra o r\u00e9u (senten\u00e7a citra petita) DA MESMA FORMA, \u00c9 EIVADA DE NULIDADE A SENTEN\u00c7A QUA N\u00c3O RESPONDE \u00c0S ALEGA\u00c7\u00d5ES DA DEFESA, SEJA DE M\u00c9RITO SEJA PRELIMINARES ARGUIDAS OPORTUNAMENTE\u201d. <\/p>\n<p>Nesse sentir: <\/p>\n<p>TJSP: &quot;Ainda que se admita ao juiz, no relat\u00f3rio da senten\u00e7a, mencionar de forma sucinta as raz\u00f5es de acusa\u00e7\u00e3o e de defesa., na sua fundamenta\u00e7\u00e3o deve   entretanto, abordar as quest\u00f5es relevantes trazidas pelas partes, enfrentando toda a mat\u00e9ria alegada e discutida, ignor\u00e1-la ao omisso, constitui indubit\u00e1vel cerceamento de defesa e implica nulidade da mesma., por aus\u00eancia de considera\u00e7\u00e3o do exame sobre os pontos debatidos nos autos&quot; ( RT 608\/316 ). No mesmo sentido, TACRSP: RT 56000\/340-1, 580\/373, 50004\/365, 600\/36000 60000\/353, 612\/348, RJDTACRIM 12\/127, 13\/136,138,140 e 142).<\/p>\n<p>LENDO-SE O AC\u00d3RD\u00c3O N\u00c3O SE ENXERGA NENHUMA REFER\u00caNCIA AS RAZ\u00d5ES DE M\u00c9RITO DO RECORRENTE; A TESE DA DEFESA N\u00c3O FOI CONSIDERADA NEM APRECIADA. <\/p>\n<p>Com efeito, o art. 621 do C\u00f3digo de Processo Penal, \u00c9 LETRA MORTA OU FAZ DE CONTA, em ao direito do condenado em ajuizar demanda Revisional. <\/p>\n<p>Decis\u00e3o que n\u00e3o examina tese da defesa \u00e9 \u201ccitra petita\u201d . \u00c9 decis\u00e3o SEM CONTRADIT\u00d3RIO, VIOLANDO ASSIM, O DEVIDO PROCESSO LEGAL. <\/p>\n<p>\u00c9 pac\u00edfica a posi\u00e7\u00e3o dos nossos Pret\u00f3rios nessa quest\u00e3o, sen\u00e3o vejamos:<\/p>\n<p>&quot;TJRS: DECIS\u00c3O QUE N\u00c3O EXAMINA DEFESA SUSTENTADA PELO ACUSADO \u00c9 RADICALMENTE NULA, POR SER CITRA PETITA&quot; RJTJERGS 13717000) <\/p>\n<p>\u201cPROCESSO CRIME &#8211; Decis\u00e3o que n\u00e3o examinou defesa sustentada pelo acusado &#8211; Nulidade &#8211; Recurso provido\u201d  ( RT 511\/35000 ). <\/p>\n<p>Como se v\u00ea, a decis\u00e3o atacada \u00e9 CITRA PETITA, pois vicia   o CONTRADIT\u00d3RIO e nega o DEVIDO PROCESSO LEGAL. <\/p>\n<p>\u00c9 f\u00e1cil concluir que a decis\u00e3o atacada \u00e9 \u201ccitra-petita\u201d.<\/p>\n<\/p>\n<p>Como resultado pr\u00e1tico, temos que a quest\u00e3o n\u00e3o insere-se no trivial reexame de provas, mas uma quest\u00e3o de direito ao alcance do Recurso extremo.<\/p>\n<\/p>\n<p> \t      OMISS\u00c3O II NO AC\u00d3RD\u00c3O : <\/p>\n<p>DECIS\u00c3O CONTR\u00c1RIA A EVID\u00caNCIA DOS AUTOS<\/p>\n<p>Robustecendo a prova da inoc\u00eancia do Recorrente foram demonstradas outras provas j\u00e1 constantes dos autos, que s\u00e3o as seguintes:<\/p>\n<p>a) Na Pol\u00edcia e em Ju\u00edzo, a v\u00edtima do seq\u00fcestro \u2013 Israel Aureliano da Silva \u2013 (Doc. 05) \u2013 mencionou, apontou e identificou v\u00e1rios dos acusados, MAS EM NENHUM MOMENTO APONTOU O REQUERENTE COMO SENDO UM DOS SEQUESTRADORES.<\/p>\n<p>A v\u00edtima do seq\u00fcestro nada disse em desfavor do Recorrente. <\/p>\n<p>b) Em Ju\u00edzo, a testemunha de acusa\u00e7\u00e3o \u2013 Tarc\u00edsio Bento Monteiro \u2013 POLICIAL &#8211; (Doc. 06) \u2013 disse que, \u201c N\u00c3O CONFIRMA EM NADA O SEU DEPOIMENTO PRESTADO NA POL\u00cdCIA, POIS N\u00c3O FOI O CONDUTOR DO ACUSADO FERNANDO ANT\u00d4NIO DE SOUZA\u201d;<\/p>\n<p>c) Em Ju\u00edzo, outra testemunha do Minist\u00e9rio P\u00fablico \u2013 F\u00e1bio da Silva Rodrigues \u2013 POLICIAL \u2013 (Doc. 07) disse que: \u201cN\u00c3O ASSISTIU NENHUM DOS DEPOIMENTOS DOS ACUSADOS NA DELEGACIA\u201d;<\/p>\n<p>d) Em Ju\u00edzo, o Requerente (Doc. 03) NEGOU A AUTORIA OU PARTICIPA\u00c7\u00c3O, SEJA NA PREPARA\u00c7\u00c3O INTELECTUAL E TAMB\u00c9M NA EXECU\u00c7\u00c3O MATERIAL DO SEQUESTRO.<\/p>\n<p>Como se v\u00ea, INEXISTEM PROVAS JURISDICIONADAS DESFAVOR\u00c1VEIS AO REQUERENTE.<\/p>\n<p>NINGU\u00c9M, EM JU\u00cdZO, formulou acusa\u00e7\u00f5es que redundassem na execu\u00e7\u00e3o ou participa\u00e7\u00e3o do Requerente no aludido crime, de modo que, SEM PROVAS JURISDICIONADAS \u00c9 INADMISS\u00cdVEL A SUA CONDENA\u00c7\u00c3O. <\/p>\n<p>Essas provas, de car\u00e1ter relevante e arg\u00fcidas na inicial para a defesa do Autor, n\u00e3o foram apreciadas no ac\u00f3rd\u00e3o, que \u00e9 omisso nesse aspecto.<\/p>\n<p> Com efeito, tem-se uma decis\u00e3o citra petita.<\/p>\n<p>SENTEN\u00c7A COM BASE S\u00d3 NO INQU\u00c9RITO <\/p>\n<p>A senten\u00e7a de 1\u00ba Grau (Doc. 02) foi sedimentada em provas colhidas exclusivamente na fase inquisitorial, de modo que, a ementa ficou assim redigida:<\/p>\n<p>\u201cSe as provas colhidas no inqu\u00e9rito n\u00e3o foram contestadas em ju\u00edzo com elementos concretos, n\u00e3o podem ser desprezadas, e sim, somadas com as do sum\u00e1rio para demonstrar a proced\u00eancia da acusa\u00e7\u00e3o\u201d<\/p>\n<p>\t\t  Como se v\u00ea, o embasamento da condena\u00e7\u00e3o foi calcado nas provas forjadas na fase inquisitorial diante da aus\u00eancia delas no \u00e2mbito jurisdicional.<\/p>\n<p>E mais, n\u00e3o aponta nenhuma prova jurisdicionada que endosse ou corrobore com as provas forjadas no inqu\u00e9rito.<\/p>\n<p>\u00c9 s\u00f3 ler a senten\u00e7a. Basta isso.<\/p>\n<p>Outra omiss\u00e3o do ac\u00f3rd\u00e3o. N\u00c3O EXAMINOU A TESE DA DEFESA QUE LEVANTA ESSA NULIDADE. <\/p>\n<p>A DECIS\u00c3O CONDENAT\u00d3RIA EST\u00c1 CALCADA NO INQU\u00c9RITO.<\/p>\n<p>A respeito da condena\u00e7\u00e3o com base exclusiva em informa\u00e7\u00f5es colhidas na fase inquisitorial, o STJ j\u00e1 decidiu:<\/p>\n<p>\u201cRESP. CONSTITUCIONAL. PROCESSUAL PENAL. PROVA. PROCESSO INQU\u00c9RITO POLICIAL.<\/p>\n<p>&#8211; A Constitui\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica distingue processo e inqu\u00e9rito policial. O primeiro obedece ao princ\u00edpio do contradit\u00f3rio. O segundo \u00e9 inquisitorial. A prova id\u00f4nea para arrimar senten\u00e7a condenat\u00f3ria dever\u00e1 ser produzida em ju\u00edzo. Imposs\u00edvel invocar os elementos colhidos no inqu\u00e9rito, se n\u00e3o forem confirmados na instru\u00e7\u00e3o criminal\u201d ( STJ \u2013 Ac\u00f3rd\u00e3o \u2013 Resp. 55.178\/MG; &#8211; Resp ( 10000004\/0030526-5) \u2013 DJ, 1000.12.0004 \u2013 p\u00e1g. 35.338 \u2013 6<sup>a<\/sup>. Turma \u2013 Rel. Min. Luiz Vicente Cernicchiaro ).<\/p>\n<p>Com efeito, tem-se uma decis\u00e3o citra petita.<\/p>\n<p>O caso em tela \u00c9 UMA CONDENA\u00c7\u00c3O SEM PROVA JURISDICIONADA.<\/p>\n<p>     II \u2013 DEMONSTRA\u00c7\u00c3O DO CABIMENTO DO RECURSO<\/p>\n<ol>\n<li>PREQUESTIONAMENTO<\/li>\n<\/ol>\n<p>O presente recurso atende ao requisito b\u00e1sico do prequestionamento das quest\u00f5es suscitadas, para sua admissibilidade, onde demonstra viola\u00e7\u00e3o a dispositivos de normas federais e a diverg\u00eancia jurisprudencial entre o ac\u00f3rd\u00e3o impugnado e outras manifesta\u00e7\u00f5es judiciosas, inclusive desse E. Tribunal.<\/p>\n<p>O prequestionamento deflui da oposi\u00e7\u00e3o de embargos declarat\u00f3rios, quando emergiram com energia a vulnera\u00e7\u00e3o do ac\u00f3rd\u00e3o hostilizado diante das mat\u00e9rias enfocadas.<\/p>\n<ol>\n<li>QUEST\u00c3O FEDERAL<\/li>\n<\/ol>\n<p>    \u2013 CONTRARIEDADE \u00c0 LEI FEDERAL E SUA NEGA\u00c7\u00c3O<\/p>\n<p>A Constitui\u00e7\u00e3o Federal no seu art. 105, III, letra \u201ca\u201d, admite a interposi\u00e7\u00e3o de Recurso Especial quando a decis\u00e3o recorrida \u201ccontrariar lei federal ou negar-lhe vig\u00eancia\u201d.<\/p>\n<p>No caso vertente foram diversas posturas adotadas pelo MM. Julgador que resultaram em contrariar dispositivos do C\u00f3digo de Processo Penal, que \u00e9 lei federal, sen\u00e3o vejamos:<\/p>\n<p>1 &#8211; Contrariedade \u00e0 lei federal quando viola os requisitos estatu\u00eddos pelo art. 381 do C\u00f3digo de Processo Penal.<\/p>\n<p>A falta de motiva\u00e7\u00e3o jur\u00eddica pela aus\u00eancia de aprecia\u00e7\u00e3o da tese da defesa no Apelo \u00e9 negar a vig\u00eancia do referido dispositivo legal, conquanto resulta em decis\u00e3o \u201ccitra petita\u201d.<\/p>\n<p>2 \u2013 O ac\u00f3rd\u00e3o atacado n\u00e3o valorizou as provas jurisdicionadas, negando-lhe valor jur\u00eddico, violando assim, todos os dispositivos do C\u00f3digo de Processo Penal que asseguram a produ\u00e7\u00e3o probat\u00f3ria.<\/p>\n<p>3 \u2013 O ac\u00f3rd\u00e3o hostilizado contraria o art. 621, do C\u00f3digo de Processo Penal, porque as raz\u00f5es merit\u00f3rias da Revisional, apresentadas pela Defesa, conforme exig\u00eancia legal deste dispositivo, n\u00e3o foram apreciadas pelo \u00d3rg\u00e3o Julgador.<\/p>\n<p>\u00c9 uma decis\u00e3o citra petita.<\/p>\n<p>4 \u2013 O ac\u00f3rd\u00e3o hostilizado n\u00e3o aponta prova jurisdicionada que atribua responsabilidade penal ao Recorrente, que permita negar-lhe o direito do reexame da condena\u00e7\u00e3o via A\u00e7\u00e3o Revisional.<\/p>\n<p>O ac\u00f3rd\u00e3o vergastado adotou uma vers\u00e3o desprezando a outra, sem dizer por que desprezava a segunda vers\u00e3o e as provas em que se lastreia essa segunda vers\u00e3o.<\/p>\n<p>Sem provas jurisdicionadas n\u00e3o h\u00e1 motiva\u00e7\u00e3o jur\u00eddica para embasamento de uma senten\u00e7a condenat\u00f3ria. Essa \u00e9 uma quest\u00e3o elementar.<\/p>\n<p>5 &#8211;  Nega\u00e7\u00e3o a vig\u00eancia do art. 386, IV, do C\u00f3digo de Processo Penal.<\/p>\n<p>Prescreve o art. 386, IV, do CPP:<\/p>\n<p>\u201cArt. 386 \u2013 O juiz absolver\u00e1 o r\u00e9u, mencionando a causa na parte dispositiva, desde que reconhe\u00e7a: <\/p>\n<p>IV \u2013 N\u00c3O EXISTIR PROVA SUFICIENTE PARA A CONDENA\u00c7\u00c3O\u201d.<\/p>\n<p>Sem a exist\u00eancia de provas jurisdicionadas, n\u00e3o h\u00e1 como manter-se uma condena\u00e7\u00e3o penal, ademais, quando \u00e9 colacionada provas em Justifica\u00e7\u00e3o Criminal, com observ\u00e2ncia a todos as formalidades legais, produz-se um conjunto satisfat\u00f3rio ao Justificante que lhe \u00e9 negado o debate dessas novas provas.<\/p>\n<p>Ademais, ainda, compete, pois, a Acusa\u00e7\u00e3o demonstrar o elemento subjetivo da culpa, que h\u00e1 de ser plena e convincente, ao passo que para o Acusado basta a d\u00favida.<\/p>\n<p>\u00c9 a consagra\u00e7\u00e3o do \u201c in d\u00fabio pr\u00f3 reo\u201d ou \u201cactore non probante absolvitur reus\u201d; h\u00e1 preven\u00e7\u00e3o legal da inoc\u00eancia do Acusado. \u00c9 o que o C\u00f3digo expressamente consagra no art. 386, VI: \u201cabsolve-se o r\u00e9u quando \u201cn\u00e3o existir prova suficiente para a condena\u00e7\u00e3o\u201d. <\/p>\n<p>O ac\u00f3rd\u00e3o \u00e9 a nega\u00e7\u00e3o do princ\u00edpio \u201cin d\u00fabio pro reo\u201d projetado no mencionado dispositivo processual penal.<\/p>\n<p>c) DIVERG\u00caNCIA JURISPRUDENCIAL<\/p>\n<p>Ao referendar a improced\u00eancia da Revisional, o ac\u00f3rd\u00e3o em quest\u00e3o encampou a tese da decis\u00e3o condenat\u00f3ria lastreada em cima de provas colhidas exclusivamente na fase inquisitorial.<\/p>\n<p>De modo que, o Julgado paradigma, desse pr\u00f3prio STJ, est\u00e1 assim redigido:<\/p>\n<p>\u201cRESP. CONSTITUCIONAL. PROCESSUAL PENAL. PROVA. PROCESSO INQU\u00c9RITO POLICIAL.<\/p>\n<p>&#8211; A Constitui\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica distingue processo e inqu\u00e9rito policial. O primeiro obedece ao princ\u00edpio do contradit\u00f3rio. O segundo \u00e9 inquisitorial. A prova id\u00f4nea para arrimar senten\u00e7a condenat\u00f3ria dever\u00e1 ser produzida em ju\u00edzo. Imposs\u00edvel invocar os elementos colhidos no inqu\u00e9rito, se n\u00e3o forem confirmados na instru\u00e7\u00e3o criminal\u201d ( STJ \u2013 Ac\u00f3rd\u00e3o \u2013 Resp. 55.178\/MG; &#8211; Resp ( 10000004\/0030526-5) \u2013 DJ, 1000.12.0004 \u2013 p\u00e1g. 35.338 \u2013 6<sup>a<\/sup>. Turma \u2013 Rel. Min. Luiz Vicente Cernicchiaro ).<\/p>\n<p>Com efeito, \u00e9 not\u00f3ria a diverg\u00eancia jurisprudencial apontada, pois a Revisional que objetiva cassar a decis\u00e3o encimada nas provas apuradas no visgo inquisitorial nas caladas da noite e a luz do a\u00e7oite, foi rejeitada, para assim, prestigiar uma posi\u00e7\u00e3o colidente com os Julgados acima proclamado.<\/p>\n<p>             REQUISITOS DE ADMISSIBILIDADE DO RECURSO<\/p>\n<p>Diante de tudo que foi bem posto, depreende-se que houve prequestionamento das mat\u00e9rias questionadas com a oposi\u00e7\u00e3o de embargos declarat\u00f3rios.<\/p>\n<p>Demonstra-se, assim, de forma satisfat\u00f3ria o prequestionamento dos dispositivos legais tidos como vulnerados, de modo a ensejar a sua admissibilidade, possibilitando-se assim, a promo\u00e7\u00e3o do controle da inteireza da uniformidade de interpreta\u00e7\u00e3o da lei federal.<\/p>\n<p>Perlustrando-se hip\u00f3tese assemelhada que proclama a plausibilidade jur\u00eddica da argumenta\u00e7\u00e3o explicitada, quando ocorre demonstra\u00e7\u00e3o da alegada vulnera\u00e7\u00e3o, impende-se a transcri\u00e7\u00e3o do seguinte Julgado:<\/p>\n<p>\u201cQUANDO O RECORRENTE DEMONSTRA COM CLAREZA E PRECIS\u00c3O A EXIST\u00caNCIA DE VEEMENTES IND\u00cdCIOS DE QUE O AC\u00d3RD\u00c3O LOCAL HOSTILIZOU O DIREITO FEDERAL, O RECURSO DEVE SER ADMITIDO PARA MELHOR EXAME\u201d ( STJ &#8211; Ag. n. 5.207, DJU de 20.11.0000, p. 13.30006 ).<\/p>\n<p>A prop\u00f3sito do ju\u00edzo de admissibilidade do recurso especial, preleciona o eminente jurista BARBOSA MOREIRA \u201ctodo recurso especial em que o recorrente alegue que o ac\u00f3rd\u00e3o recorrido contrariou lei federal \u00e9, por esse aspecto, admiss\u00edvel; e, se n\u00e3o lhe faltar outro requisito de admissibilidade, dele deve conhecer o STJ, para, em seguida, examinar-lhe o m\u00e9rito, provendo-o ou desprovendo-o conforme entenda, respectivamente, que o ac\u00f3rd\u00e3o recorrido na verdade contrariou ou n\u00e3o a lei federal\u201d.<\/p>\n<p>Nesse mesmo sentido, afirma CLITO FORNACIARI J\u00daNIOR \u201co ju\u00edzo subjetivo \u00fanico \u00e9 o do STJ, a quem foi deferida a tarefa de interpretar a legisla\u00e7\u00e3o federal. Portanto, as decis\u00f5es de admissibilidade do recurso especial, na medida em que ingressem neste campo, est\u00e3o invadindo a compet\u00eancia reservada ao \u00f3rg\u00e3o superior, extrapolando os limites do despacho acerca do cabimento do recurso\u201d.<\/p>\n<p>Depreende-se assim, que n\u00e3o se pode no ju\u00edzo de admissibilidade ingressar propriamente no m\u00e9rito do recurso, ou seja, realizar uma investiga\u00e7\u00e3o exauriente a respeito da ocorr\u00eancia ou n\u00e3o ofensa ao direito federal, bastando para tanto, alega\u00e7\u00e3o razo\u00e1vel, o que significa probabilidade de vulnera\u00e7\u00e3o ao dispositivo legal invocado.<\/p>\n<p>  III \u2013 AS RAZ\u00d5ES DO PEDIDO DE REFORMA DO RECURSO<\/p>\n<p>A vulnera\u00e7\u00e3o dos dispositivos processuais enumerados resultam na omiss\u00e3o de formalidades que constituem elementos essenciais a efetiva\u00e7\u00e3o dos atos denunciados, nos termos do art. 564, do C\u00f3digo de Processo Penal.<\/p>\n<p>Afeta substancialmente a garantia constitucional do \u201cdevido processo legal\u201d, por desatender princ\u00edpios elementares no desenrolar processual.<\/p>\n<p>Firmar uma condena\u00e7\u00e3o penal sem prova jurisdicionada \u00e9 negar o contradit\u00f3rio para prestigiar a inquisi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>E mais, as configura\u00e7\u00f5es das viola\u00e7\u00f5es dessas garantias produzem \u201ccerceamento de defesa\u201d.<\/p>\n<p>O  P E D I D O <\/p>\n<p>Por tudo que foi demonstrado, mat\u00e9rias genuinamente de direito, vem o Recorrente requerer o PROVIMENTO DESTE RECURSO, para em conseq\u00fc\u00eancia, seja decretada a nulidade do ac\u00f3rd\u00e3o objugardo, para que o Tribunal de Justi\u00e7a da Para\u00edba realize novo julgamento com observ\u00e2ncia aos referidos dispositivos legais e constitucionais, valorizando, considerando e sopesando as provas jurisdicionadas invocadas pela Defesa, por ser de Direito e de Justi\u00e7a.<\/p>\n<p>Nestes Termos.<\/p>\n<p>Pede deferimento.<\/p>\n<p>Jo\u00e3o Pessoa, 23 de dezembro de 2012.<\/p>\n<p>Dra. Rizalva Amorim de Oliveira<\/p>\n<p>\t\t  advogado teresina-PI<\/p><\/p>\n","protected":false},"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"template":"","meta":{"content-type":"","_lmt_disableupdate":"","_lmt_disable":""},"categoria-modelo":[525],"class_list":["post-12317","modelos-de-peticao","type-modelos-de-peticao","status-publish","hentry","categoria-modelo-civil"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/modelos-de-peticao\/12317","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/modelos-de-peticao"}],"about":[{"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/modelos-de-peticao"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12317"}],"wp:term":[{"taxonomy":"categoria-modelo","embeddable":true,"href":"https:\/\/easyjur.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categoria-modelo?post=12317"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}